
Diana, que narra os dois últimos anos de vida da princesa mais amada das últimas muitas décadas, é um belo filme. Belo e triste. Muito belo, muito triste. Continue lendo “Diana”

Por Sérgio Vaz

Diana, que narra os dois últimos anos de vida da princesa mais amada das últimas muitas décadas, é um belo filme. Belo e triste. Muito belo, muito triste. Continue lendo “Diana”

Antes de se firmar como o mago das superproduções com aventuras de mundos fantásticos, diferentes deste nosso insensato aqui – a trilogia O Senhor dos Anéis, depois a trilogia O Hobbit –, o então bem jovem neo-zelandês Peter Jackson chocou e encantou todos os cinéfilos do planeta com uma história tragicamente real: um crime brutal cometido por duas adolescentes em seu país, em meados dos anos 1950. Continue lendo “Almas Gêmeas / Heavenly Creatures”

O mais comum, e mais lógico, é a canção ser criada para se encaixar na trama do filme. Canções extraordinárias foram feitas, por exemplo, especificamente para a história de amor entre Tony e Maria, em West Side Story, ou para as aventuras de Sally Bowles na Berlim entre guerras, em Cabaret. Continue lendo “O Mundo da Fantasia / There’s No Business Like Show Business”

Um sincero pedido aos jovens com menos de uns 25 anos que adoraram este filme e chegaram até aqui através de pesquisa no Google: melhor vocês não lerem o texto abaixo. Ler meu comentário sobre o filme só vai deixá-los irritados. Muito irritados. Continue lendo “A Menina que Roubava Livros / The Book Thief”

Em 1980, Clint Eastwood resolveu cometer uma comédia. Bronco Billy, seu sétimo filme como diretor, é uma homenagem ao Velho Oeste Selvagem, à paixão dos americanos pelo Velho Oeste, suas lendas – mas acaba também sendo uma homenagem ao western, o gênero que tornou Clint Eastwood um dos atores mais conhecidos do cinema em todo o mundo. Continue lendo “Bronco Billy”

Chinatown é de 1974, muito depois, é claro, do período 1940-1958, a época de ouro dos filmes noir. Ao contrário dos clássicos todos feitos ao longo daquelas duas décadas, não é preto-e-branco – a fotografia, de John A. Alonzo, é em glorioso Technicolor. Ao contrário de diversos daqueles clássicos, não se baseia numa história criada pelos grandes nomes das novelas hard-boiled, Dashiell Hammett, Raymond Chandler, James M. Cain, Cornell Woolrich. Continue lendo “Chinatown”

Labor Day, no Brasil Refém da Paixão, quinto filme desse garoto prodígio Jason Reitman, é muito, muito, muito bom. Um belo filme, caloroso, sensível, que sabe trafegar com elegância entre o previsível e o surpreendente. Continue lendo “Refém da Paixão / Labor Day”

Emma, co-produção Inglaterra-EUA de 1996, adaptação do romance de 1815 de Jane Austen, é uma absoluta gracinha, uma delícia, uma coisa fofa, delicada, meiga. Continue lendo “Emma”

A ação de Ladyhawke, no Brasil O Feitiço de Áquila, se passa na Idade Média. Não se especifica a época, mas é depois das Cruzadas, algo aí entre os séculos XIII e XIV. A trilha sonora tem muito solo de guitarra elétrica – forte, bela, envolvente, pop a não mais poder, a trilha composta por Andrew Powell tem a produção de Alan Parsons, o engenheiro de som dos mais belos discos de Pink Floyd, um gênio do estúdio da Londres pós-Beatles. Continue lendo “O Feitiço de Áquila / Ladyhawke”

Um Golpe Perfeito, no original Gambit, é uma gostosa, escrachada, salutar gozação do universo dos ricos apreciadores da grande pintura, que transformam as obras de arte em objetos de desejo, de consumo, de ostentação. Continue lendo “Um Golpe Perfeito / Gambit”

O tio, o personagem, é um peça, uma figura rara, daquelas carimbadas, que a gente encontra poucas vezes na vida. Meu Tio, o filme, também. Continue lendo “Meu Tio / Mon Oncle”

The Pretty One, no Brasil Diferenças & Semelhanças, é o primeiro longa-metragem de uma jovem que parece promissora, Jenée LaMarque. Nascida na Califórnia em 1980, ela – também autora do argumento e do roteiro – estava portanto com apenas 34 anos quando o filme foi lançado. Continue lendo “Diferenças & Semelhanças / The Pretty One”

Dois anos depois da obra-prima O Veredicto/The Verdict, de 1982, o grande Sidney Lumet fez este Garbo Talks. É certamente um dos filmes menos falados, menos vistos, de sua longa e extraordinária carreira de grandes obras, lançadas entre 1957 (12 Homens e uma Sentença) e 2007 (Antes Que o Diabo Saiba que Você Está Morto). Continue lendo “Fala Greta Garbo / Garbo Talks”

Eis aí uma pequena pérola, uma jóia perfeita, um filme de deixar o espectador feliz, levitando, cinco centímetros acima do chão. Continue lendo “A Gaiola Dourada / La Cage Dorée”

Forrest Gump é um gigantesco afresco. Resume, em 142 minutos de belo cinema, os principais acontecimentos da história dos Estados Unidos ao longo de três décadas – de meados dos anos 50 a meados dos 80 –, usando como fio condutor o protagonista da narrativa, o personagem do título. Continue lendo “Forrest Gump, o Contador de Histórias / Forrest Gump”