
Mary Poppins é o máximo. É uma gloriosa maravilha.
É um dos melhores filmes para a toda a família que já foram feitos. É daqueles que deixam o espectador levitando, a alguns centímetros do solo. Continue lendo “Mary Poppins”

Por Sérgio Vaz

Mary Poppins é o máximo. É uma gloriosa maravilha.
É um dos melhores filmes para a toda a família que já foram feitos. É daqueles que deixam o espectador levitando, a alguns centímetros do solo. Continue lendo “Mary Poppins”

Um Convidado Bem Trapalhão, no original The Party, é um daqueles filmes que se sustentam por causa da interpretação do ator principal. Sem Peter Sellers, o filme não existiria. Ou, se existisse, se tivesse sido feito com algum outro ator, não teria a mesma qualidade. Continue lendo “Um Convidado Bem Trapalhão / The Party”

Rachel, Rachel, de 1968, o primeiro dos seis filmes que o grande Paul Newman dirigiu na vida, é todo feito de sensibilidade, delicadeza – e tristeza. Embora profundamente triste, o filme é também uma forma de elegia do autor à mulher com quem viveu durante exato meio século: a câmara demonstra um profundo amor por Joanne Woodward – e a atriz retribui com uma interpretação estonteantemente comovente. Continue lendo “Rachel, Rachel”
Lançado em 1969, Topázio, o antepenúltimo filme de Alfred Hitchcock, foi um dos maiores fracassos de sua carreira. Muito provavelmente o maior. Continue lendo “Topázio / Topaz”
A vida, segundo o Bergman de Persona, é um emaranhado de perguntas, questionamentos. De respostas, estamos em falta. Persona não fornece respostas – só perguntas, questionamentos, dúvidas, inquietações. Continue lendo “Persona”
A Sereia do Mississipi, de 1969, mescla dois temas que François Truffaut adora: o thriller, o filme policial, o polar, como dizem os franceses, e o amor que de tão apaixonado leva à tragédia, nunca à felicidade. Continue lendo “A Sereia do Mississipi / La Sirène du Mississipi”
Almas Mortas, no original Strait-jacket, ou camisa de força, não é um belo ou um grande filme – mas é marcante. Tem estilo. Não é um estilo elegante, de forma alguma, mas é poderoso. Registra o encontro de duas personalidades fortes: Joan Crawford e William Castle. Continue lendo “Almas Mortas / Strait-jacket”
É fascinante, espantoso, chocante como Adivinhe Quem Vem para Jantar é um grande filme. Continue lendo “Adivinhe Quem Vem para Jantar / Guess Who’s Coming to Dinner”
O grande Vincente Minnelli fez dois filmes sobre os bastidores do mundo do cinema – os dois com Kirk Douglas como protagonista. O primeiro foi Assim Estava Escrito/The Bad and the Beautiful, de 1952. Exatos dez anos depois, fez este Two Weeks in Another Town, no Brasil A Cidade dos Desiludidos. Continue lendo “A Cidade dos Desiludidos / Two Weeks in Another Town”
Poucos filmes conseguiram reunir tantas grandes personalidades quanto O Condenado de Altona, de 1962. Pelos créditos iniciais passam diversos dos nomes mais imponentes das artes do século XX. É um estupor. Continue lendo “O Condenado de Altona / I Sequestrati de Altona”
Um titulo original tão suave, um título em português tão bombástico, quase apelativo. Que gigantesca distância há entre Splendor in the Grass e Clamor do Sexo. Continue lendo “Clamor do Sexo / Splendor in the Grass”
Tinha uma lembrança boa de Cat Ballou, que não revia há muitos, muitos anos. Não lembrava dele como um grande filme, mas como um filme legal, gostoso, uma boa diversão. Continue lendo “Dívida de Sangue / Cat Ballou”
Psicose é um grande filme. Ninguém discutiria isso. Mas é mais, muito mais. Psicose é uma paixão, um fenômeno, uma mania, uma obsessão. Continue lendo “Hitchcock e Psicose / Psycho”
Assalto ao Trem Pagador, que Roberto Farias lançou em 1962, o mesmo ano de O Pagador de Promessas, é um filmaço. Continue lendo “Assalto ao Trem Pagador”
Não é, de jeito nenhum, um filme gostoso nem fácil de ver, este Days of Wine and Roses, no Brasil Vício Maldito, que Blake Edwards dirigiu em 1962. É um grande filme, um filmaço – mas não é, repito, prazeroso de se ver. É duro, amargo, denso, pesado. Continue lendo “Vício Maldito / Days of Wine and Roses”