Buenos Aires 100 km / Buenos Aires 100 km


2.5 out of 5.0 stars

Anotação em 2008: Uma espécie assim de A Última Sessão de Cinema, ou de Conte Comigo/Stand By Me argentino: a vida de um grupo de cinco adolescentes numa pequena cidade do interior. Lento, correto e, como tanta coisa do novo cinema argentino, bastante competente. Continue lendo “Buenos Aires 100 km / Buenos Aires 100 km”

Petulia


1.0 out of 5.0 stars

Anotação em 2008: Tem filme que prescreve. Este é um desses casos típicos. É 1968 em estado puro – o tom da época do hippismo, a San Francisco dos anos do flower power, a absoluta falta de lógica e de senso. Continue lendo “Petulia”

A Estrela Imaginária / La Stella Che Non c’é


1.0 out of 5.0 stars

Anotação em 2008: Eis aí um daqueles filmes que eu não consigo entender, daqueles filmes que encantam os críticos e o pessoalzinho cabeça, mas eu simplesmente não consigo entender. Ele termina, e eu digo: sim, mas… o que foi mesmo que ele quis dizer? Continue lendo “A Estrela Imaginária / La Stella Che Non c’é”

Ventos da Liberdade / The Wind that Shakes the Barley


2.5 out of 5.0 stars

Anotação em 2008: Um filme de Ken Loach sempre merece respeito. Neste aqui, que levou a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2006, o grande, veterano cineasta inglês põe em discussão a eterna questão política: é melhor radicalizar nas reivindicações ou transigir diante de um avanço já obtido? Continue lendo “Ventos da Liberdade / The Wind that Shakes the Barley”

Paris, Te Amo / Paris, Je t’Aime


1.5 out of 5.0 stars

Anotação em 2007, com complemento em 2008: Com 20 pequeníssimos episódios, esta louvação a Paris (que às vezes mais parece um hino de ódio e desprezo pela cidade) é necessariamente irregular. Alguns episódios são simplesmente incompreensíveis e/ou cretinos. Continue lendo “Paris, Te Amo / Paris, Je t’Aime”

A Moça com a Valise / La Regazza con la Valigia

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2.0 out of 5.0 stars

Anotação em 2007, com complemento em 2008: Claudia Cardinale está no auge da beleza estupenda, estonteante; Jacques Perrin, jovem e belo, tem talento de sobra. Mas, ao fim e ao cabo, se você pensar um minuto ou duas horas ou dois dias, a verdade dos fatos é que os dois atores centrais e a fotografia em glorioso preto-e-branco são as únicas qualidades deste filme de 1961, a época de ouro do cinema autoral italiano. Continue lendo “A Moça com a Valise / La Regazza con la Valigia”