Em Hanna, reecontraram-se Joe Wright e Saoirse Ronan. Só pelo fato de que o diretor de Atonement dirigiu de novo a atriz que ele havia transformado em pequena estrela, em fetiche, na maior promessa do cinema nos últimos muitos anos, me sentei para ver Hanna com o babador abaixo da boca aberta. Continue lendo “Hanna”
Uma Vida Melhor / A Better Life
Uma beleza de filme, este Uma Vida Melhor. Um drama pesado, triste a não mais poder, sobre a vida de mexicanos imigrantes ilegais nos Estados Unidos e uma relação de pai e filho. A realidade que mostra é extremamente amarga, mas o filme não é amargo: passa uma imensa simpatia por aquelas pessoas pobres, sofridas. Continue lendo “Uma Vida Melhor / A Better Life”
Sete Noivas para Sete Irmãos / Seven Brides for Seven Brothers
Sete Noivas para Sete Irmãos é uma das mais deliciosas bobagens que o filmusical americano produziu. Continue lendo “Sete Noivas para Sete Irmãos / Seven Brides for Seven Brothers”
Confiar / Trust
Confiar/Trust é um belíssimo filme, um drama familiar sério, pesado, inquietante, apavorante. Fala dos perigos aos adolescentes que surgem pela internet, pelas facilidades da troca de mensagens com conhecidos e desconhecidos. Continue lendo “Confiar / Trust”
Toda Forma de Amor / Beginners
Toda Forma de Amor, no original Beginners, iniciantes, é um filme pessoal – e esta talvez seja a maior de suas qualidades, que não são poucas. É uma maravilha poder existir uma obra pessoal no cinema feito hoje nos Estados Unidos. Continue lendo “Toda Forma de Amor / Beginners”
Os Descendentes/The Descendants
Extraordinário, brilhante, belíssimo – um filmaço, este Os Descendentes. Continue lendo “Os Descendentes/The Descendants”
Margin Call – O Dia Antes do Fim / Margin Call
Margin Call – O Dia Antes do Fim, sobre a gigantesca crise financeira que explodiu em setembro de 2008, é um filme com diversas características bem fascinantes. Por exemplo: é uma produção independente, feita à margem dos grandes estúdios – mas tem grandes nomes no elenco. Continue lendo “Margin Call – O Dia Antes do Fim / Margin Call”
Balada Sangrenta / King Creole
A direção é de Michael Curtiz, o grande Michael Curtiz de Casablanca. Baseia-se em livro de Harold Robbins, autor de tantos best-sellers. Tem no elenco Carolyn Jones, um jovem Walter Matthau como um vilão nojento e a garota Dolores Hart num papel angelical, perfeito para seu rosto de anjo. Continue lendo “Balada Sangrenta / King Creole”
The Good Wife – A Segunda Temporada
Parecia humanamente impossível, mas os caras conseguiram: a segunda temporada de The Good Wife é tão boa quanto a primeira. Continue lendo “The Good Wife – A Segunda Temporada”
A Estranha Passageira / Now, Voyager
A Estranha Passageira/Now, Voyager – um veículo para demonstrar e celebrar o talento de Bette Davis, na época uma das maiores estrelas do cinema – é um dos dramalhões mais clássicos da era dourada de Hollywood. Ao contrário de muitos outros classicões dos anos 30 e 40, no entanto, ele envelheceu muito, desde que foi lançado, em 1942. Continue lendo “A Estranha Passageira / Now, Voyager”
Má Fé / Mauvaise Foi
Estreou muito bem na direção o francês descendente de marroquinos Roschdy Zem, ator tarimbado com mais de 70 filmes no currículo. Escolheu um assunto espinhoso: o casamento de uma judia com um descendente de muçulmanos na Paris de hoje, e todos os problemas que o casal é obrigado a enfrentar. Continue lendo “Má Fé / Mauvaise Foi”
Um Casal Perfeito / A Perfect Couple
O título desta comédia amarga que Robert Altman fez em 1979 – Um Casal Perfeito/A Perfect Couple – é, obviamente, uma brincadeira, uma gozação, uma ironia. É difícil encontrar um casal mais longe da perfeição do que o formado pelos dois protagonistas, Alex (Paul Dooley) e Sheila (Martha Heflin). Continue lendo “Um Casal Perfeito / A Perfect Couple”
A Rainha do Castelo de Ar / Luftslottet som sprängdes
Houve imensa divergência de opiniões sobre os três filmes suecos baseados na Trilogia Millennium, de Stieg Larsson – Os Homens que Não Amavam as Mulheres, A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar. Houve quem gostasse muito do primeiro, houve quem detastasse; muita gente concordou que o segundo e o terceiro não ficaram à altura do primeiro. Continue lendo “A Rainha do Castelo de Ar / Luftslottet som sprängdes”
O Filho de Frankenstein / Son of Frankenstein
É tratado com respeito e admiração, nos guias e outros alfarrábios, este O Filho de Frankenstein, lançado em 1939 pela Universal, o terceiro da série com Boris Karloff como o Monstro, depois de Frankenstein, de 1931, e A Noiva de Frankenstein, de 1935. Continue lendo “O Filho de Frankenstein / Son of Frankenstein”
Flechas de Fogo / Broken Arrow
Flechas de Fogo pode ter lá seus defeitinhos – e tem. Foi impossível não percebê-los, ao rever o filme agora como se fosse pela primeira vez (tinha visto garoto demais, não me lembrava de quase nada). Mas esses defeitos ficam ínfimos, de somenos importância, diante da grandeza do filme. Continue lendo “Flechas de Fogo / Broken Arrow”















