
Consta que Orson Welles viu The Lady Vanishes (no Brasil A Dama Oculta) 11 vezes. E que o escritor James Thurber, autor do conto “The Secret Life of Walter Mitty”, viu mais de 20 vezes. Continue lendo “A Dama Oculta / The Lady Vanishes”

Por Sérgio Vaz

Consta que Orson Welles viu The Lady Vanishes (no Brasil A Dama Oculta) 11 vezes. E que o escritor James Thurber, autor do conto “The Secret Life of Walter Mitty”, viu mais de 20 vezes. Continue lendo “A Dama Oculta / The Lady Vanishes”

David O. Russell vem se comprovando um dos realizadores mais talentosos, consistentes, inteligentes, hábeis – e também mais badalados, incensados do cinemão americano. Trapaça/American Hustle, de 2013, confirma isso definitivamente. Continue lendo “Trapaça / American Hustle”

A Vida Secreta de Walter Mitty pode fazer lembrar um pouco Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (2004), ou Adaptação (2002), ou Mais Estranho Que a Ficção (2006). Mas, sobretudo, me fez lembrar de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, a maravilha com que Jean-Pierre Jeunet nos brindou em 2001. Continue lendo “A Vida Secreta de Walter Mitty / The Secret Life of Walter Mitty”

Antes de se firmar como o mago das superproduções com aventuras de mundos fantásticos, diferentes deste nosso insensato aqui – a trilogia O Senhor dos Anéis, depois a trilogia O Hobbit –, o então bem jovem neo-zelandês Peter Jackson chocou e encantou todos os cinéfilos do planeta com uma história tragicamente real: um crime brutal cometido por duas adolescentes em seu país, em meados dos anos 1950. Continue lendo “Almas Gêmeas / Heavenly Creatures”

Labor Day, no Brasil Refém da Paixão, quinto filme desse garoto prodígio Jason Reitman, é muito, muito, muito bom. Um belo filme, caloroso, sensível, que sabe trafegar com elegância entre o previsível e o surpreendente. Continue lendo “Refém da Paixão / Labor Day”

A ação de Ladyhawke, no Brasil O Feitiço de Áquila, se passa na Idade Média. Não se especifica a época, mas é depois das Cruzadas, algo aí entre os séculos XIII e XIV. A trilha sonora tem muito solo de guitarra elétrica – forte, bela, envolvente, pop a não mais poder, a trilha composta por Andrew Powell tem a produção de Alan Parsons, o engenheiro de som dos mais belos discos de Pink Floyd, um gênio do estúdio da Londres pós-Beatles. Continue lendo “O Feitiço de Áquila / Ladyhawke”

O tio, o personagem, é um peça, uma figura rara, daquelas carimbadas, que a gente encontra poucas vezes na vida. Meu Tio, o filme, também. Continue lendo “Meu Tio / Mon Oncle”

Forrest Gump é um gigantesco afresco. Resume, em 142 minutos de belo cinema, os principais acontecimentos da história dos Estados Unidos ao longo de três décadas – de meados dos anos 50 a meados dos 80 –, usando como fio condutor o protagonista da narrativa, o personagem do título. Continue lendo “Forrest Gump, o Contador de Histórias / Forrest Gump”

Apesar de ser de um diretor respeitado, Vincente Minnelli, e ter dois grandes nomes no elenco, Gregory Peck e Lauren Bacall, Designing Woman, no Brasil Teu Nome é Mulher, de 1957, não ganhou o status de um grande clássico, não está nos livros que reúnem os melhores filmes. Continue lendo “Teu Nome é Mulher / Designing Woman”

Woody Allen lançou Broadway Danny Rose em 1984. Pelas minhas contas, foi seu 12º longa como realizador. O terceiro em preto-e-branco, numa óbvia homenagem a seus ídolos Ingmar Bergman e Federico Fellini. O terceiro dos 13 da era Mia Farrow (1983-1992), depois de Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão (1982) e Zelig (1983). Continue lendo “Broadway Danny Rose”

Nos primeiros 10, 15 minutos do fascinante Saving Mr. Banks, no Brasil Walt nos Bastidores de Mary Poppins, o espectador fica se perguntando: como uma mulher tão absolutamente chata, mal-humorada, de mal com a vida, intolerável, pôde criar um personagem tão alegre, tão delicioso quanto Mary Poppins? Continue lendo “Walt nos Bastidores de Mary Poppins / Saving Mr. Banks”

Interiores, de 1978, o primeiro drama realizado por Woody Allen, tem oito personagens centrais. Dos oito, quatro são infelizes. Têm bastante conforto material, não passam por privação alguma, mas são infelizes, angustiados, imersos em sombras. Parece que, se pudessem escolher entre a alegria e a tristeza, entre ver a vida de uma forma mais positiva e a de enxergar problema em tudo, não teriam dúvida em optar pelo pior. Continue lendo “Interiores / Interiors”

Nunca tinha ouvido falar no Lord Longford, e aí já vai uma das muitas qualidades do filme que tem o seu nome – a de nos apresentar essa personalidade fascinante, admirável, fantástica. Continue lendo “Longford”
Uma Garrafa no Mar de Gaza, co-produção França-Canadá-Israel de 2011, é uma absoluta maravilha. É belo, esplêndido, nos aspectos formais todos, mas, além disso, é daquelas obras necessárias, daquelas que é preciso haver para que caiamos na desesperada certeza de que a humanidade foi uma invenção que não deu certo. Continue lendo “Uma Garrafa no Mar de Gaza / Une Bouteille à la Mer”
Meu Deus, como é triste, como é profundamente triste, amargo, duro Blue Jasmine! O filme me deixou cansado. Acabrunhado, triste. Continue lendo “Blue Jasmine”