Cinderela em Paris / Funny Face


2.5 out of 5.0 stars

Anotação em 2008: A historinha é boba como nos piores musicais: revista de moda procura modelo que transmita um ar inteligente e acha uma vendedora de livros do Village, fanática por uma filosofia em voga na França. Não se sabe por que, não quiseram usar a expressão existencialismo e inventaram um outro ismo qualquer, de que nem me lembro. Continue lendo “Cinderela em Paris / Funny Face”

A Loja Mágica de Brinquedos / Mr. Magorium Wonder Emporium


2.5 out of 5.0 stars

Anotação em 2008: Esse diretor Zach Helm é meio geninho. Ele aparece em entrevista no DVD do filme como um garoto de 25 anos, com um ridículo cabelão no alto da cabeça, como se fosse um topete do Elvis na época do topete mais alto dele, só que em vez de usar os cremes do Elvis o garoto não usa nada, deixa só o cabelo grande e revolto. Continue lendo “A Loja Mágica de Brinquedos / Mr. Magorium Wonder Emporium”

Coisas Que Perdemos Pelo Caminho / Things We Lost in the Fire


3.0 out of 5.0 stars

Anotação em 2008: Só com um quarto de filme já visto parei e fui olhar quem dirigia o filme. Tem todo sentido ser a dinamarquesa Susanne Bier, que dirigiu Depois do Casamento, que vi recentemente e achei extraordinário. São basicamente os mesmos temas – família, morte, perda -, abordados de forma séria, profunda, adulta. Continue lendo “Coisas Que Perdemos Pelo Caminho / Things We Lost in the Fire”

Simplesmente Amor / Love Actually


4.0 out of 5.0 stars

Anotação em 2008: Este aqui é um dos melhores filmes que já foram feitos na história. É para se rever sempre que a gente se sentir triste, angustiado, desesperançado, achando que a humanidade é uma invenção que não deu certo. Continue lendo “Simplesmente Amor / Love Actually”

Os Vivos e os Mortos / The Dead


4.0 out of 5.0 stars

Texto de Sandro Vaia, convidado especial: John Huston fez grandes e pequenos filmes (de Tesouro de Sierra Madre a Cartas ao Kremlin), dirigiu grandes e pequenos atores (de Humphrey Bogart a Pelé). Poucas obras, porém, se comparam a Os Vivos e os Mortos/The Dead, a obra póstuma que dirigiu em 1987, baseado num conto do livro Os Dublinenses, de James Joyce. Continue lendo “Os Vivos e os Mortos / The Dead”