
4.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: O texto abaixo foi escrito quase um mês antes de eu ver o filme:
Milos Forman. Meu Deus, como eu admiro esse cara. Como ele é brilhante. Continue lendo “O Povo Contra Larry Flynt / People vs. Larry Flynt”

Por Sérgio Vaz

4.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: O texto abaixo foi escrito quase um mês antes de eu ver o filme:
Milos Forman. Meu Deus, como eu admiro esse cara. Como ele é brilhante. Continue lendo “O Povo Contra Larry Flynt / People vs. Larry Flynt”

2.5 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: A caixinha do vídeo do lançamento brasileiro já define que o filme é visto como uma raridade. Tem um título enorme, sobre foto de Robert De Niro, do tipo: “Você imaginaria este homem fazendo uma comédia? E dirigida pelo célebre Brian De Palma?” Ou seja: é um filme que foi lançado agora, nos últimos anos, aproveitando a estatura dos dois nomes. Na época, passou despercebido. Continue lendo “Quem Está Cantando Nossas Mulheres / Greetings”

4.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: Delicioso, inteligente, talentoso. É o Todas as Mulheres do Mundo dos anos 90. É o filme brasileiro mais bem feito, mais inteligente, mais talentoso, mais bem humorado, mais bem resolvido, mais de bem com a vida, desde Todas as Mulheres do Mundo. Continue lendo “Pequeno Dicionário Amoroso”

3.5 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: Um grande filme, pesadíssimo, duríssimo. Extremamente bem feito, com muito domínio técnico, grande respeito pela figura de Pier Paolo Pasolini e ódio pelos fascistas que, segundo a tese que defende, usaram mafiosos para assassinar e calar o cineasta e poeta, em 1975. Continue lendo “Pasolini – Um Delito Italiano / Pasolini: Un Delitto Italiano”

2.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: O filme é tão cheio de boas intenções quanto o cemitério. A primeira proposta já é boa: um filme sobre relações afetivas, casamentos, relações dos casais, relações entre casais amigos de diferentes situações financeiras. Com alguma discussão sobre o que restou dos nossos sonhos da juventude agora que somos maduros e nossas vontades, menos fortes. Passando por alguma discussão sobre criação de filhos, e a convivência da segunda mulher com a filha do primeiro casamento do marido. Continue lendo “Particularidades do Casamento / Married to It”

1.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: O filme é ruim, mas é ruim demais. O personagem principal, Marcello, um italiano interpretado pelo francês Jean Reno falando em italiano, é absolutamente caricatural, grotesco. O pobre Reno, normalmente bom ator, está absolutamente perdido, fazendo gestos absurdos, sem sentido; mais caricato seria impossível. Continue lendo “Para Roseanna / For Roseanna”

1.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: Total domínio técnico: fotografia excelente, de primeiríssimo mundo. Mas uma grande bobagem. Filme feito para agradar aos críticos e para ganhar prêmio em festivais. Chato a não mais poder, pernóstico, bobo. Continue lendo “A Ostra e o Vento”

4.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: Um grande filme. Um filme corajoso, profundamente progressista, anti-establishment, antipreconceitos de todos os tipos. Não é um filme contra a Igreja Católica – embora seguramente 95% da hierarquia católica deva considerá-lo assim. Nem muito menos anticristão. É anti-hierarquia, anti o que a máquina da Igreja criou em torno dos preceitos básicos da religião. Continue lendo “O Padre / Priest”

0.5 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: Ganhou Grande Prêmio do Júri e o Prêmio Jean Vigo em Cannes em 1995. Talvez eu esteja ficando velho e careta; talvez se eu visse, digamos, Easy Rider hoje pela primeira, e não aos 18 anos, tivesse detestado. Mas achei o filme pretensioso e chato. Muito pretensioso e muito chato. Nada transmite sinceridade, honestidade; tudo é artificial, gratuito. Continue lendo “Não Esqueça que Você Vai Morrer / N’Oublie pas que Tu Vas Mourir”

2.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997, com complemento em 2008: Um filme tão extremamente bem feito (atores, música, fotografia, quase tudo perfeito) quanto profundamente esquisito, desagradável, doentio, improvável. Continue lendo “Morte Dupla / Two Deaths”

0.5 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: Coisa ruim. E a culpa desta vez não é dos artistas e técnicos brasileiros. Os atores não estão bem, embora não estejam mal a ponto de prejudicar o filme; a fotografia é boa, a música é excelente, até mesmo a reconstituição de época é tecnicamente competente. O problema básico e imenso deste filme está mais embaixo, na fundação mesmo, no alicerce – a história, o roteiro. Continue lendo “O Monge e a Filha do Carrasco / The Monk and the Hangman’s Daughter”

3.5 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: O filme é uma grata surpresa. Faz lembrar, por um ou outro motivo, uma série imensa de filmes: Continue lendo “Morte ao Vivo / Tesis”

2.5 out of 5.0 stars
Resenha para a Agência Estado, em 1997: Mistério na Neve tem dois pontos excelentes. O primeiro é a abertura do filme, a seqüência inicial. (Como diriam os jornalistas, o lead. O lead, o primeiro parágrafo de um texto, tem que ser atraente, fisgar o leitor, fazê-lo se interessar pelo assunto.) O lead do diretor Bille August é absolutamente brilhante. Continue lendo “Mistério na Neve / Smilla’s Sense of Snow”

2.5 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: É um filme estranho, weird como a própria palavra weird. Tem um certo humor amargo que deve ser bem característica dos judeus americanos – e é interessante que, em seu primeiro-longa metragem como diretora, Diane Keaton, depois de anos de convivência com Woody Allen, tenha feito um filme tão profundamente, arraigadamente judeu. Continue lendo “Meus Tios Heróis / Unstrung Heroes”

{rating:2.5]
Anotação em 1997: Uma comedinha até melhor do que a encomenda. Não conhecia esse diretor Peter Segal, mas ele leva jeito. A comédia funciona, é engraçada, tem boas piadas, boas gags; James Garner está careteiro como sempre, e Jack Lemmon exagera nos seus cacoetes, mas eles são muito divertidos. Continue lendo “Meus Queridos Presidentes / My Fellow Americans”