
Depois de ver Perdido em Marte/The Martian, me ocorreu que Ridley Scott é hoje assim uma espécie de Cecil B. deMille, de David Lean. O Cecil B. DeMille das superproduções O Maior Espetáculo da Terra (1952) e Os Dez Mandamentos (1956), o David Lean da segunda fase, a das superproduções, a partir de A Ponte do Rio Kwai (1957). Continue lendo “Perdido em Marte / The Martian”














