
Os exibidores brasileiros deram o título de Entre Dois Mundos a essa co-produção de Canadá-África do Sul-Inglaterra de 2007, mistura de épico com melodrama romântico. Continue lendo “Entre Dois Mundos / Partition”

Por Sérgio Vaz

Os exibidores brasileiros deram o título de Entre Dois Mundos a essa co-produção de Canadá-África do Sul-Inglaterra de 2007, mistura de épico com melodrama romântico. Continue lendo “Entre Dois Mundos / Partition”

Os Comancheros é um daqueles bons westerns produção A que ainda se faziam no início dos anos 60 – e foram ficando cada vez mais raros a partir daí. É dirigido por um mestre, Michael Curtiz, tem bom elenco encabeçado por John Wayne, uma trama sólida, interessante, diálogos saborosos, inteligentes, alguns dos elementos mais clássicos do gênero – e até outros bastante não convencionais. Continue lendo “Os Comancheros / The Comancheros”

Casos e Casamentos, no original apenas Mariages!, assim, com um gostoso ponto de exclamação, fica entre Cerimônia de Casamento/A Wedding, de Robert Altman (1978), e O Casamento do Ano/The Big Wedding, de Justin Zackham (2013). Continue lendo “Casos e Casamentos / Mariages!”

O Homem Errado (1956) é um dos filmes mais sérios, pesados, densos e realistas de todos os do mestre Alfred Hitchcock – ao lado de Lifeboat, no Brasil Um Barco e Nove Destinos. É também, seguramente (isso é um pequeno detalhe, mas é interessante), o filme de Hitch com o maior número de palavras escritas na tela. Continue lendo “O Homem Errado / The Wrong Man”

Bonecas Russas é um absoluto encanto, um colírio para olhos cansados de ver tanta coisa ruim nas telas e na vida real. É daqueles filmes que, como dizia Roger Ebert, nos faz sermos melhores. Continue lendo “Bonecas Russas / Les Poupées Russes”

Weeds tem todos os elementos para suscitar polêmica, criar bate-boca, atrair a ira dos conservadores de todos os matizes. É uma série de TV que mostra uma mãe de família de belo bairro traficando maconha. Tem tanto palavrão quanto um filme de Martin Scorsese sobre mafiosos – e fala de sexo da maneira mais aberta, franca, possível. Continue lendo “Weeds – As quatro primeiras temporadas”

Uma Longa Viagem, no original The Railway Man, co-produção Austrália-Inglaterra-Suíça de 2013 com Colin Firth e Nicole Kidman, demora um pouquinho a dizer a que vem. Bem pouquinho: exatos 13 minutos. Não que isso seja uma coisa ruim, um demérito, de forma alguma. Ao contrário. Continue lendo “Uma Longa Viagem / The Railway Man”

Em 1967, o ano em que os Beatles lançaram Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e Magical Mystery Tour e os Stones, Between the Buttons e Their Satanic Majesties Request, um estranho filme previa que, no futuro próximo, a Grã-Bretanha viveria num extraordinariamente tenebroso mundo em que governo, religião e indústria cultural se uniriam para usar a música pop como elemento de dominação da juventude. Continue lendo “Privilégio / Privilege”

Já vi muito filme na vida, mas acho que poucos começam com uma sequência tão violenta – e uma série de sequências tão francamente incomodativas, perturbadoras desagradáveis, repulsivas mesmo – quanto este Wild, que o diretor canadense Jean-Marc Vallée lançou em 2014. Continue lendo “Livre / Wild”


Se somos só nós, neste universo tão absurdamente grande – 400 bilhões de estrelas só na nossa galáxia –, parece um tremendo desperdício de espaço. Continue lendo “Magia ao Luar / Magic in the Moonlight”

Eis aí um filme hoje obscuro, pouco conhecido, e que no entanto é fascinante. Dirigido por Raoul Walsh em 1936, Klondike Annie, no Brasil A Sereia do Alaska, assim, com a letra k, é dinamite violentíssimo contra os moralistas, os preconceituosos, os fundamentalistas, os caretas, os babacas. Fala do encontro de uma puta e uma freira. Continue lendo “A Sereia do Alaska / Klondike Annie”

Dá para imaginar Emma Thompson e Timothy Spall, atores extraordinários, dos maiores que houve e que há, trabalhando mal, sendo caricatos, exagerados, canastrões? Continue lendo “Um Plano Brilhante / The Love Punch”

Ator excepcional, dos melhores que há desde que ficou amplamente conhecido em A Lista de Schindler (1993), Ralph Fiennes se mostra sensível, maduro, seguro, tranquilo – e excelente diretor de atores – em seu segundo filme como realizador. Continue lendo “O Nosso Segredo / The Invisible Woman”

Depois que terminou Domicílio Conjugal, o quarto filme da saga Antoine Doinel, François Truffaut chegou a dizer que não tinha vontade de fazer mais uma obra com o personagem. “Penso que eu terminei com Antoine Doinel”, disse ele à revista Cinéma 70. Continue lendo “O Amor em Fuga / L’Amour en Fuite”