
O Despertar de Motti, produção suíça de 2018, é um filme que faz rir dos costumes dos judeus, especialmente dos judeus ortodoxos. Continue lendo “O Despertar de Motti / Wolkenbruchs wunderliche Reise in die Arme einer Schickse”

Por Sérgio Vaz

O Despertar de Motti, produção suíça de 2018, é um filme que faz rir dos costumes dos judeus, especialmente dos judeus ortodoxos. Continue lendo “O Despertar de Motti / Wolkenbruchs wunderliche Reise in die Arme einer Schickse”

Doze Jurados, série belga da região de Flandres lançada em 2019, tem várias qualidades, de deixar cinéfilo boquiaberto, com vontade de aplaudir de pé como na ópera. O elenco é um deles. É uma coisa acachapante. São muitos personagens importantes, pelo menos duas dezenas – e todos os atores que os interpretam estão nada menos que ótimos. Continue lendo “Doze Jurados / De Twaalf”

Wasp Network é um filme fascinantemente internacional, globalizado. Narra fatos – reais – passados em Cuba, nos Estados Unidos e na América Central; é uma co-produção França-Brasil-Espanha-Bélgica, escrita e dirigida pelo francês Olivier Assayas, esse realizador que é a globalização em pessoa, filho de pai judeu turco – Jacques Rémy, nascido Raymond Assayas – que primeiro se radicou com a Itália e se casou com uma moça de origem húngara. Continue lendo “Wasp Network: Rede de Espiões / Wasp Network”

Mais uma vez o diretor Paul Greengrass nos brinda com um belo filme que faz cuidadosa, precisa, fiel reconstituição de um fato importante, marcante – e trágico – da História muito recente. Continue lendo “22 de Julho / 22 July”

Sem Amor (2017), do diretor russo Andrey Zvyagintsev, é um filme aterrador. Apavorante, chocante, horripilante. Não, não é um filme de terror. Não tem fantasmas vingativos, espíritos maus – são só seres humanos. Sem Amor é um dos filmes mais pessimistas, mais desesperançados que já vi. Ele não tem dúvida alguma: tem certeza de que a humanidade é uma invenção que não deu mesmo certo. Continue lendo “Sem Amor / Nelyubov”

Virgin River é uma série distribuída pela Netflix que, diferentemente de tantas outras, não é sobre serial killer, sobre crimes – e esta é a primeira de suas qualidades. Continue lendo “Virgin River”

Lion, co-produção Inglaterra-Austrália-EUA de 2016 que no Brasil ganhou no título o complemento de Uma Jornada Para Casa, foi premiadíssimo mundo afora. Ganhou 59 prêmios e teve outras fantásticas 104 indicações, inclusive 6 aos prêmios mais badalados do mundo, aquelas estatuetas douradas. Continue lendo “Lion: Uma Jornada Para Casa / Lion”

Em 2017, o respeitável diretor dinamarquês Bille August fez 55 Passos/55 Steps, um desses muitos filmes sobre pessoas reais que viveram importantes histórias – histórias que fizeram a humanidade avançar um tanto, melhorar um tanto. Continue lendo “55 Passos / 55 Steps”

O grande Denzel Washington recebeu a sua oitava indicação ao Oscar por seu desempenho como o personagem título deste filme de 2017, escrito e dirigido por Dan Gilroy. Não levou o que seria seu terceiro Oscar, mas isso não importa. É de fato uma atuação excepcional desse ator igualmente excepcional. Continue lendo “Roman J. Israel / Roman J. Israel, Esq.”

Uma pérola, uma maravilha, uma extraordinária surpresa este filme que vem da Geórgia, em co-produção com Alemanha e França. Está sendo exibido na Netflix com o título em inglês, My Happy Family, o que não tem, é claro, sentido algum. Continue lendo “Minha Família Feliz / Chemi Bednieri Ojakhi / My Happy Family”

O ator e às vezes diretor Gilles Lellouche reuniu quatro dos mais famosos atores e às vezes diretores do cinema francês, todos entre os 45 e os 63 anos de idade, para fazer este Um Banho de Vida, no original Le Grand Bain – uma comédia sobre um grupo de homens que forma equipe de um esporte até há pouco apenas feminino, o nado sincronizado. Continue lendo “Um Banho de Vida / Le Grand Bain”

É impressionante como Clint Eastwood consegue dar um toque pessoal a seus filmes – obras em geral caras, de orçamento alto, bancadas por grandes estúdios, além de por sua própria produtora, a Malpaso. Não são produções independentes: são produtos de Hollywood, do grande sistema – e no entanto são, ao mesmo tempo, de maneira fantástica, pessoais. Continue lendo “A Mula / The Mule”

Quando, em 1979, o jovem ator iniciante Peter conheceu Gloria Grahame, numa casa londrina em que a proprietária alugava quartos, não tinha qualquer noção de quem ela era. É até difícil acreditar nisso – mas é o que mostra o filme baseado no livro de memórias dele. E é, de alguma maneira, a chave para se compreender o relacionamento entre os dois. Continue lendo “Estrelas de Cinema Nunca Morrem / Film Stars Don’t Die in Liverpool”

“Seguramente nenhum evento da História da humanidade foi tão dissecado pelo cinema quanto a Segunda Guerra Mundial”, escrevi em 1995, quando fazia exatos 50 anos que ela havia acabado. A afirmação continua valendo hoje, quase um quarto de século depois que foi feita, 74 anos após o final do conflito. Até porque de lá para cá dezenas e dezenas de novos filmes sobre a guerra foram e continuam sendo produzidos. Continue lendo “O Fotógrafo de Mauthausen / El Fotógrafo de Mauthausen”

Quem estiver atrás de surpresas, reviravoltas, ineditismos não vai achar nada disso em A Casa Tutti Bene, no Brasil Aqui em Casa Tudo Bem (2018), de Gabriele Muccino. É um mezzo drama, mezzo comédia sobre família, relações familiares – e então não cabem surpresas, reviravoltas, ineditismos. Continue lendo “Aqui em Casa Tudo Bem / A Casa Tutti Bene”