
O tio, o personagem, é um peça, uma figura rara, daquelas carimbadas, que a gente encontra poucas vezes na vida. Meu Tio, o filme, também. Continue lendo “Meu Tio / Mon Oncle”

Por Sérgio Vaz

O tio, o personagem, é um peça, uma figura rara, daquelas carimbadas, que a gente encontra poucas vezes na vida. Meu Tio, o filme, também. Continue lendo “Meu Tio / Mon Oncle”

Apesar de ser de um diretor respeitado, Vincente Minnelli, e ter dois grandes nomes no elenco, Gregory Peck e Lauren Bacall, Designing Woman, no Brasil Teu Nome é Mulher, de 1957, não ganhou o status de um grande clássico, não está nos livros que reúnem os melhores filmes. Continue lendo “Teu Nome é Mulher / Designing Woman”

Esta comedinha de 1952 parte de uma idéia deliciosa: dois anos e meio depois de se casarem diante de um juiz de paz, seis casais são informados de que o casamento não é válido. De que legalmente não são casados, como indica o título original, We’re No Married. Continue lendo “Travessuras de Casados / We’re Not Married”

Exatos 60 anos depois de ter sido feito – as filmagens foram entre setembro e novembro de 1954 –, e 52 anos depois que eu o vi pela primeira vez, O Pecado Mora ao Lado/The Seven Year Itch continua sendo um filme absolutamente delicioso. Tornou-se, com o tempo, um grande clássico, dos maiores que há, e tem uma das seqüências mais antológicas de toda a história do cinema. Continue lendo “O Pecado Mora ao Lado / The Seven Year Itch”
Crepúsculo dos Deuses/Sunset Boulevard é um dos filmes mais cruelmente amargos que já foram feitos sobre a indústria cinematográfica. Na verdade, é um dos filmes mais cruelmente amargos que já foram feitos, ponto final. Continue lendo “Crepúsculo dos Deuses / Sunset Boulevard”
Alta Sociedade, de 1956, tem uma das mais belas sequências da história do cinema. Na minha opinião, é claro – e a frase pode espantar muita gente. Como assim? Uma comedinha musical de Hollywood? Continue lendo “Alta Sociedade / High Society”
Nunca é tarde para descobrir a maravilha que é The Tin Star, que Anthony Mann lançou em 1957, e no Brasil teve o título O Homem dos Olhos Frios. Continue lendo “O Homem dos Olhos Frios / The Tin Star”
Dizer “o melhor de todos” é arriscado, perigoso. Até porque não existe fita métrica, balança, escala Richter para medir o que é bom, o que é melhor. O julgamento é absolutamente subjetivo, cada um tem suas opiniões, seus gostos, suas preferências, e gosto não se discute. Continue lendo “Cantando na Chuva / Singin’ in the Rain”
Pat and Mike, no Brasil A Mulher Absoluta, foi o sétimo dos nove filmes com o casal mil de Hollywood, Spencer Tracy e Katharine Hepburn. Além de trabalhar juntos, se amavam. Continue lendo “A Mulher Absoluta/Pat and Mike”
East of Eden, no Brasil Vidas Amargas, está chegando ao fim quando o xerife Sam diz, na voz possante do grande Burl Ives, as palavras da Bíblia: “Caim levantou-se contra seu irmão Abel e o matou. Caim retirou-se e habitou na terra de Node, a Leste de Eden”. Continue lendo “Vidas Amargas / East of Eden”
Se um eventual leitor distraído cair nesta anotação, eu daria um conselho, mesmo sabendo que conselho não tem valor, até porque é gratuito: se estiver num momento meio triste, meio deprê, meio down, veja Confidências à Meia-Noite. Continue lendo “Confidências à Meia-Noite / Pillow Talk”
Sir David Lean (1908-1991), um dos maiores cineastas da História, foi homem de filmografia não muito vasta. Dirigiu apenas 16 longa-metragens, ao longo de 42 anos. Summertime, de 1955, foi o 11º, e o último de seus filmes mais intimistas. A partir daí, ele passaria a fazer superproduções, grandes épicos, gigantescos afrescos. Continue lendo “Quando o Coração Floresce / Summertime”
O Dia em que a Terra Parou foi um marco de imensa importância. E continua sendo um belíssimo filme, passados 62 anos. Continue lendo “O Dia em que a Terra Parou / The Day the Earth Stood Still”
Joe Bradley e Anne formam, com toda certeza, um dos casais mais simpáticos, charmosos, encantadores da história do cinema. Continue lendo “A Princesa e o Plebeu / Roman Holiday”
O Ódio é Cego, no original No Way Out, sem saída, que o grande Joseph L. Mankiewicz dirigiu e foi lançado em 1950, é um filmaço. Um grande filme – e, além disso, um filme importante, marcante. O tema é o racismo; o ódio cego do título brasileiro é o de brancos por negros e de negros por brancos, numa cidade grande dos Estados Unidos – não do Sul Profundo, mas do Norte mais desenvolvido e menos racista. Continue lendo “O Ódio é Cego / No Way Out”