
Nota: 



Anotação em 2008: Este é o 8 ½ de Woody Allen. Woody Allen é assim: ele se inspira nas grandes obras que admira e cria seus filmes personalíssimos a partir delas. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Este é o 8 ½ de Woody Allen. Woody Allen é assim: ele se inspira nas grandes obras que admira e cria seus filmes personalíssimos a partir delas. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Filip Mosz (Jerzy Stuhr), trabalhador em uma grande empresa de um lugarejo perto da Cracóvia, compra uma pequena filmadora de 8 mm, fabricada na Rússia, para gravar imagens da filha que está para nascer. A filmadora vai modificar totalmente a sua vida. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Albert Brooks faz tudo nesta comédia de humor inteligente, fino, nunca de gargalhada – escreve, atua e dirige. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Um ator e uma atriz passam a ter um caso durante as filmagens de um filme de época. Já vimos esse filme antes, é claro, em A Mulher do Tenente Francês/The French Lieutenant’s Woman, de Karel Reisz, de 1981. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Todas as pessoas que gostam do Brasil e do cinema deveriam ver Olhar Estrangeiro, de Lúcia Murat. É um documentário fascinante, envolvente, muitíssimo bem feito, que faz pensar. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: É daquele tipo de história baseada em fatos reais que parece mais implausível, improvável, do que qualquer ficção, como O Vigarista do Ano/The Hoax, sobre a história do sujeito que inventou uma “biografia autorizada” de Howard Hughes – e conseguiu fazer os editores acharem que era verdade. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Isso é que a comédia romântica perfeita. Peguei no vídeo pelos atores; nem reparei que era dirigido por Rob Reiner, e muito menos que era uma espécie assim de falsa continuação da Primeira Noite de Um Homem/The Graduate. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Agüentou bem a passagem do tempo, essa comédia amalucada, um tanto frank-capriana, um tanto proto-hippie, feita em 1964, que brinca com o desprezo pelo dinheiro e o apego a bens mais importantes que ele. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Esta é uma comedinha romântica tão gostosa quanto previsível – mas existe alguma comedinha romântica que não seja previsível? E mais ainda: existiria alguém interessado em imprevisibilidade em comédia romântica? Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: O mundo do entretenimento, em especial do cinema, é um dos temas preferidos do próprio cinema. Hollywood, em especial, sempre adorou olhar para o seu próprio umbigo – e, vamos e venhamos, a verdade é que as platéias também gostam de olhar para o umbigo da capital do cinema. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: A história desta comedinha de 1962 é boba e inverossímil a não mais poder. O charme, a beleza, a graça de Shirley Maclaine, no entanto, transformam a trama babaca num filme gostoso de se ver. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: A verdade dos fatos, por mais triste que seja, é que F. Scott Fitzgerald e o cinema nunca se deram muito bem. Ler Mais

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Anotação em 2007, com complemento em 2008: Um Wes Craven legítimo, autêntico – terror para adolescentes americanos, só que bem feitinho e até com uma ou outra boa piada. Ler Mais

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Anotação em 2007, com complemento em 2008: Esta comedinha romântica é uma bobagem, mas tem duas coisas interessante – é uma boa gozação sobre a própria indústria do cinema, e traz um personagem inspirado no diretor Hal Ashby, uma figura sensacional. Ler Mais

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Anotação em 2003, com complemento em 2008: Cruel, duro, pesado, sombrio – apesar da beleza solar da Mariel Hemingway. É perfeitamente claro o motivo pelo qual a história real da coelhinha da Playboy que teria um caso com um diretor de cinema (Peter Bogdanovich) interessou Bob Fosse, esse diretor extraordinário que era encantado com os personagens do showbiz e o seu lado negro. Ler Mais