
Bye Bye Brasil é uma beleza, uma maravilha, Continue lendo “Bye Bye Brasil”

Por Sérgio Vaz

O diretor argentino Daniel Burman tem duas características marcantes. É prolífico: de 2000 para cá, escreveu e dirigiu 9 longa-metragens e mais um curta, parte de um filme de vários autores, fora a direção de duas minisséries. Continue lendo “O Décimo Homem / El Rey Del Once”

O mais aparente, visível, é a homenagem à Cavalaria do Exército americano – e este Rio Grande é, de fato, o terceiro filme da trilogia do mestre John Ford sobre a Cavalaria, depois de Sangue de Heróis/Fort Apache (1948) e Legião Invencível/She Wore a Yellow Ribbon (1949). Continue lendo “Rio Bravo / Rio Grande”

La Forêt, produção francesa de 2017, é tudo o que uma série policial – um thriller, ou polar, como se diz lá – pode pretender ser. A trama é muitíssimo bem engedrada, absorvente, fascinante; os atores, embora desconhecidos internacionalmente, têm interpretações impecáveis, e é tudo bem realizado, em cada aspecto técnico. Continue lendo “O Bosque / La Forêt”

Sonata de Outono é uma obra-prima, um filme em tudo por tudo excepcional, extraordinário. Continue lendo “Sonata de Outono / Höstsonaten”

Nove anos após o excepcional Entre os Muros da Escola/Entre les Murs (2008), o autor e diretor francês Laurent Cantet volta aos temas básicos do filme que o consagrou: os jovens, a educação, a formação dos jovens numa Europa moderna, unificada, problemática, multi-racial. Continue lendo “A Trama / L’Atelier”

Quando Paris Alucina, comédia romântica de Richard Quine de 1964, é uma gostosíssima diversão. E é também um filme belo, bonito de se ver, que faz bem aos olhos: tem, como o título indica, um monte de tomadas de Paris, e um monte de tomadas de Audrey Hepburn. Vestida, naturalmente, por Givenchy. Continue lendo “Quando Paris Alucina / Paris – When It Sizzles”

Safe, minissérie inglesa de oito episódios da Netflix que estreou simultaneamente em 190 países em maio de 2018, é uma bem balanceada mistura de thriller, mistério, policial, com drama familiar. É sua melhor qualidade. Continue lendo “Safe”

É um grande prazer rever Alice Não Mora Mais Aqui agora, 44 anos depois que Martin Scorsese o lançou. Ele continua tão caloroso, tocante, inquietante, simpático, envolvente quanto em 1974, quando foi lançado, em meio a uma grande revolução no cinema americano – os anos em que uma nova geração de diretores e produtores chegava para mudar de vez o sistema dos estúdios em vigor desde o início do século. Continue lendo “Alice Não Mora Mais Aqui / Alice Doesn’t Live Here Anymore”

O crime é especialmente bárbaro, medonho, horroroso. Lissette (Mariam Hernández), jovem, bonita, professora de cursinho pré-universitário, é morta em seu próprio apartamento, depois de ser duramente espancada. Havia feito sexo com dois homens diferentes, segundo revela a autópsia. Na casa, são encontrados restos de maconha e anfetaminas. Continue lendo “Quatro Estações em Havana – Ventos de Havana”

A Noiva Estava de Preto (1968) é muito provavelmente um dos mais hitchcockianos de todos os filmes que não foram feitos por Alfred Hitchcock. É Hitchcock puro, até a medula – François Truffaut estava no auge de sua paixão pelo mestre inglês quando fez o filme. Continue lendo “A Noiva Estava de Preto / La Mariée Était en Noir”

Mestre Andrzej Wajda, um dos maiores cineastas de todos os tempos, encerrou sua longa, gloriosa carreira com mais uma obra-prima. Afterimage, de 2016, é mais um poderoso documento sobre a Grande História como vista da Polônia, mais uma séria, pesada, profunda denúncia contra os totalitarismos – e mais uma grande obra de arte. Continue lendo “Afterimage / Powidoki”

Lançado exatos dez anos antes de Sob o Signo de Capricórnio/Under Capricorn, este A Estalagem Maldita/Jamaica Inn, de 1939, tem alguns pontos de contato com aquele que Alfred Hitchcock faria em 1949. São, os dois, assustadores, apavorantes. Assustam, apavoram o pobre espectador de tão ruins que são. Continue lendo “A Estalagem Maldita / Jamaica Inn”

Em menos de dez meses depois de sua estréia no Festival de Cannes, em maio de 2017, The Square, o novo filme do sueco Ruben Östlund, o autor do excelente Força Maior (2014), já ganhou 23 prêmios, fora 35 outras indicações. Continue lendo “The Square: A Arte da Discórdia / The Square”

A Megera Domada/The Taming of the Shrew (1967), co-produção Itália-EUA, é um daqueles acertos absolutos. Não poderia haver alguém melhor nos anos 60 para dirigir a comédia de William Shakespeare do que Franco Zeffirelli. E não poderia haver casal mais apropriado – jamais, em época alguma da curta história do cinema, até hoje – para interpretar Petruchio e Catarina do que Richard Burton e Elizabeth Taylor. Continue lendo “A Megera Domada / The Taming of the Shrew”