
Houseboat, no Brasil Tentação Morena, é um filme superlativamente ruim. Deve ser o pior filme da longa carreira de Cary Grant, o pior filme da gloriosa carreira de Sophia Loren. Continue lendo “Tentação Morena / Houseboat”

Por Sérgio Vaz

Houseboat, no Brasil Tentação Morena, é um filme superlativamente ruim. Deve ser o pior filme da longa carreira de Cary Grant, o pior filme da gloriosa carreira de Sophia Loren. Continue lendo “Tentação Morena / Houseboat”

A General é um filmaço, uma obra de gênio. É impressionante, é um tour-de-force: são 67 minutos de filme – e em, digamos, 60 minutos é tudo acelerado, com um novo acontecimento a cada momento, uma gag atrás da outra, uma supresa atrás da outra. Nos outros 7 minutos dá para ter algum respiro – mas na imensa maior parte é sempre a mil por hora. Continue lendo “A General / The General”

Este Um Fim de Semana em Paris, no original Le Week-End, pode enganar o espectador. Parece uma comedinha gostosa, leve: tem de fato situações bem engraçadas, piadas deliciosas surgem nos diálogos do casal de velhinhos ingleses que vão a Paris 30 anos depois de passar ali a lua de mel. Continue lendo “Um Fim de Semana em Paris / Le Week-End”

Le Roi de Coeur, no Brasil Esse Mundo é dos Loucos, de 1966, é um dos filmes mais encantadores e mais belos dos agitados, vulcânicos, loucos anos 60. Em termos pessoais, é um dos filmes mais marcantes, mais memoráveis que vi naqueles anos da adolescência, os anos em que estava descobrindo a vida. Continue lendo “Esse Mundo é dos Loucos / Le Roi de Coeur”

Divertida, gostosa comedinha romântica de Daniel Burman, o jovem argentino realizador de filmes muito bons – O Abraço Partido (2004), As Leis de Família (2006) – e outros nem tanto assim – Ninho Vazio (2008), Dois Irmãos (2010). Continue lendo “A Sorte em Suas Mãos / La Suerte en Tus Manos”

Uma bela surpresa, uma boa descoberta: este A Arte de Amar é uma deliciosa comedinha romântica, daquelas que são de fato românticas e de fato comédias. O filme é terrivelmente engraçado. Continue lendo “A Arte de Amar / L’Art d’Aimer”

O Circo, o terceiro longa-metragem de Charlie Chaplin, lançado em 1928, é uma maravilha de filme, coisa de gênio, obra-prima. Continue lendo “O Circo / The Circus”

Será que quem gosta de filmes de ação, com muito, mas muito tiro, muita, mas muita explosão, muita, mas muita perseguição de carro, gosta de RED e RED 2? Deve gostar. Muito provavelmente deve gostar – ou os produtores não teriam feito esta sequência aqui. Continue lendo “RED 2 – Aposentados e Ainda Mais Perigosos / RED 2”

Casos e Casamentos, no original apenas Mariages!, assim, com um gostoso ponto de exclamação, fica entre Cerimônia de Casamento/A Wedding, de Robert Altman (1978), e O Casamento do Ano/The Big Wedding, de Justin Zackham (2013). Continue lendo “Casos e Casamentos / Mariages!”

Bonecas Russas é um absoluto encanto, um colírio para olhos cansados de ver tanta coisa ruim nas telas e na vida real. É daqueles filmes que, como dizia Roger Ebert, nos faz sermos melhores. Continue lendo “Bonecas Russas / Les Poupées Russes”

Weeds tem todos os elementos para suscitar polêmica, criar bate-boca, atrair a ira dos conservadores de todos os matizes. É uma série de TV que mostra uma mãe de família de belo bairro traficando maconha. Tem tanto palavrão quanto um filme de Martin Scorsese sobre mafiosos – e fala de sexo da maneira mais aberta, franca, possível. Continue lendo “Weeds – As quatro primeiras temporadas”

Se somos só nós, neste universo tão absurdamente grande – 400 bilhões de estrelas só na nossa galáxia –, parece um tremendo desperdício de espaço. Continue lendo “Magia ao Luar / Magic in the Moonlight”

Eis aí um filme hoje obscuro, pouco conhecido, e que no entanto é fascinante. Dirigido por Raoul Walsh em 1936, Klondike Annie, no Brasil A Sereia do Alaska, assim, com a letra k, é dinamite violentíssimo contra os moralistas, os preconceituosos, os fundamentalistas, os caretas, os babacas. Fala do encontro de uma puta e uma freira. Continue lendo “A Sereia do Alaska / Klondike Annie”

Dá para imaginar Emma Thompson e Timothy Spall, atores extraordinários, dos maiores que houve e que há, trabalhando mal, sendo caricatos, exagerados, canastrões? Continue lendo “Um Plano Brilhante / The Love Punch”

Depois que terminou Domicílio Conjugal, o quarto filme da saga Antoine Doinel, François Truffaut chegou a dizer que não tinha vontade de fazer mais uma obra com o personagem. “Penso que eu terminei com Antoine Doinel”, disse ele à revista Cinéma 70. Continue lendo “O Amor em Fuga / L’Amour en Fuite”