

Falo aqui de duas séries bem recentes, uma irlandesa, De Belfast ao Paraíso, de 2026, e uma egípcia, Catálogo, de 2025. Continue lendo “Séries que não vimos até o fim (2)”

Por Sérgio Vaz


Falo aqui de duas séries bem recentes, uma irlandesa, De Belfast ao Paraíso, de 2026, e uma egípcia, Catálogo, de 2025. Continue lendo “Séries que não vimos até o fim (2)”

(Disponível na Netflix em 4/2025.)
“Comunicação é tudo. Validar um ao outro, compartilhar preocupações, medos, tristeza, alegria. Um motivo comum do fim da paixão numa relação é não dar valor às coisas, é um parar de notar o outro.” Continue lendo “O Que Tiver Que Ser / Släpp Taget”

(Disponível na Netflix em 1/2026.)
O nome mais famoso internacionalmente do grande elenco da gostosa, divertida minissérie britânica Os Sete Relógios de Agatha Christie é o da exuberante Helena Bonhan Carter – e ela está maravilhosa como sempre. Mas, apesar de seu papel ser importantíssimo, seu personagem não está em cena durante boa parte dos cerca de 150 minutos da série de apenas três episódios. A protagonista da história é interpretada por Mia McKenna-Bruce, uma jovem que eu nunca tinha visto antes – mas de quem, posso apostar, o mundo ainda vai falar muito. Continue lendo “Os Sete Relógios de Agatha Christie / Agatha Christie’s Seven Dials”

(Disponível na Netflix em 1/2026.)
Sonhos de Trem/Train Dreams, produção independente norte-americana de 2025, é um filme em tom triste, melancólico, sobre um homem solitário, de natureza introspectiva, meditativa, que trabalha na construção de ferrovias e como lenhador no gelado Norte de Idaho, nas primeiras décadas do século XX. Continue lendo “Sonhos de Trem / Train Dreams”

(Disponível no Max em 4/2025.)
A Fronteira Oriental, minissérie polonesa de 2025, é um estupor, um troço acachapantemente bem realizado, impressionante, marcante. É uma história de deixar o espectador sem fôlego – uma trama intrincadíssima, atualíssima, contemporânea, de espionagem e contra-espionagem envolvendo a Polônia, a Bielorrússia e a Rússia. A ação se passa a partir de abril de 2021 – sete anos depois de a Rússia invadir a Criméia e apenas dez meses antes da invasão do Leste da Ucrânia e da guerra aberta contra o país. Continue lendo “A Fronteira Oriental / Przesmyk”

(Disponível na Netflix em 1/2026.)
Adeus, June/|Goodbye June é uma beleza de filme, uma obra feita com imensas doses de talento e sensibilidade. Trata de uma das coisas mais tristes da vida – a doença terminal, a espera pela morte que virá logo mas não se sabe exatamente quando, a angústia desesperadora dos parentes, as dores excruciantes, insuportáveis de quem se vai. Pois é: trata dessas coisas tenebrosas todas, de cara, de frente – e não é um filme pra baixo, depressivo, down. Continue lendo “Adeus, June / Goodbye June”

(Disponível na Netflix em 12/2025.)
“Esta é uma história real sobre dois homens que o mundo esqueceu. Um foi o 20º presidente dos Estados Unidos. O outro atirou nele.” Continue lendo “Como um Relâmpago / Death by Lightning”

(Disponível na Netflix em 12/2025.)
É uma deliciosa, agradabilíssima diversão este Wake Up Dead Man, no Brasil Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out (2025), o terceiro filme em que o detetive particular Benoit Blanc tem um caso bem difícil para resolver. Rian Johnson, o diretor e autor da história e do roteiro, acertou em tudo de novo, após Entre Facas e Segredos/Knives Out, de 2019, e Glass Onion: Um Mistério Knives Out, de 2022. Continue lendo “Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out / Wake Up Dead Man”

(Disponível na Netflix em 2/2025.)
Os Assassinatos de Åre, série sueca de 2025, tem apenas 5 episódios, em um total de cerca de 200 minutos, ou 3h20 – menos, portanto, que Assassinos da Lua das Flores de Martin Scorsese, ou O Brutalista, para dar só dois exemplos. A rigor, a série conta três histórias diferentes – e tem aquele jeito assim de que, se fizer sucesso, poderão vir mais temporadas por aí. Continue lendo “Os Assassinatos de Åre / Åremorden”

(Disponível no Mubi, Apple TV, PrimeViddo.)
Um cartaz desta incensada, premiada co-produção Dinamarca-Suécia-Polônia de 2024 traz três avaliações feitas pela crítica: “Puro cinema”, “Extraordinário” e “Terrivelmente belo… assustadoramente atemporal”. A Garota da Agulha é, sim, puro cinema, extraordinário. Quanto ao belo e o terrivelmente atemporal, tenho minhas dúvidas. Continue lendo “A Garota da Agulha / Pigen med Nålen”

(Disponível na Netflix em 11/2025.)
Se há um artigo que nunca está em falta no mercado são os bons filmes e/ou séries sobre crimes reais. Há muitos, e muito bons, feitos nos mais diferentes países – mais adiante vão alguns exemplos. No entanto, ver A Grande Descoberta, minissérie sueca de 2025, nos deixou, à Mary e a mim, fascinados, boquiabertos, queixos caídos. Continue lendo “A Grande Descoberta / Genombrottet”

(Disponível na Netfix em fevereiro de 2025.)
Densa. As Mães dos Penguins, série polonesa de 2024, é densa. Mary usou o adjetivo quando terminamos de ver o primeiro dos seis episódios, e ele ficou na minha cabeça durante os três dias que levamos para ver a série. Continue lendo “As Mães dos Pinguins / Matki Pingwinów”

(Disponível na Globoplay em 2/2025.)
Em 2022, exatos dez anos após Cine Holliúdy, o primeiro filme brasileiro com legendas em português por ser falado no mais arretado cearencês, Halder Gomes atacou com Bem-Vinda a Quixeramobim – e de novo, acertou em cheio. Continue lendo “Bem-vinda a Quixeramobim”

(Disponível na Netflix em 10/2025.)
The Woman in Cabin 10, co-produção Reino Unido-EUA de 2025, é um belo filme de mistério/suspense durante boa parte de seus curtos 92 minutos. A protagonista da história, uma bem-sucedida jornalista do Guardian de Londres, não é A Mulher na Cabine 10 do título: ela ocupa a cabine 8 do que é chamado de iate, mas mais parece um transatlântico. Ela ouve gritos na cabine do lado, vê marcas de uma mão ensanguentada na parede e garante que viu uma pessoa sendo jogada ao mar. Continue lendo “A Mulher na Cabine 10 / The Woman in Cabin 10”

(Disponível na Imovision em 9/2025.)
Em Sem Ursos (2022), um cineasta iraniano famoso, chamado Jafar Panahi, proibido pela ditadura dos aiatolás de filmar e também de deixar o país, sai de Teerã e instala-se em um povoado distante, bem próximo da fronteira com a Turquia. Dali, em um quarto alugado, dirige remota e secretamente seu novo filme, que está sendo rodado do outro lado da fronteira, bem perto, mas já em solo turco. Continue lendo “Sem Ursos / Khers Nist”