Nota: 



Querido Companheiro é um filme tão simples, tão despretensioso, tão tranquilo, que é até possível que alguns espectadores passem por ele e não percebam muito bem suas qualidades. Ler Mais
Nota: 



Querido Companheiro é um filme tão simples, tão despretensioso, tão tranquilo, que é até possível que alguns espectadores passem por ele e não percebam muito bem suas qualidades. Ler Mais
Nota: 



Desejo Atroz, no original All I Desire, fala sobre opções que fazemos na vida, e que às vezes mudam toda nossa trajetória. Fala sobre opções, erradas ou certas, e sobre as pequenas convenções sociais que nos obrigam a optar entre ceder a elas ou enfrentá-las. Ler Mais
Nota: 



As Neves do Kilimanjaro, de Robert Guédiguian, é um filmaço, uma coisa muito séria, uma obra maior.
O filme trata de diversas das questões mais importantes que há na vida: a crise econômica mundial, o desemprego, a vida em família – nas famílias harmoniosas e nas desestruturadas –, o amor, a amizade, a solidariedade, a violência urbana, o desejo de vingança, a capacidade de perdoar. Ler Mais
Nota: 



Americano é um filme sobre relação filho-pais. Mas é um tanto ambicioso, e acaba sendo também uma pequena odisséia de um homem à procura da história de sua mãe, e também da sua própria história, que passa por três países diferentes e inclui um mergulho no submundo da prostituição de Tijuana, México, aquele lugar tão perto dos Estados Unidos, o paraíso das oportunidades, e tão longe de Deus. Ler Mais
Nota: 



Anna sofreu demais na vida, enfrentou dramas pesados, comeu o pão que o diabo amassou – e sempre foi alegre, sorridente, bem disposta, pra cima. Bruno teve muito mais oportunidades na vida do que Anna – e é um homem amargurado, inseguro, não resolvido, infeliz. Ler Mais
Nota: 



Tão Forte e Tão Perto, no original Extremely Loud & Incredibly Close, tem sido bastante aclamado. Venceu oito prêmios e teve 12 outras indicações, inclusive duas ao Oscar – de melhor filme e melhor ator coadjuvante para o veterano e bergmaniano Max Von Sydow. Ler Mais
Nota: 



Eis aí um drama sério, denso, feito e passado no México de hoje. A Outra Família trata de uma série de temas importantes: paternidade, adoção, bebês de laboratório, casais homossexuais e filhos, preconceitos, drogas, gente que não deveria ter filhos e tem. Ler Mais
Nota: 



Solteiros com Filhos, no original Friends with Kids, é um ótimo filme. Uma comédia romântica gostosa, inteligente, mas que é mais que apenas isso, e faz boas, argutas observações sobre casamento e sobre filhos. E é também a revelação de uma nova realizadora de talento. Jennifer Westfeldt – eis aí um nome para se guardar. Ler Mais
Nota: 



Um Amor Verdadeiro/One True Thing, que Carl Franklin dirigiu em 1998, é um belo filme. Um drama familiar bastante barra pesada – e não poderia ser diferente, porque trata, não exclusivamente, mas com precisão cortante, de uma doente terminal e suas últimas semanas de vida. Ler Mais
Nota: 



Um leitor do IMDb escreveu lá que 15 Anos e Meio é uma gigantesca tolice; que parece uma refilmagem francesa de comédias ruins de Hollywood, quando o normal é que Hollywood refilme comédias inteligentes feitas na França. Ler Mais
Nota: 



Ao ser lançado, em 1985, Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios foi um imenso sucesso de crítica, e transformou o sérvio Emir Kusturica em nome internacionalmente respeitado. Na revisão, agora, passados quase 30 anos, o filme não me pareceu mais tão excelente assim. Ler Mais
Nota: 



Um encanto, uma preciosidade, uma pequena gema do cinema inglês. Um desses filmes que, ao terminar, deixam você a alguns centímetros do chão, flutuando de alegria, e com vontade de sair dizendo aos amigos para não deixar de ver. Ler Mais
Nota: 



Belo filme, este A Criança da Meia-Noite, no original La Permission de Minuit, da jovem diretora francesa Delphine Gleize. (E bota jovem nisso: a moça nasceu em 1973.) É apenas seu terceiro longa-metragem, e ela demonstra, entre outras qualidades, extrema competência na direção de atores. Ler Mais
Nota: 



Talento é uma coisa muito impressionante, um mistério denso, insolúvel. Uns têm demais, outros não têm nenhum. Não há reforma talentária, insurreição, revolução, que possa dar jeito nisso. Robert Redfdord, por exemplo, tem demais. Ler Mais
Nota: 



Uma beleza, uma maravilha, um filmaço, este Cirkus Columbia, feito em 2010 na Bósnia e Herzegovina em co-produção com diversos países, França, Inglaterra, Alemanha, Eslovênia, Bélgica e a vizinha Sérvia. Ler Mais