
O tio, o personagem, é um peça, uma figura rara, daquelas carimbadas, que a gente encontra poucas vezes na vida. Meu Tio, o filme, também. Continue lendo “Meu Tio / Mon Oncle”

Por Sérgio Vaz

O tio, o personagem, é um peça, uma figura rara, daquelas carimbadas, que a gente encontra poucas vezes na vida. Meu Tio, o filme, também. Continue lendo “Meu Tio / Mon Oncle”

Forrest Gump é um gigantesco afresco. Resume, em 142 minutos de belo cinema, os principais acontecimentos da história dos Estados Unidos ao longo de três décadas – de meados dos anos 50 a meados dos 80 –, usando como fio condutor o protagonista da narrativa, o personagem do título. Continue lendo “Forrest Gump, o Contador de Histórias / Forrest Gump”

Apesar de ser de um diretor respeitado, Vincente Minnelli, e ter dois grandes nomes no elenco, Gregory Peck e Lauren Bacall, Designing Woman, no Brasil Teu Nome é Mulher, de 1957, não ganhou o status de um grande clássico, não está nos livros que reúnem os melhores filmes. Continue lendo “Teu Nome é Mulher / Designing Woman”

Woody Allen lançou Broadway Danny Rose em 1984. Pelas minhas contas, foi seu 12º longa como realizador. O terceiro em preto-e-branco, numa óbvia homenagem a seus ídolos Ingmar Bergman e Federico Fellini. O terceiro dos 13 da era Mia Farrow (1983-1992), depois de Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão (1982) e Zelig (1983). Continue lendo “Broadway Danny Rose”

Nos primeiros 10, 15 minutos do fascinante Saving Mr. Banks, no Brasil Walt nos Bastidores de Mary Poppins, o espectador fica se perguntando: como uma mulher tão absolutamente chata, mal-humorada, de mal com a vida, intolerável, pôde criar um personagem tão alegre, tão delicioso quanto Mary Poppins? Continue lendo “Walt nos Bastidores de Mary Poppins / Saving Mr. Banks”

Interiores, de 1978, o primeiro drama realizado por Woody Allen, tem oito personagens centrais. Dos oito, quatro são infelizes. Têm bastante conforto material, não passam por privação alguma, mas são infelizes, angustiados, imersos em sombras. Parece que, se pudessem escolher entre a alegria e a tristeza, entre ver a vida de uma forma mais positiva e a de enxergar problema em tudo, não teriam dúvida em optar pelo pior. Continue lendo “Interiores / Interiors”

Nunca tinha ouvido falar no Lord Longford, e aí já vai uma das muitas qualidades do filme que tem o seu nome – a de nos apresentar essa personalidade fascinante, admirável, fantástica. Continue lendo “Longford”
Uma Garrafa no Mar de Gaza, co-produção França-Canadá-Israel de 2011, é uma absoluta maravilha. É belo, esplêndido, nos aspectos formais todos, mas, além disso, é daquelas obras necessárias, daquelas que é preciso haver para que caiamos na desesperada certeza de que a humanidade foi uma invenção que não deu certo. Continue lendo “Uma Garrafa no Mar de Gaza / Une Bouteille à la Mer”
Meu Deus, como é triste, como é profundamente triste, amargo, duro Blue Jasmine! O filme me deixou cansado. Acabrunhado, triste. Continue lendo “Blue Jasmine”
É um grande filme, este O Vôo/Flight, que Robert Zemeckis lançou em 2012, com Denzel Washington no papel central. E é uma cara, requintada produção do cinemão comercial que rompe algumas regras, algumas convenções. Continue lendo “O Vôo / Flight”
Eis aí um filme que fica melhor com a passagem do tempo. Ou, a rigor, um filme de que, com a passagem do tempo, a gente aprende gostar mais. Admirei Os 12 Macacos muito mais agora, 17 anos após ter visto pela primeira vez. Continue lendo “Os 12 Macacos / 12 Monkeys”
Nos deliciosos 120 minutos de On Connaît la Chanson, no Brasil Amores Parisienses, de 1997, mestre Alain Resnais mostra uma espécie de quadrilha drummondiana. Com música, muita música, bem mais de uma dezena de finos exemplares da chanson française. Continue lendo “Amores Parisienses / On Connaît la Chanson”
Robert Redford é um excelente diretor. Me impressiona que este não seja um fato tão reconhecido quanto deveria.
Uma grande quantidade de atores se lança na experiência de dirigir. Nada contra isso, de forma alguma. Continue lendo “Nada é para Sempre / A River Runs Through It”
Três Mundos, de Catherine Corsini, é uma beleza de filme, um filmaço. Como o longa anterior da realizadora francesa, Partir (2009), é um drama denso, pesado, sério, baseado em história escrita por ela mesma. Como Partir, fala de temas como a imigração ilegal e as profundas diferenças sociais na França de hoje. Continue lendo “Três Mundos / Trois Mondes”
Nunca é tarde para descobrir a maravilha que é The Tin Star, que Anthony Mann lançou em 1957, e no Brasil teve o título O Homem dos Olhos Frios. Continue lendo “O Homem dos Olhos Frios / The Tin Star”