Atentado em Paris / Bastille Day / The Attack

3.0 out of 5.0 stars

Eis aí um bom filme de ação. Sim, tem muitas cenas de ação e sequências de lutas, mas são extremamente bem realizadas e não ocupam a maior parte do filme. Além delas, há uma bela trama, inteligente, bem engendrada, com personagens interessantes e atores em boas interpretações. Continue lendo “Atentado em Paris / Bastille Day / The Attack”

Iris

2.5 out of 5.0 stars

Tem uma trama muito boa, inteligente, envolvente, este suspense francês de 2016 – um polar, a palavra deles para thriller. Começa contando uma mentira para o espectador – e logo, logo mostra uma surpresa, que será a primeira de muitas. Continue lendo “Iris”

Uma Repórter em Apuros / Whiskey Tango Foxtrot

3.0 out of 5.0 stars

Duas coisas ficaram remoendo na minha cabeça logo depois de ver Whiskey Tango Foxtrot, produção de 2016 que conta a história quase real de uma jornalista de televisão americana que trabalhou durante alguns anos em Cabul, capital do Afeganistão: como é o ridículo o título do filme no Brasil, e como Tina Fey é boa atriz. Continue lendo “Uma Repórter em Apuros / Whiskey Tango Foxtrot”

Dégradé

3.5 out of 5.0 stars

Tudo em Dégradé é extraordinário, admirável, desde a idéia inicial até os detalhes da realização. Extraordinário, admirável – e também chocante, apavorante, lancinante. Corta a pele do espectador feito peixeira de baiano. Corta e remexe a ferida, e vai enfiando mais para o fundo. Continue lendo “Dégradé”

Estrelas Além do Tempo / Hidden Figures

3.0 out of 5.0 stars

Hidden Figures, no Brasil Estrelas Além do Tempo, se baseia em fatos reais – “baseado numa história real não contada”, como diz a frase promocional. Trata de temas tão importantes, impactantes, e se coloca tão apaixonadamente a favor dos valores bons, corretos, que a gente até acha que é um grande filme. Continue lendo “Estrelas Além do Tempo / Hidden Figures”

A Professora / Ucitelka

4.0 out of 5.0 stars

A Professora, do checo Jan Hrebejk, é um filmaço, uma obra-prima, um brilho, 102 minutos de primoroso cinema. É também um contundente, forte, violento, bem documentado libelo contra os totalitarismos, um minucioso estudo de como o autoritarismo vai se enraizando em absolutamente tudo, em cada detalhe da vida das pessoas que vivem sob uma ditadura. Continue lendo “A Professora / Ucitelka”

Águas Rasas / The Shallows

3.5 out of 5.0 stars

Águas Rasas/The Shallows, co-produção EUA-Austrália-Espanha de 2016 dirigida pelo espanhol Jaume Collet-Serra, é uma impressionante mistura de dor e beleza. É um filme de uma excelência plástica, visual, absolutamente admirável, esplendorosa – e, ao mesmo tempo, um filme difícil de se ver, porque é doloroso demais, angustiante demais. Continue lendo “Águas Rasas / The Shallows”

Amor por Direito / Freeheld

2.5 out of 5.0 stars

Amor Por Direito, no original Freeheld, é um filme que conta uma história real importante: um dos muitos episódios da aparentemente interminável luta pela igualdade de direitos entre os seres humanos. É, portanto, um filme coalhado de belas frases – belas frases de pessoas que defendem o que é justo, o que é certo, o que é de direito. Continue lendo “Amor por Direito / Freeheld”

Verónica

2.0 out of 5.0 stars

A direção de Verónica, produção mexicana de 2017, é assinada, nos bem cuidados créditos iniciais, por Los Visualistas. Assim: uma entidade, um grupo. Se a reunião de músicos tem nome – Los Hermanos, The Beatles, Les Luthiers -, por que um conjunto de diretores de cinema não pode ter também? Continue lendo “Verónica”

O Bar / El Bar

2.5 out of 5.0 stars

O Bar, do realizador basco Álex de la Iglesia, tem muito de O Anjo Exterminador, a ópera surrealista que o iconoclasta profissional Luís Buñuel cometeu no México em 1962. Isso é óbvio demais, salta aos olhos. Mas tem também, na minha opinião, uma boa pitada de Os Pássaros (1963), de Alfred Hitchcock, e um tanto do odor de A Comilança (1973), de Marco Ferreri. Continue lendo “O Bar / El Bar”

Rock em Cabul / Rock the Kasbah

3.5 out of 5.0 stars

Rock em Cabul, no original Rock the Kasbah (2015), é um filme furiosamente engraçado, desavergonhada, deliciosamente anti PC (não Partido Comunista, mas politically correct), louca, alucinadamente fantasioso. É muito doidão, e no entanto se baseia – em parte – numa história real. E, no fim, vira o que diz o título original: uma ode à luta contra a opressão, a tirania. Continue lendo “Rock em Cabul / Rock the Kasbah”