
As Sufragistas, dirigido pela jovem inglesa Sarah Gavron, é um daqueles filmes que são, além de belas obras de arte, também importantes documentos sobre episódios relevantes da História. Continue lendo “As Sufragistas / Suffragette”

Por Sérgio Vaz

As Sufragistas, dirigido pela jovem inglesa Sarah Gavron, é um daqueles filmes que são, além de belas obras de arte, também importantes documentos sobre episódios relevantes da História. Continue lendo “As Sufragistas / Suffragette”

Carvão Negro, Gelo Fino fisga o espectador desde as primeiras tomadas. A rigor, a rigor, já é fascinante desde antes de vermos as primeiras tomadas – só pelo título já encanta. Continue lendo “Carvão Negro, Gelo Fino / Bai ri yan huo”

A garotinha Nieve (Rachel Mojena), que vemos com 8 anos de idade, foi abençoada com uma inteligência fora de série e, de quebra, um fantástico talento para escrever. No entanto, foi também vítima de duas maldições terríveis, tenebrosas, das piores que pode haver. Continue lendo “Todos se van”

A trama de Suíte Francesa é simples, pouco mais que um fiapo de história. Não há muitos fatos marcantes, extraordinários: este é um filme que se preocupa muito mais com os detalhes do comportamento dos personagens do que com os eventos. Continue lendo “Suíte Francesa / Suite Française”

Entre 2012 e 2014, os espanhóis produziram três temporadas de 13 episódios cada uma sobre a rainha Isabel I, que governou durante 30 anos, entre 1474 e 1504. A primeira temporada é uma beleza, um luxo, bem feitíssima em todos os quesitos. Continue lendo “Isabel – A Primeira Temporada”

Filmaço, obra-prima, cinema grande, Spotlight, do diretor Tom McCarthy, trata de dois temas fundamentais – embora, para a imensa maior parte dos espectadores, um deles seja tão importante que acaba eclipsando o outro. Continue lendo “Spotlight: Segredos Revelados / Spotlight”

Belo, sensível, sério, denso, triste, Carol (2015) não é surpresa alguma. Tem tudo, absolutamente tudo a ver com duas obras anteriores desse diretor que esbanja talento, Todd Haynes: Longe do Paraíso (2002) e Mildred Pierce (2011). Continue lendo “Carol”

Zhang Yimou é cineasta de afrescos, de sinfonias, de épicos – planos gerais, multidões em movimento. Tudo em seu estilo é grandioso. Tornou-se extremamente conhecido no Ocidente em boa parte por suas fábulas de uma China do passado remoto – ou de um passado que a rigor jamais existiu –, povoado por adagas e heróis voadores, por guerreiros que mais parecem bailarinos. Continue lendo “Amor para a Eternidade / Gui lai”

A frase é dita por uma voz de uma adolescente, em off, ainda ao final dos créditos iniciais, antes que surja na tela a primeira sequência de Cinco Graças, no original Mustang: “É como se tudo tivesse mudado em um piscar de olhos. Uma hora, estávamos bem. Depois, tudo ficou uma merda”. Continue lendo “Cinco Graças / Mustang”

Há livros, filmes e séries sobre serial killers a dar com o pau. No entanto, mesmo em terreno tão batido, The Fall, série da TV britânica cuja primeira temporada foi lançada em 2013, inova. Continue lendo “The Fall – A Primeira e a Segunda Temporadas”

Bons atores: Sam Rockwell, as belas Olivia Wilde e Michelle Monagham, e até Jane Fonda. E então resolvi experimentar este Better Living Through Chemestry, vivendo melhor com a química, no Brasil. Continue lendo “Rolou uma Química / Better Living Through Chemestry”

Workaholic absoluto, superdotado, incansável, Steven Spielberg raramente fica dois anos seguidos sem lançar um filme de sua autoria, desde Louca Escapada, de 1974. Ficou entre Lincoln, de 2012, e este Ponte dos Espiões, de 2015.
Valeu a pena esperar. Bridge os Spies é um filmaço, uma obra-prima. Continue lendo “Ponte dos Espiões / Bridge of Spies”

Tá certo: tudo o que Kenneth Branagh faz é ótimo, e este Cinderella de 2015, caprichada, sutuosa produção da Disney com direção do inglês shakespeariano, é uma belezinha de filme. Só não dá para evitar a pergunta: precisava? Continue lendo “Cinderella”

Ned Benson, um rapaz bem jovem, nascido em 1977, conseguiu juntar um elenco absolutamente impressionante para seu primeiro longa-metragem. Que não era seu primeiro, e sim seus dois primeiros, ao mesmo tempo: ele teve a idéia – não inédita, mas ousada, há que se admitir, bem ousada – de fazer dois filmes contando a mesma história, cada uma mostrando o ponto de vista de um dos lados de um jovem casal em crise profunda. Continue lendo “Dois Lados do Amor / The Disappearence of Eleonor Rigby (Them)”

Andrew Niccol escreve e dirige filmes sérios, pesados, densos, sobre temas de importância fundamental, em geral com extrema inteligência e grande originalidade. Prova isso mais uma vez com este Good Kill, no Brasil Morte Limpa. Continue lendo “Morte Limpa / Good Kill”