
(Disponível na Netflix em 11/2025.)
Que beleza, que maravilha, que preciosidade é O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, que Cao Hamburger lançou em 2006. Continue lendo “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”

Por Sérgio Vaz

(Disponível na Netflix em 11/2025.)
Que beleza, que maravilha, que preciosidade é O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, que Cao Hamburger lançou em 2006. Continue lendo “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”

(Disponível na Netflix em 4/2025.)
“Comunicação é tudo. Validar um ao outro, compartilhar preocupações, medos, tristeza, alegria. Um motivo comum do fim da paixão numa relação é não dar valor às coisas, é um parar de notar o outro.” Continue lendo “O Que Tiver Que Ser / Släpp Taget”

(Disponível na Netflix em 1/2026.)
Sonhos de Trem/Train Dreams, produção independente norte-americana de 2025, é um filme em tom triste, melancólico, sobre um homem solitário, de natureza introspectiva, meditativa, que trabalha na construção de ferrovias e como lenhador no gelado Norte de Idaho, nas primeiras décadas do século XX. Continue lendo “Sonhos de Trem / Train Dreams”

Bem realizado, com boas interpretações – mas frio, distante, destituído de emoção. Assim me pareceu Nathalie…, que a diretora Anne Fontaine lançou em 2003, sobre o que parece ser um triângulo amoroso entre os personagens das belíssimas Fanny Ardant e Emmanuelle Béart e o grande Gérard Depardieu. Continue lendo “Nathalie X / Nathalie…”

(Disponível na Netflix em 12/2025.)
“Esta é uma história real sobre dois homens que o mundo esqueceu. Um foi o 20º presidente dos Estados Unidos. O outro atirou nele.” Continue lendo “Como um Relâmpago / Death by Lightning”

Em 1921, no maravilhoso A Carruagem Fantasma/Körkarlen, o diretor Victor Sjöström mostrou diversas vezes o empregado da Morte chegando para recolher o espírito da pessoa que havia ido embora; um capuz negro cobre seu rosto, e, na mão esquerda, ele carrega a grande foice. Em 1957, o mesmo ano em que dirigiu o já então idoso Victor Sjöström em Morangos Silvestres, Ingmar Bergman mostrou em diversas sequências a própria Morte. Sempre com o capuz preto – mas sem carregar a foice, e com o rosto absolutamente visível, em geral em close-ups. Continue lendo “O Sétimo Selo / Det Sjunde Inseglet”

(Disponível no Era Uma Vez o Cinema no YouTube em 7/2025.)
Em 1947, Elia Kazan, um dos maiores realizadores da História do Cinema, fez um filme extraordinário sobre um dos maiores crimes que a humanidade foi capaz de inventar, o racismo – no caso específico, o anti-semitismo nos Estados Unidos do pós-guerra, logo após o mundo ficar sabendo das proporções do Holocausto – A Luz é Para Todos. Em seu filme seguinte, Kazan voltou a enfrentar o racismo – desta vez, o racismo profundamente enraizado na sociedade norte-americana, o contra os negros, e até mesmo contra pessoas de pele clarinha, clarinha, mas que são consideradas negras se tiverem uma gota que seja de sangue de negro. Continue lendo “O Que a Carne Herda / Pinky”

(Disponível na Netflix em 3/2025.)
Mulheres do Século 20, de 2016, é um daqueles belos, sensíveis dramas familiares com que o cinema às vezes nos presenteia. Foi escrito e dirigido por um realizador que costuma deixar sua marca pessoal nos filmes que cria, Mike Mills, e tem grandes atores em belíssimas atuações – Annette Bening, Greta Gerwig, Elle Fanning, Billy Crudup e o jovem Lucas Jade Zumann, uma revelação. Continue lendo “Mulheres do Século 20 / 20th Century Women”

A grande, maravilhosa Agnès Varda dividiu toda sua gloriosa carreira alternando filmes de ficção com documentários. La Pointe Courte, sua estréia, o filme de 1955 que ela escreveu e dirigiu quando tinha apenas 27 anos, é, de uma maneira fascinante, uma mistura das duas coisas. Meio ficção, meio documentário. Continue lendo “La Pointe Courte”

(Disponível no Mubi, Apple TV, PrimeViddo.)
Um cartaz desta incensada, premiada co-produção Dinamarca-Suécia-Polônia de 2024 traz três avaliações feitas pela crítica: “Puro cinema”, “Extraordinário” e “Terrivelmente belo… assustadoramente atemporal”. A Garota da Agulha é, sim, puro cinema, extraordinário. Quanto ao belo e o terrivelmente atemporal, tenho minhas dúvidas. Continue lendo “A Garota da Agulha / Pigen med Nålen”

Paulo Mendes Campos escreveu que “o amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar…” E concluiu: “em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba”. Valentina, a personagem de Monica Vitti em A Noite, diz para o escritor Giovanni-Marcello Mastroianni: “Todas as vezes que tentei me comunicar com alguém, o amor foi embora”. Continue lendo “A Noite / La Notte”

(Disponível na Netfix em fevereiro de 2025.)
Densa. As Mães dos Penguins, série polonesa de 2024, é densa. Mary usou o adjetivo quando terminamos de ver o primeiro dos seis episódios, e ele ficou na minha cabeça durante os três dias que levamos para ver a série. Continue lendo “As Mães dos Pinguins / Matki Pingwinów”

Um filme que é o mais puro espírito dos anos 60, “a década que mudou tudo”. You’re a Big Boy Now, no Brasil Agora Você é um Homem, o filme que o jovem Francis Ford Coppola escreveu e dirigiu em 1966, é exatamente como seu tempo: louco, inquieto, inquietante, alegre, colorido, psicodélico, rápido, apressado, cheio de música, irreverente, jovial, irônico. Continue lendo “Agora Você é um Homem / You’re a Big Boy Now”

(Esteve disponível na Netflix até 2/2025.)
Eu não indicaria para um amigo, ou para o eventual leitor deste site, o filme The Vanishing, no Brasil O Mistério do Farol, produção do Reino Unido de 2018. Não porque seja um filme ruim – não é. É uma produção caprichada, bem cuidada, dirigida com firmeza pelo dinamarquês Kristoffer Nyholm, com fotografia excepcional e belas atuações do elenco, em especial Gerard Butler e Peter Mullan. Continue lendo “O Mistério do Farol / The Vanishing”

(Disponível no YouTube em 5/2025.)
É uma experiência muito interessante ver hoje, quase um século depois do seu lançamento, em 1932, este Ave do Paraíso/Bird of Paradise, uma produção ousada, impressionantemente bem realizada, visualmente poderosa ainda agora, décadas depois das CGI, as imagens geradas por computador, e em plena era da IA. Continue lendo “Ave do Paraíso / Bird of Paradise”