
O Circo, o terceiro longa-metragem de Charlie Chaplin, lançado em 1928, é uma maravilha de filme, coisa de gênio, obra-prima. Continue lendo “O Circo / The Circus”

Por Sérgio Vaz

O Circo, o terceiro longa-metragem de Charlie Chaplin, lançado em 1928, é uma maravilha de filme, coisa de gênio, obra-prima. Continue lendo “O Circo / The Circus”

Será que quem gosta de filmes de ação, com muito, mas muito tiro, muita, mas muita explosão, muita, mas muita perseguição de carro, gosta de RED e RED 2? Deve gostar. Muito provavelmente deve gostar – ou os produtores não teriam feito esta sequência aqui. Continue lendo “RED 2 – Aposentados e Ainda Mais Perigosos / RED 2”

Casos e Casamentos, no original apenas Mariages!, assim, com um gostoso ponto de exclamação, fica entre Cerimônia de Casamento/A Wedding, de Robert Altman (1978), e O Casamento do Ano/The Big Wedding, de Justin Zackham (2013). Continue lendo “Casos e Casamentos / Mariages!”

Bonecas Russas é um absoluto encanto, um colírio para olhos cansados de ver tanta coisa ruim nas telas e na vida real. É daqueles filmes que, como dizia Roger Ebert, nos faz sermos melhores. Continue lendo “Bonecas Russas / Les Poupées Russes”

Weeds tem todos os elementos para suscitar polêmica, criar bate-boca, atrair a ira dos conservadores de todos os matizes. É uma série de TV que mostra uma mãe de família de belo bairro traficando maconha. Tem tanto palavrão quanto um filme de Martin Scorsese sobre mafiosos – e fala de sexo da maneira mais aberta, franca, possível. Continue lendo “Weeds – As quatro primeiras temporadas”

Se somos só nós, neste universo tão absurdamente grande – 400 bilhões de estrelas só na nossa galáxia –, parece um tremendo desperdício de espaço. Continue lendo “Magia ao Luar / Magic in the Moonlight”

Eis aí um filme hoje obscuro, pouco conhecido, e que no entanto é fascinante. Dirigido por Raoul Walsh em 1936, Klondike Annie, no Brasil A Sereia do Alaska, assim, com a letra k, é dinamite violentíssimo contra os moralistas, os preconceituosos, os fundamentalistas, os caretas, os babacas. Fala do encontro de uma puta e uma freira. Continue lendo “A Sereia do Alaska / Klondike Annie”

Dá para imaginar Emma Thompson e Timothy Spall, atores extraordinários, dos maiores que houve e que há, trabalhando mal, sendo caricatos, exagerados, canastrões? Continue lendo “Um Plano Brilhante / The Love Punch”

Depois que terminou Domicílio Conjugal, o quarto filme da saga Antoine Doinel, François Truffaut chegou a dizer que não tinha vontade de fazer mais uma obra com o personagem. “Penso que eu terminei com Antoine Doinel”, disse ele à revista Cinéma 70. Continue lendo “O Amor em Fuga / L’Amour en Fuite”

O filme é americano, obra da trinca internacional James Ivory-Ruth Prawer Jhabvala-Ismail Merchant, mas 99% da ação se passam em Paris. Metade do imenso elenco cheio de bons, respeitáveis nomes, é de língua inglesa, mas a outra metade é formada por atores franceses. O título original é um achado: é em francês, algo muito ruim para a bilheteria de um país monoglota como os Estados Unidos – mas uma das duas palavras tem grafia idêntica em francês e em inglês: Le Divorce. Continue lendo “À Francesa / Le Divorce”

Um homem invade a casa de uma mulher, e a mantém refém, prisioneira dele. Sempre que sai para fazer alguma coisa, a amarra e a amordaça para que não peça ajuda, não fuja, não faça nada. Continue lendo “Ata-me! / Átame!”

Este Detalhes/The Details, produção do cinema independente americano de diretor muito jovem e atores bons consagrados, é um filme danado de estranho. Não é ruim, não, de forma alguma. Ao contrário: o diretor, Jacob Aaron Estes, nascido em 1972 e também autor do argumento e do roteiro, mostra que tem talento. Continue lendo “Detalhes/The Details”

Albert Dupontel, ator tarimbado, realizador bissexto, começa este 9 Mois Ferme, no Brasil Uma Juíza Sem Juízo, seu sexto filme como diretor, de forma absolutamente extraordinária. É um tour-de-force, é um encanto, é de babar – a comédia abre com um plano-sequência para quem gosta de cinema ficar de pé e aplaudir como na ópera. Continue lendo “Uma Juíza Sem Juízo / 9 Mois Ferme”

A abertura de Domicílio Conjugal, o quarto dos cinco filmes de François Truffaut sobre a vida de seu alter-ego, o jovem Antoine Doinel, é uma absoluta delícia. Bem, todo o filme é uma absoluta delícia, um encanto. Mas começo falando da abertura. Continue lendo “Domicílio Conjugal/Domicile Conjugal”

No final de Antoine et Colette, de 1962, o segundo volume de suas aventuras, Antoine Doinel está com 18 anos, vive sozinho e trabalha na fábrica de discos da Philips. Quando começa este Baisers Volés, de 1968, haviam-se passado, portanto, seis anos, Antoine está com 24, e há nada menos de três anos serve como soldado raso no exército francês. Continue lendo “Beijos Proibidos / Baisers Volés”