
Sonata de Outono é uma obra-prima, um filme em tudo por tudo excepcional, extraordinário. Continue lendo “Sonata de Outono / Höstsonaten”

Por Sérgio Vaz

Sonata de Outono é uma obra-prima, um filme em tudo por tudo excepcional, extraordinário. Continue lendo “Sonata de Outono / Höstsonaten”

É um grande prazer rever Alice Não Mora Mais Aqui agora, 44 anos depois que Martin Scorsese o lançou. Ele continua tão caloroso, tocante, inquietante, simpático, envolvente quanto em 1974, quando foi lançado, em meio a uma grande revolução no cinema americano – os anos em que uma nova geração de diretores e produtores chegava para mudar de vez o sistema dos estúdios em vigor desde o início do século. Continue lendo “Alice Não Mora Mais Aqui / Alice Doesn’t Live Here Anymore”

Mestre Andrzej Wajda, um dos maiores cineastas de todos os tempos, encerrou sua longa, gloriosa carreira com mais uma obra-prima. Afterimage, de 2016, é mais um poderoso documento sobre a Grande História como vista da Polônia, mais uma séria, pesada, profunda denúncia contra os totalitarismos – e mais uma grande obra de arte. Continue lendo “Afterimage / Powidoki”

The Crown é um brilho, uma maravilha, um primor. Embora não tenha passado em sala de cinema, nas telas gigantescas – é uma produção original da Netflix, para distribuição via streaming, essa absoluta modernidade que pula portanto as salas e até mesmo os meios físicos, DVD e Blu-ray –, é cinema da melhor qualidade. Cinema para cinéfilo nenhum botar defeito. Continue lendo “The Crown – A Segunda Temporada”

Lua de Papel, de 1973, é uma gema, uma pérola, uma preciosidade. Uma daquelas jóias raras do cinema em que tudo funciona perfeitamente, tudo se encaixa, não falta nada, não sobra nada. E boa parte do encanto absoluto vem da interpretação de uma garotinha que ainda não tinha completado 10 anos de idade durante as filmagens – as primeiras de que participou na vida. Continue lendo “Lua de Papel / Paper Moon”

Em Ralé, seu filme de 1957, Akira Kurosawa demonstra cabalmente que, de fato, é o William Shakespeare do cinema. Continue lendo “Ralé / Donzoko”

O Vento Será Tua Herança, no original Inherit the Wind, é um daqueles grandes clássicos indispensáveis, fundamentais do cinema americano dos anos 40 até meados dos 60. Continue lendo “O Vento Será Tua Herança / Inherit the Wind”

A Professora, do checo Jan Hrebejk, é um filmaço, uma obra-prima, um brilho, 102 minutos de primoroso cinema. É também um contundente, forte, violento, bem documentado libelo contra os totalitarismos, um minucioso estudo de como o autoritarismo vai se enraizando em absolutamente tudo, em cada detalhe da vida das pessoas que vivem sob uma ditadura. Continue lendo “A Professora / Ucitelka”

Não é preciso despertador: todo santo dia Paterson (Adam Driver) acorda no mesmo horário – ou quase exatamente no mesmo horário. Acorda, dá uma olhada no relógio de pulso que deixa no criado mudo ao lado da cama, faz um carinho ou fala alguma coisa, baixinho, com Laura (Golshifteh Farahani). Continue lendo “Paterson”

Janela Indiscreta é um filme genial.
Algumas palavras são tão usadas que acabam perdendo a força, o viço, o frescor. Ficam esgarçadas. “Genial” talvez seja o exemplo mais perfeito disso. Continue lendo “Janela Indiscreta / Rear Window”

Podemos perfeitamente achar que conhecemos bem as pessoas mais próximas de nós – e estarmos profundamente enganados. Até mesmo nossos filhos, que achamos que conhecemos desde antes de nascerem. Continue lendo “Julieta”

Uma das coisas mais fascinantes, impressionantes, extraordinárias de No Tempo das Diligências/Stagecoach, talvez o mais clássico de todos os westerns, é o contraste entre a amplidão extrema e a exiguidade de um pequeno espaço fechado. Continue lendo “No Tempo das Diligências / Stagecoach”

Manchester by the Sea é um filmaço, uma beleza, uma maravilha. Drama familiar denso, pesado, tristíssimo, o filme, no entanto, é de encher os cinéfilos de alegria e esperança: sucesso de público e crítica, ele veio comprovar, mais uma vez, que há espaço, sim, para filmes sérios, voltados para platéias maduras. Continue lendo “Manchester à Beira-Mar / Manchester by the Sea”

Acho que dá para afirmar, sem medo de errar, que Uma Aventura na África/The African Queen é um dos mais adorados de todos os filmes do período clássico de Hollywood. Continue lendo “Uma Aventura na África / The African Queen”

Tubarão não seria o que é sem a música de John Williams. Aqueles acordes gravíssimos, soturnos, abafados, opressivos, que precedem cada ataque do monstro, definem todo o clima de medo, de pavor que permeia o filme. Continue lendo “Tubarão / Jaws”