
Romance e Cigarros, de 2005, foi o terceiro dos até agora cinco longa-metragens dirigidos pelo sempre ótimo ator John Turturro. Ele foi também o autor da história e do roteiro. Continue lendo “Romance e Cigarros / Romance & Cigarettes”

Por Sérgio Vaz

Romance e Cigarros, de 2005, foi o terceiro dos até agora cinco longa-metragens dirigidos pelo sempre ótimo ator John Turturro. Ele foi também o autor da história e do roteiro. Continue lendo “Romance e Cigarros / Romance & Cigarettes”

Convivem dentro do mesmo corpo da personagem interpretada por Saoirse Ronan dois seres – um humano e um de outro planeta muito mais desenvolvido que o nosso. Continue lendo “A Hospedeira / The Host”

April in Paris, musical da Warner Bros. feito para Doris Day brilhar, tem dois pontos em comum com Cantando na Chuva, da MGM. Os dois filmes foram lançados no mesmo ano, 1952. E ambos levam o título de uma canção que foi criada muito antes deles. Continue lendo “Paris em Abril / April in Paris”

Beatrice é podre de rica, teve um monte de boas oportunidades na vida. Está em geral alegre, até demais; fala pelos cotovelos, sem parar. Donatella é de família pobre, teve uma vida cheia de perdas e tragédias; é frágil, calada, fechada em si mesma. Continue lendo “Loucas de Alegria / La Pazza Gioia”

Men in Black, de 1997, assim como suas duas continuações, é uma absoluta delícia, uma diversão maravilhosa, inventiva, inteligente, fascinante. Continue lendo “MIB: Homens de Preto / Men in Black”

Tudo Vai Ficar Bem, de 2015, é o primeiro longa-metragem de ficção de Wim Wenders desde 2008, quando fez Palermo Shooting. Entre os dois, o grande realizador fez vários documentários, entre eles o belo Pina (2011), homenagem à coreógrafa Pina Bausch. Continue lendo “Tudo Vai Ficar Bem / Every Thing Will Be Fine”

Em 1951, o mesmo ano do excelente, maravilhoso Uma Aventura na África/The African Queen, Humphrey Bogart interpretou um tipo raro em sua carreira cheia de papéis de vilão, bandido, aventureiro, solitário: em The Enforcer, no Brasil Um Preço para Cada Crime, ele faz um dedicado homem da lei, o enforcer do título original, um promotor público. Continue lendo “Um Preço para Cada Crime / The Enforcer”

A história de Lance Armstrong, um dos desportistas mais famosos do mundo, sete vezes vencedor do Tour de France, é absolutamente impressionante, fascinante – e aterradora. Nas mãos de Stephen Frears, um dos melhores cineastas que há, não poderia ser diferente: este The Program, no Brasil Programado para Vencer, é um filmaço. Continue lendo “Programado para Vencer / The Program”

Nas décadas de 30 e 40, John Wayne fazia tantos filmes que os produtores andavam sem imaginação para criar títulos. Foram 66 filmes entre Men Without Women, o primeiro de 1930, e Alleghny Uprising, o último de 1939, e 32 entre Dark Command, o primeiro de 1940, e Sands of Iwo Jima, o último de 1949. Continue lendo “Quando a Mulher se Atreve / In Old Oklahoma ou War of the Wildcats”

Ô saco: mais um filme americano sobre família disfuncional.
Os mal-humorados poderiam perfeitamente dizer a frase acima. Prefiro dizer “ô delícia: mais um filme americano sobre família disfuncional”.
Continue lendo “Sete Dias Sem Fim / This is Where I Leave You”

Abre los Ojos, no Brasil Preso na Escuridão, de 1997, foi o segundo longa-metragem co-escrito e dirigido por Alejandro Amenábar. Veio logo depois de Morte ao Vivo/Tesis, do ano anterior. Dois belíssimos filmes, o bastante para chamar a atenção do mundo para esse jovem nascido em Santiago do Chile e criado desde 1 ano de idade na Espanha. Continue lendo “Preso na Escuridão / Abre los Ojos”

Em O Leopardo, seu único livro, o príncipe Giuseppe Tomasi Lampedusa colocou na boca de Tancredi Falconeri, o sobrinho predileto do protagonista, o príncipe de Salina, don Fabrizio Corbera, a frase que se tornou histórica: “Se quisermos que tudo permaneça como está, é preciso que tudo mude”. Continue lendo “Downton Abbey – A Sexta Temporada”

Só mesmo Jim Jarmusch, o diretor mais minimalisticamente cool, o cara que fez Estranhos no Paraíso (1984) e Down By Law (1986), poderia cometer este Coffee and Cigarettes, lançado como longa metragem de 95 minutos em 2003. Continue lendo “Sobre Café e Cigarros / Coffee and Cigarettes”

A vida de Joana D’Arc inspirou diversos filmes, e não é de se espantar, já que é uma vida em tudo por tudo absolutamente fascinante, das mais fascinantes histórias da História. Cecil B. DeMille fez Joana D’Arc – A Donzela de Orleans em 1916 – quatro anos antes de o papa Benedito XV a canonizar. Continue lendo “Santa Joana / Saint Joan”

O veterano Jean-Paul Rappeneau passou 12 anos sem lançar um filme, depois do maravilhoso Viagens do Coração/Bon Voyage, de 2003, uma obra excitante, feérica, um tour-de-force cheio de estilo, sobre a fuga de milhares e milhares de pessoas de Paris antes da chegada dos invasores nazistas, em 1940. Continue lendo “Belas Famílias / Belles Familles”