
(Disponível na Netflix em 11/2025.)
The Six Tripple Eight, no Brasil Batalhão 6888, produção americana de 2024, conta uma história ao mesmo tempo fascinante e aterradora. Uma história absolutamente, incrivelmente extraordinária – um episódio real da Segunda Guerra que, dá para garantir, era pouquíssimo conhecido até agora, 80 anos depois do conflito que já foi retratado em centenas e centenas de filmes.
É de deixar o espectador boquiaberto, queixo caído.
A rigor, a rigor, são duas histórias, dois diferentes episódios sobre os Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial que se unem, se mesclam, se misturam.
Um desses episódios é que, em um quartel na sulista e segregada Geórgia onde eram preparadas mulheres para a guerra – mulheres brancas, apenas –, formou-se também um batalhão exclusivamente de negras, chefiado por uma militar mais rígida, mais firme que as Montanhas Rochosas, a capitã Charity Adams. A capitã insistia junto a seus superiores que seu batalhão – o 6888, o Six Tripple A dos títulos – estava absolutamente pronto para lutar no front europeu. Pelo que o filme mostra, o racismo e a burocracia do Exército, unidos, faziam com que o batalhão jamais deixasse o quartel na Geórgia.
Paralelamente, aconteceu de o Exército dos United States of America na Europa se demonstrar absolutamente incompetente para entregar aos soldados no front as cartas de seus parentes, e para levar até os lares americanos as cartas escritas pelos soldados.
Pura e simplesmente as cartas não eram entregues!
Mary e eu nunca tínhamos ouvido falar nessa coisa absolutamente absurda, incrível, incompreensível. E creio que a imensa maior parte das pessoas também não.
A angústia, o desespero das famílias por não receberem cartas dos soldados no front europeu acabaram sendo levadas à primeira-dama Eleonor Roosevelt, uma mulher, segundo todos os testemunhos, extraordinária.
Eleonor e sua amiga Mary McLeod Bethune, uma ativista pioneira na defesa dos direitos das mulheres negras, sugeriram a Roosevelt usar aquele batalhão de mulheres para ajudar a desfazer o nó da não entrega da correspondência.

O presidente levou o pleito ao Ministério da Defesa.
O racismo, o machismo, a incompetência, o descaso para com a falta de comunicação entre soldados e seus entes queridos – tudo isso junto fez com que se entregasse de fato a tarefa de enfrentar aquele problema ao Batalhão 6888.
E a alta milicagem tinha a absoluta certeza de que aquelas negras não iriam conseguir resolver coisa alguma – até porque as condições que foram oferecidas a elas na Grã-Bretanha pelo próprio Exército dos EUA eram as piores possíveis.
As soldadas comandadas pela então major Charity Adams receberam sacos e mais sacos e mais sacos e mais sacos e mais sacos com 17 mil cartas não entregues.
Meu, isso aí aconteceu de verdade!
É espantoso, é louco, é fascinante, é assombroso, é aterrador. Como foi possível uma coisa destas?
Batalhão 6888 é um filme importante. por contar essa história incrível e, repito, seguramente muito pouco conhecida até agora. E também por realçar como era imenso, colossal, jupiteriano o racismo dos altos oficiais do Exército americano. E como ao crime hediondo do racismo se misturava, ali, o crime hediondo do machismo.

Um diretor que faz filmes sobre negros e negras
Como sempre acontece quando vejo filmes baseados em fatos reais, fico me perguntando por que e para que tantas pessoas usam o pouco tempo que lhes deram para viver acompanhando histórias de realidades alternativas, senhores dos anéis, games of thrones, transformers…
A história real é sempre mais surpreendente. Até exatamente por isso mesmo: por ser real, diacho!
Batalhão 6888 foi escrito, dirigido e produzido por Tyler Perry, um realizador nascido em Nova Orleans em 1969 que tem, em sua filmografia, uma série de filmes e séries de TV sobre negros e negras, como, para dar apenas alguns exemplos, Diário de uma Louca/Diary of a Mad Black Woman (2005), O Clube das Mães Solteiras (2014), sobre cinco jovens mulheres negras, Sistas (2019-2023), sobre cinco jovens mulheres negras, Beauty in Black (2024-2025), Divorced Sistas (2025), também sobre cinco mulheres negras.
O roteiro do realizador Tyler Perry se baseou no artigo do historiador Kevin M. Hymel “Fighting a Two-Front War”, lutando uma guerra de duas frentes, publicado na edição de fevereiro de 2019 da revista WWII History.
Tyler Perry tem grande experiência como produtor – são 86 títulos no seu currículo –, e é dono de sua própria empresa, Tyler Perry Studios, uma das companhias que produziram o filme, ao lado da Netflix, Mandalay e outras. Teve um orçamento de US$ 70 milhões – pequeno, em comparação a grandes produções de Hollywood, mas confortável para fazer um filme muito bem cuidado tecnicamente.
Um letreiro avisa, antes de vermos a primeira tomada do filme: “”Baseado em uma história real e nos relatos de testemunhas vivas…”
E, em seguida, há uma epígrafe: “”Nosso desejo é que vocês saibam que nós queremos ser e insistimos em ser consideradas parte da nossa democracia americana, não algo à parte dela.” – Mary McLeod Bethune.
Em um diálogo entre mulheres, mais adiante, será dito que Mary McLeod Bethune foi a fundadora, em 1935, do National Council of Negro Women. Conselho Nacional da Mulher Negra.
“Bem-vindas ao Sul, ladies! A segregação está no sangue.”
O autor e diretor Tyler Perry escolheu abrir seu filme com uma complexa sequência de guerra, envolvendo grande número de extras – uma batalha sangrenta em região com trincheiras, bombardeios, aviões sendo abatidos. Um letreiro especifica: “San Pietro, Itália, dezembro de 1943”.
Entre os muitos mortos na batalha está um jovem piloto que havia se alistado um ano antes, Abram David (o papel de Gregg Sulkin, na foto abaixo).
Há aí uma bela sacada no roteiro. Um soldado que tentou socorrer Abram pega uma carta que estava no bolso externo do uniforme do jovem piloto e o deposita em um saco de correspondência – e começamos a ouvir vozes em off de autoras de cartas para os combatentes ali no front, e dos soldados para seus parentes. – “Não sei se você receberá esta carta. Rezo para que você volte são e salvo…” “Querido William, volte logo. Está tudo bem?” “Michael, espero que volte em segurança.” “Faz mais de um ano que estou lutando.” “Penso em você todos os dias. Estou com muita saudade.” “Estou muito preocupada. Por que não respondeu às cartas?”
Enquanto ouvimos as vozes em off de autores das cartas, vemos tomadas de sacos com correspondência sendo levados para caminhões.
Essa abertura da narrativa, na Itália, não dura nem cinco minutos.

Na sequência seguinte, há um flashback, e estamos, conforme informa novo letreiro, em Bloomfield, Pensilvânia, 1942. O jovem judeu Abram David e a bela garota negra Lena Derriecott (o ppel de Ebony Obsidian, na foto acima) são, quase desde crianças, amigos muito próximos, muito queridos – para a indignação da lourinha Mary Kathryn (Sarah Helbringer) e todos os demais racistas do lugar. Os dois ainda não são propriamente namorados – mas estão apaixonadinhos um pelo outro, e, diante da severidade com que é tratado pela mãe da moça, Emma Derriecott (Donna Biscoe), Abram promete que, assim que voltar da guerra da Europa, pedirá formalmente o consentimento dela para cortejar Lena.
Depois que Abram embarca para o front, Lena decide que vai se alistar: ela também que ajudar a derrotar Hitler.
Há uma sequência impressionante, forte, no trem em que Lena embarca rumo ao Sul, rumo ao quartel na Geórgia onde são treinadas as novas soldadas do WAC, Women’s Army Corps, corpo feminino do Exército.
No meio da viagem, um oficial passa pelo vagão em que está Lena e diz: – “Preciso que todas vocês venham comigo”. Fica claro que ele está indicando os vagões da frente do trem.
Em seguida, ao ver que moças negras se levantam, ele se explica melhor: – “Não, não todas vocês.” E se dirige a uma moça de pele branca sentada junto de várias de pele escura: – “Você está vindo?” E a moça: – “Estou entendendo que você está separando as mulheres brancas. Eu sou negra.”
Uma moça um tanto cheinha, sotaque sulista carregado, exclama, enquanto as brancas estão seguindo o oficial para os vagões mais à frente da composição: – “Bem, estamos cruzando a Linha Mason-Dixon. Bem-vindas ao Sul, ladies! A segregação está no sangue desses brancos.”
The Mason-Dixon Line. Há tempos eu não ouvia a expressão. Linha horizontal originalmente traçada entre 1763 e 1767 pelos topógrafos e agrimensores Charles Mason e Jeremiah Dixon para demarcar as fronteiras da Pensilvânia, Maryland, Delaware e West Virginia, a Mason-Dixon Line passou a designar genericamente a fronteira entre os Estados escravagistas do Sul e os do Norte sem escravos.
Os Estados ao Sul da Mason-Dixon Line deixaram à força de ser escravagistas ao serem derrotados pelos do Norte na Guerra Civil Americana (1861-1865), mas continuariam legalmente segregacionistas até julho de 1964, quando lei sancionada pelo presidente Lyndon B. Johnson, a Civil Rights Act, afinal proibiu definitivamente a existência de leis estaduais que garantissem qualquer tipo de discriminação baseada em raça, cor, religião, sexo ou nacionalidade.

Susan Sarandon e Oprah Winfrey fazem participações especiais
Nessa sequência impressionante no trem e nas seguintes, no quartel da Georgia em que serão treinadas as recrutas pela capitã Charity Adams (interpretada por Kerry Washington, na foto acima) e seu braço direito, tenente Noel Campbell (Milauna Jackson), ficamos conhecendo algumas dessas novas companheiras da bela e doce Lena.
A sulista que falou às colegas de viagem sobre a Mason-Dixon Line se chama Johnnie May Burton (Shanice Shantay); veremos que resolveu se listar para fugir do marido brutal – e também para conhecer homens. É bem extrovertida, saidinha e fala um monte de palavrões.
De Nova York vem Bernice Baker (Kylie Jefferson), que, veremos depois, é uma excelente dançarina.
A moça de pele bem clara é Dolores Wasshington (Sarah Jeffery). Ela é bem próxima de sua prima Elaine White (Pepi Sonug).
Todas elas vão sofrer nas mãos da capitã Charity Adams e da tenente Noel Campbell, até aprender a serem duras soldadas. E, quando já treinadas, vão ser enviadas para a Europa, não com a missão de lutar contra os nazistas, mas para a missão impossível de fazer com que a correspondência acumulada de anos fosse enfim entregue aos destinatários.
Ebony Obsidian como Lena Derriecott, Milauna Jackson como a tenente Campbell, e, como recrutas, Kylie Jefferson, Shanice Shantay, Sarah Jeffery, Pepi Sonuga. Confesso minha ignorância: não conhecia nenhuma dessas atrizes, que, imagino, tenham fama entre as platéias de filmes com elenco all-black, como eles dizem. Delas, só conhecia Kerry Washington, que faz a capitã Charity Adams – ela está em vários filmes já comentados neste site.
As personagens centrais da história são a capitã Charity Adams de Kerry Washington e a jovem Lena Derriercott de Ebony Obsidian.
Muitíssimo menos tempo que elas, e de que Kylie Jefferson, Shanice Shantay, Sarah Jeffery e Pepi Sonuga, aparecem na tela Susan Sarandon, Oprah Winfrey e Sam Waterston. Esse veterano, respeitadíssimo ator e as duas imensas estrelas têm participações especiais, respectivamente como o presidente Franklin D. Roosevelt, a primeira-dama Eleonor Roosevelt e a ativista Mary McLeod Bethune, na sequência importantíssima da trama em que, na Casa Branca, o casal Roosevelt e sua amiga ativista dos direitos das mulheres negras exigem de dois empertigados, presunçosos e racistas generais do Departamento de Guerra que se resolva a questão da correspondência não entregue.
Essa sequência acontece quando o filme está com 42 minutos.
Depois dela, o Batalhão 6888 embarca em um navio da Marinha para a travessia do Atlântico.

A oficial Charity Adams passou a dar o nome de um quartel
Ao final da narrativa, no momento em que em geral os filmes baseados em histórias reais apresentam letreiros com as informações sobre fatos ocorridos após o que foi mostrado, o realizador Tyler Perry brinda o espectador com algo absolutamente sensacional. A Lena Derriecott real (na foto abaixo), aos 100 anos de idade – enxuta, inteirinha – lê diante da câmara o que está anotado em uma folha de papel:
– “Foi muito trabalho, muita tristeza. Ninguém nos agradeceu pelos nossos serviços, nem nos incluiu nos desfiles comemorativos. Não reconheceram nosso trabalho duro e serviço altruísta. Nos trataram melhor na Europa do que nos Estados Unidos quando retornamos. Quer dizer – até agora.”
Aqui começam a entrar fotos de colegas de Lena – elas já velhinhas, segurando fotos de quando eram soldadas do Exército. E a voz de Lena continua:
“As pessoas estão começando a reconhecer o que fizemos. Até recebemos a Medalha de Ouro do Congresso por nosso serviço. Não é incrível?”
Entram então imagens de cinejornais mostrando o Batalhão 6888 desfilando, e um letreiro nos informa:
“O 6888º Batalhão do DIretório Postal Central foi a única unidade só de mulheres de cor do Women’s Army Corps a servir na Europa durante a Segunda Guerra Mundial.”
E ouvimos a voz da então primeira-dama Michelle Obama: – “Aí chegamos ao século XXI, e as mulheres se tornaram membros de pleno direito do Exército dos Estados Unidos. E recebemos hoje aqui duas mulheres incríveis, (…), Mary Ragland e Alyce Dixon, que serviram no 6888, a única unidade só de mulheres afro-americanas do Women’s Army Corps a servir fora do país na Segunda Guerra Mundial”.
Uma pequena imagem de Michelle Obama no cantinho direito inferior da tela mostra que aquele discurso foi pronunciado na inauguração do Memorial das Mulheres em Washington.
E vão surgindo na tela os nomes de todas as 855 mulheres do 6888º Batalhão. (Na foto abaixo, Ebony Obsidian como Lena Derriecott.)

Ainda tem mais. Um letreiro nos conta, enquanto continuamos vendo imagens da época, com as mulheres do Batalhão desfilando: “Em 27 de abril de 2023, a Base Militar Forte Lee, chamada assim em homenagem ao general confederado da Guerra Civil, foi renomeada Forte Gregg-Adams, em honra de dois pioneiros pretos do Exército dos Estados Unidos, tenente-general Arthur Gregg e tenente-general Charity Adams. A redesignação do forte em homenagem a Adams fez dela a única mulher preta na história dos Estados Unidos a receber tal honra.”
(É bom registrar: em todo este texto, usei negro para quando no original se diz “negro”, e preto para quando em inglês se diz “black”. O significado dos termos, sabemos, passou por mudanças profundas nas últimas décadas. O “negro” que antes era usado com orgulho passou a ser tido como ofensivo, quase tão ofensivo quanto o hoje tido como o pior de todos, “nigger”. A tal ponto que, neste ano da graça (ou seria da desgraça?) de 2025 Sean Lennon produziu uma nova edição do disco dos pais de 1972, Some Time in New York City, em que foi extirpada a canção fortíssima, virulentamente anti-racista e anti-machista “Woman is the Nigger of the World”.)
Infelizmente, há problemas. Os atores não estão bem
Depois dessa última informação sobre Charity Adams ser a única mulher preta na história dos Estados Unidos a ter a honra da dar o nome a uma unidade militar, começam os créditos finais – e a primeira informação deles é que atuaram como consultores da produção do filme Lena Derriecott King – seu nome após o casamento, na volta aos Estados Unidos, com o soldado Hugh Bell (Jay Reeves), e Kevin M. Hymel, o historiador autor do artigo em que baseia o roteiro do filme.
O filme teve uma indicação ao Oscar de melhor canção original, para “The Journey”, de Diane Warren.
No IMDb, ele estava, em novembro de 2025, com a nota 6,7 em 10, média da avaliação de 30 mil leitores do site enciclopédico.
No Rotten Tomatoes, estava com a aprovação de 72% dos leitores e 56% entre 57 críticos. O “consenso dos críticos” é o seguinte: “The Six Triple Eight conta uma importante história real com uma rígida Kerry Washington no comando, mas a apresentação excessivamente sentimental, infelizmente, não permite que esses eventos inspiradores falem por si mesmos”.
Bem. Devo dizer – porque este é um site absolutamente pessoal, em que dou minhas impressões pessoais sobre os filmes – que fiquei bem dividido enquanto via o filme, e também depois, enquanto escrevia aqui. Por um lado, não há como não reconhecer a importância do filme. Por outro, no entanto… Me pareceu absolutamente assustador como todos, todos, todos os atores estão trabalhando mal. É assustador, é impressionante. Conta-se uma história real – e no entanto as interpretações são todas o mais distante do realismo e da naturalidade quanto possível. Os atores parecem ter tido ordem para demonstrar o tempo todo que não estão fazendo de conta que são aqueles personagens, e sim para deixar claro que estão participando de uma encenação – em um circo.
Cada gesto, cada entonação – é tudo falso. É tudo antinormal, antinatural. Circense.
E há falhas absurdas, inacreditáveis no roteiro.
Seria de se imaginar que a falta de entrega das cartas aos remetentes. ao longo de anos, fosse algo que se discutia no país, que tivesse repercussão na imprensa.

O que o filme mostra é que uma solitária mulher fica parada diante da Casa Branca, durante dias. A primeira-dama Eleonor Roosevelt a vê parada lá sob uma chuva torrencial e pergunta ao mordomo quem é ela, o que ela quer. Aí resolve ir até lá, com o mordomo. Leva uma sombrinha para ela, pergunta o que ela quer. Enchardinha, a mulher conta que não recebe cartas dos filhos que estão no front europeu. Aí então, finalmente, Eleonor Roosevelt diz que é melhor ela entrar e contar direitinho como é que é essa coisa de não receber cartas.
Corta, e vem a sequência em que Franklin D. Roosevelt, com a presença de Eleonor e sua amiga Mary McLeod Bethune, exige dos generais do Departamento de Defesa que dêem um jeito de resolver a questão das cartas não entregues.
Ora, meu… Orra, meu! Isso é a mais grotesca porcaria de forma de se apresentar, em linguagem dramática, aquela incrível história real!
O que ficou na minha cabeça foi uma sensação assim: puxa vida, que pena que essas histórias tão importantes, e até agora tão pouco conhecidas, tenham sido contadas em um filme que tem várias qualidades, mas, diacho, a rigor não chega a ser um grande filme.
Anotação em novembro de 2025
Batalhão 6888/The Six Tripple Eight
De Tyler Perry, EUA, 2024
Com Kerry Washington (capitã depois major Charity Adams),
Ebony Obsidian (Lena Derriecott),
Dean Norris (general Halt), Milauna Jackson (tenente Noel Campbell, o braço direito de Charity Adams), Kylie Jefferson (Bernice Baker, a recruta que vem de Nova York), Shanice Shantay (Johnnie Mae Burton, a sulista extrovertida), Sarah Jeffery (Dolores Washington), Pepi Sonuga (Elaine White), Sarah Helbringer (Mary Kathryn, a loura racista), Jay Reeves (soldado Hugh Bell, que se apaixona por Lena), Jeanté Godlock (Vera Scott), Moriah Brown (Inez Bright), Gregg Sulkin (Abram David, o namorado de Lena), Donna Biscoe (Emma Derriecott, a mãe de Lena), Baadja-Lyne Odums (Susie), Jeffery Thomas Johnson (coronel Davenport), Nick Harris (chapelão Clemens), Austin Nichols (Collins)
e, em participações especiais, Susan Sarandon (Eleonor Roosevelt), Sam Waterston (Franklin D. Roosevelt), Oprah Winfrey (Mary McLeod Bethune)
Roteiro Tyler Perry
Baseado no artigo “Fighting a Two-Front War”, de Kevin M. Hymel.
Fotografia Michael Watson
Música Aaron Zigman
Montagem Maysie Hoy
Casting Kim Coleman
Desenho de produção Sharon Busse
Figurinos Karyn Wagner
Produção Nicole Avant, Angi Bones, Carlota Espinosa. Tyler Perry, Keri Selig, Tony L. Strickland, Netflix, Georgia Department of Economic Development, Tyler Perry Studios, Mandalay Pictures e outras.
Cor, 127 min (2h07)
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