Amor Eletrônico / Desk Set

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3.0 out of 5.0 stars

Amor Eletrônico, no original Desk Set, de 1957, o oitavo dos nove filmes e a quinta das cinco comédias românticas estreladas pelo casal Spencer Tracy-Katharine Hepburn, é uma absoluta delícia. Mas é mais ainda do que isso: hoje, é uma maravilhosa peça de museu, um case sociológico, um ensaio antropológico, um exemplo de como era a cabeça das pessoas diante da chegada da informática ao local de trabalho, na segunda metade dos anos 50. Continue lendo “Amor Eletrônico / Desk Set”

O Mundo da Fantasia / There’s No Business Like Show Business

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2.5 out of 5.0 stars

O mais comum, e mais lógico, é a canção ser criada para se encaixar na trama do filme. Canções extraordinárias foram feitas, por exemplo, especificamente para a história de amor entre Tony e Maria, em West Side Story, ou para as aventuras de Sally Bowles na Berlim entre guerras, em Cabaret. Continue lendo “O Mundo da Fantasia / There’s No Business Like Show Business”

Bronco Billy

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2.5 out of 5.0 stars

Em 1980, Clint Eastwood resolveu cometer uma comédia. Bronco Billy, seu sétimo filme como diretor, é uma homenagem ao Velho Oeste Selvagem, à paixão dos americanos pelo Velho Oeste, suas lendas – mas acaba também sendo uma homenagem ao western, o gênero que tornou Clint Eastwood um dos atores mais conhecidos do cinema em todo o mundo. Continue lendo “Bronco Billy”

Chinatown

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4.0 out of 5.0 stars

Chinatown é de 1974, muito depois, é claro, do período 1940-1958, a época de ouro dos filmes noir. Ao contrário dos clássicos todos feitos ao longo daquelas duas décadas, não é preto-e-branco – a fotografia, de John A. Alonzo, é em glorioso Technicolor. Ao contrário de diversos daqueles clássicos, não se baseia numa história criada pelos grandes nomes das novelas hard-boiled, Dashiell Hammett, Raymond Chandler, James M. Cain, Cornell Woolrich. Continue lendo “Chinatown”

O Feitiço de Áquila / Ladyhawke

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3.5 out of 5.0 stars

A ação de Ladyhawke, no Brasil O Feitiço de Áquila, se passa na Idade Média. Não se especifica a época, mas é depois das Cruzadas, algo aí entre os séculos XIII e XIV. A trilha sonora tem muito solo de guitarra elétrica – forte, bela, envolvente, pop a não mais poder, a trilha composta por Andrew Powell tem a produção de Alan Parsons, o engenheiro de som dos mais belos discos de Pink Floyd, um gênio do estúdio da Londres pós-Beatles. Continue lendo “O Feitiço de Áquila / Ladyhawke”

Diferenças & Semelhanças / The Pretty One

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1.5 out of 5.0 stars

The Pretty One, no Brasil Diferenças & Semelhanças, é o primeiro longa-metragem de uma jovem que parece promissora, Jenée LaMarque. Nascida na Califórnia em 1980, ela – também autora do argumento e do roteiro – estava portanto com apenas 34 anos quando o filme foi lançado. Continue lendo “Diferenças & Semelhanças / The Pretty One”

Fala Greta Garbo / Garbo Talks

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2.5 out of 5.0 stars

Dois anos depois da obra-prima O Veredicto/The Verdict, de 1982, o grande Sidney Lumet fez este Garbo Talks. É certamente um dos filmes menos falados, menos vistos, de sua longa e extraordinária carreira de grandes obras, lançadas entre 1957 (12 Homens e uma Sentença) e 2007 (Antes Que o Diabo Saiba que Você Está Morto). Continue lendo “Fala Greta Garbo / Garbo Talks”

Forrest Gump, o Contador de Histórias / Forrest Gump

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3.5 out of 5.0 stars

Forrest Gump é um gigantesco afresco. Resume, em 142 minutos de belo cinema, os principais acontecimentos da história dos Estados Unidos ao longo de três décadas – de meados dos anos 50 a meados dos 80 –, usando como fio condutor o protagonista da narrativa, o personagem do título. Continue lendo “Forrest Gump, o Contador de Histórias / Forrest Gump”

Bonequinha de Luxo / Breakfast at Tiffany’s

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1.0 out of 5.0 stars

Breakfast at Tiffany’s, no Brasil Bonequinha de Luxo é um dos filmes mais adorados da história. É um cult, um clássico. Teve 5 indicações ao Oscar, levou 2: no total, foram 15 prêmios, fora outras 8 indicações. Está nos livros 500 Must-See Movies e 1001 Filmes para Ver Antes de Morrer. Os guias de filme são pródigos em elogios. Continue lendo “Bonequinha de Luxo / Breakfast at Tiffany’s”

Teu Nome é Mulher / Designing Woman

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3.5 out of 5.0 stars

Apesar de ser de um diretor respeitado, Vincente Minnelli, e ter dois grandes nomes no elenco, Gregory Peck e Lauren Bacall, Designing Woman, no Brasil Teu Nome é Mulher, de 1957, não ganhou o status de um grande clássico, não está nos livros que reúnem os melhores filmes. Continue lendo “Teu Nome é Mulher / Designing Woman”

Broadway Danny Rose

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3.5 out of 5.0 stars

Woody Allen lançou Broadway Danny Rose em 1984. Pelas minhas contas, foi seu 12º longa como realizador. O terceiro em preto-e-branco, numa óbvia homenagem a seus ídolos Ingmar Bergman e Federico Fellini. O terceiro dos 13 da era Mia Farrow (1983-1992), depois de Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão (1982) e Zelig (1983). Continue lendo “Broadway Danny Rose”