Uma Linda Mulher / Pretty Woman


Nota: ★★½☆

Anotação em 2009: O que dizer de Pretty Woman? Acho que, a esta altura, importa menos discutir os defeitos ou até eventuais qualidades do filme do que tentar entender por que este absurdo, implausível, ilógico, previsibilíssimo conto de fadas virou o fenômeno que virou.

Antes de mais nada, devo dizer que só fui ver Pretty Woman agora, final de 2009, quase 20 anos depois que ele foi feito e fez aquele tremendo, arrasador sucesso. Tenho um amigo que nunca viu E.T – um fenômeno, uma raridade. Deve ser o único no mundo. Eu não queria ser o único sujeito do mundo que nunca tinha visto Pretty Woman.

Não foi uma má experiência; não foi traumático. Até me diverti. Como é possível não se divertir num filme que abre focalizando as coxas e a bunda de Julia Roberts, e tem o rosto e as coxas e o sorriso de Julia Roberts em cena quase o tempo todo?

Bem, talvez esteja exatamente aí ao menos uma das explicações para o sucesso do filme: Julia Roberts. Essa moça foi – acho que não há dúvida alguma sobre isso – a maior estrela do cinema nos anos 90. E foi neste filme que ela explodiu. Tudo bem, teria o sabor de quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha – foi Julia Roberts que tornou Pretty Woman um arrasa-quarteirão, ou foi Pretty Woman que a tornou estrela? Tantôfas, como diria a Fernanda – as duas afirmações são corretas.

Fiz a afirmação acima – ela foi a maior estrela do cinema nos 90 –, disse que isso é inquestionável, mas eu mesmo quis checar. Fui atrás da revista Premiere versão americana, e achei logo o exemplar de maio de 2001 com a “2001 Power List”, a lista dos nomes mais poderosos da indústria cinematográfica americana, obviamente a mais poderosa do mundo. A lista abre com os então chefões dos estúdios; o primeiro ator a aparecer é Tom Hanks, em 10º lugar; Tom Cruise é o 11º, e aí vem ela, em 12º lugar – a primeira atriz na lista do poder em Hollywood. “Ela é a nossa deusa preferida”, diz a revista. Ganhou US$ 20 milhões para estrelar Erin Brockovich. Estrelou três filmes que renderam consecutivamente mais de US$ 100 milhões .

Nos últimos anos, virou meio passatempo global falar mal de Julia Roberts; zapeando, já vi programas em que ela é descrita como egoísta, dinheirista, carreirista, pouco generosa, etc, etc. Mas o fato é que Julia Roberts foi a última grande estrela do cinema – depois dela, ainda não surgiu nenhuma outra que tenha sua estatura.

Está lá na descrição dela no livro 501 Movie Stars, de 2007, que dedica a ela três páginas (Marilyn Monroe tem duas): “Muito simplesmente a atriz mais popular dos Estados Unidos; alta e magra, com um imenso sorriso; rainha da comédia romântica; uma das atrizes mais bem pagas do cinema; produtora”. “Tornou-se o padrão de qualidade e popularidade nos filmes americanos, e tem sido capaz de manter essa posição ano após ano.”

Natureba como um hambúrguer do McDonald’s

E ela está linda, lindíssima, maravilhosa, resplandescente, como a garotinha da Georgia que vai para Los Angeles e acaba virando puta, fazendo trottoir no Hollywood Boulevard, e aí por mero acaso conhece um príncipe encantado, um biliardário de Wall Street que está passando uma semana do outro lado do país para adquirir o controle de uma gigantesca corporação que, entre outras coisinhas, fabrica navios.

Então: essa situação, o encontro da puta de rua Vivian Ward com o biliardário Edward Lewis (o papel de Richard Gere, ainda nos tempos em que a cabeleira dele era preta), e tudo o que virá a seguir, é tão natural quanto um hambúrguer do McDonald’s, tão comum quanto nevar no Saara, tão crível quanto a honestidade e o espírito público de um José Roberto Arruda, Jáder Barbalho ou José Sarney.

Ou seja: o filme parte de uma situação absurda, inverossímil, e vai prosseguindo nisso o tempo todo. Os próprios personagens se vêem obrigados a descrever aquilo como um conto de fadas, uma Cinderela, uma Rapunzel.

Mas talvez seja exatamente isso, depois da beleza, do encanto, do charme de Julia Roberts, com aquelas pernas que não terminam nunca, aquela boca que também não termina nunca, aquele sorriso imenso que parece vai engolir a câmara e os espectadores, que fascinou tantos milhares de pessoas no planeta inteiro. Assim como só meu amigo Fábio de Domenico é o único sujeito que nunca viu E.T., a chinesinha pentelha do filme A Princesa de Nebraska é a única pessoa do mundo que não gostou de Pretty Woman. Porque as pessoas – ou, no mínimo, a imensa maioria das pessoas – adoram um conto de fadas. Adoram um escapismo, uma fuga da realidade durante 90, 100 minutos, numa sala escura de cinema ou no conforto da poltrona predileta.

Quase absolutamente tudo é irreal em Pretty Woman, onde até o gerente do hotel (interpretado por Hector Elizondo) tem um coração gigantesco. Mas e daí? É um conto de fadas, um sonho, e as pessoas adoram um conto de fadas, um sonho.

E como resistir ao filme, quando, lá pela metade – e já estava demorando –, enquanto tomadas rapidíssimas vão mostrando a putinha de coração puro feito Branca de Neve experimentando um monte de roupa chique, carésima, vem a voz de Roy Orbinson cantando “Oh Pretty Woman”? Meu, aumenta que isso aí é o pop mais delicioso que existe, a estrela é linda, o filme é uma grande bobagem inverossímil mas é divertido, e a gente esquece da vida.

Um tipo simbólico, um arquétipo

Me diverti muito com o personagem do biliardário, o magnata sem coração, frio, calculista, filho da puta, que só pensa no lucro, o financista que compra grandes empresas em dificuldades, as retalha e vende as partes com um lucro astronômico – como os pequenos ladrões fazem com os carros que desmancham, nota, com agudo senso, a putinha que era boa. O biliardário filosofa com ela: – “Você e eu somos criaturas muito parecidas, Vivian. Nós dois fodemos as pessoas por dinheiro.”

O financista, o sujeito que vive do capital especulativo, o banqueiro, o cara de Wall Street, este é um dos tipos mais odiados da história do cinema americano. Bem, não só do cinema, mas também dos americanos na vida real; basta lembrar tudo o que se falou de Wall Street na grande crise do sistema financeiro que estourou em 2008; há um ódio profundo – e nada destituído de razão – pelos banqueiros, financistas. É uma tradição da cultura americana opor Wall Street – o centro financeiro do mundo, o símbolo do capitalismo financeiro – à Main Street, que simboliza o capitalismo empresarial, a indústria, o comércio, a agricultura, que produz bens.

Desde a década de 20 Frank Capra falava mal dos financistas, dos capitalistas do sistema financeiro, dos bancos. O próprio Edward Lewis, o biliardário de Pretty Woman, fala mal dele mesmo: “Eu nunca construí nada”. Como nos velhos e maravilhosos filmes de Capra, evidentemente que Edward descobrirá, a partir de seu encontro com Vivian, que ele tem, sim, um coração, e ele pode mudar, ele pode ficar bonzinho, pode abandonar seus velhos métodos e passar a agir de acordo com o coração recém-descoberto, e não mais de acordo com sua carteira de dinheiro.

Uma Julia Roberts linda, um conto de fadas, e ainda por cima uma história que mete o pau nos banqueiros e financistas gananciosos. Acho que são três bons motivos para transformar um filmezinho besta num fenômeno mundial.

Mas vamos ver outras opiniões.

Parece interessante a crítica do AllMovie, assinada por Brendon Hanley. A ver: “Pretty Woman foi um dos mais inesperados blockbusters do início dos anos 90. O protagonista masculino, Richard Gere, não tinha tido um sucesso desde An Officer and a Gentlemen (A Força do Destino), de 1983, e a jovem Julia Roberts ainda estava tentando ter um papel principal. O filme foi originalmente escrito como um drama corajoso, que o estúdio e o diretor Garry Marshall transformaram num conto de fadas charmoso embora implausível, devido à inegável química dos dois atores principais. O resto é história da bilheteria: o filme eventualmente rendeu US$ 450 milhões no mundo inteiro e virou um ponto de referência cultural. Alguns espectadores criticam o filme pela visão que ele apresenta da prostituição, mas a atuação charmosa de Roberts fez o filme adquirir um tom leve, de fantasia romântica. Ela recebeu uma indicação ao Oscar.”

Interessantíssima informação: o roteiro era de um drama! Cacilda!

Essa informação está também no livro 1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer: “Uma comédia romântica estilo dos anos 40 com um toque moderno, Uma Linda Mulher chegou como um antídoto refrescante contra os filmes machões de pancadaria que dominaram a produção de Hollywood no final dos anos 80. Com uma das maiores bilheterias dos anos 90, o filme foi bem sucedido em tornar os ‘filmes de namoro’ novamente populares. Nada mau para um filme que foi concebido originalmente como um retrato deprimente da prostituição em Los Angeles, conforme o roteiro original, intitulado 3 mil.”

Para quem não lembra, três mil é a quantia acertada entre Edward e Vivian para que ela passe a semana com ele na cobertura do hotel chiquíssimo em Beverly Hills. “Eu teria topado por 2 mil”, ela diz. E ele: “Eu teria pago 4 mil”.

E diz ainda o 1001 Filmes: “A história toda é altamente improvável, é claro (…), mas o puro charme de Uma Linda Mulher nunca deixa de transparecer. Uma roupagem moderna de Pigmalião e Cinderela combinados em um só filme, este recebe de quebra as atuações de primeira de duas estrelas que fazem bem aos olhos, a direção certeira de Garry Marshall e um roteiro inteligente e divertido.”

O filme está também no livro 501 Must-See Movies. Leonard Maltin dá 3 estrelas em 4: “Leve, charmoso, divertido o tempo todo, com Roberts como uma delícia especial”. Roger Ebert dá 3,5 estrelas em 4: “Eis aqui um filme que poderia ter nos levado a ruas perigosas, para a profundidade da injustiça, e no entanto brilha como romance”.

Euzinho dou 2,5 estrelas em quatro – porque, a rigor, a rigor, o filme é uma grande bobagem, certo? –, mas repito: só um louco de pedra e doente do pé e do olho não se divertiria num filme que abre focalizando as coxas e a bunda de Julia Roberts, e tem o rosto e as coxas e o sorriso de Julia Roberts em cena quase o tempo todo.

Uma Linda Mulher/Pretty Woman

De Garry Marshall, EUA, 1990

Com Richard Gere (Edward Lewis), Julia Roberts (Vivian Ward), Ralph Bellamy (James Morse), Jason Alexander (Philip Stuckey), Laura San Giacomo (Kit De Luca), Hector Elizondo (o gerente do hotel), Alex Hyde-White (David Morse), Amy Yasbeck (Elizabeth Stuckey)

Roteiro J.F. Lawton, Stephen Metcalfe

Fotografia Charles Minsky

Música James Newton Howard

No DVD. Produção Touchstone Pictures

**1/2

7 Comentários

  1. Jussara
    Postado em 21 dezembro 2009 às 11:33 pm | Permalink

    Como assim, vc nunca tinha visto Pretty Woman? Estranhei pq tem textos aqui de filmes bem piores, aos quais eu não dedicaria nem dez minutos…

    Dizem que a Julia Roberts é muito antipática e grossa com a imprensa, não sei se é verdade, mas ela tem essa fama. Eu acho que ela é uma boa atriz e que ninguém fez comédia romântica como ela (hum, será isso uma qualidade?), só que não consigo ver beleza ali. Pra mim ela tem carisma, charme, simpatia. Gosto muito dela atuando, dá leveza aos filmes, mesmo quando interpreta uma Erin Brockovich. Ela exerce em mim quase que a mesma atração que a Susan Sarandon, uma das atrizes que mais gosto de ver em cena. Só que a Susan consegue passear numa comédia e num drama com a mesma intensidade. Já a Julia não sei se tem cacife para tanto.

    Vi esse filme mil vezes na TV e acredito que ele foi um dos mais transmitidos pelos canais abertos na década de 90, na mesma proporção que Rambo II – A Missão, e Curtindo a Vida Adoidado, rsrs. Não lembro mais da história, mas certamente o romance , ainda que inverossímil, como vc disse, deve ter me cativado na época da adolescência. Talvez ele tenha feito sucesso comigo por causa 50% do Richard Gere e 50% da música-tema.
    Adoro a cena em que ele volta com ela à loja de vendedoras esnobes e sai comprando tudo. Quem não adoraria poder fazer isso na vida real? Ainda mais com um Richard Gere cheio de poder e dinheiro a tiracolo.

  2. Sérgio Vaz
    Postado em 22 dezembro 2009 às 2:33 pm | Permalink

    Sim, sim, sim, Jussara, você tem toda razão: tem textos aqui de filmes bem piores, mas bem piores que Pretty Woman. Sem dúvida alguma.
    Me sinto na obrigação de dar algumas explicações, em especial a você, que é minha mais fiel leitora; tentei fazer isso na Apresentação, mas acho que não está claro.
    Este site não tem lógica alguma. Não há qualquer tipo de lógica que explique sobre quais filmes escrevi, e sobre quais deixei de escrever.
    Até eu fazer o site, em meados de 2008, eu anotava para mim mesmo as impressões que tinha tido ao ver um determinado filme. Mas não escrevia sobre todos os filmes que via. Tudo dependia do momento. Não tinha qualquer lógica. Não escrevi sobre alguns dos filmes de que mais gostei na vida – All That Jazz, Cabaret, A Missão, O Leopardo, só para citar os primeiros que me vêm à cabeça. Escrevi sobre muita porcaria, e deixei de escrever sobre muita obra-prima. Não há lógica alguma.
    Depois que o site entrou no ar, passei a escrever sobre praticamente todos os filmes que vejo. Mas vejo filmes sem obedecer a nenhuma lógica, nenhum planejamento. É uma coisa absolutamente randômica, aleatória – vou na locadora e pego filmes velhos, filmes novíssimos, clássicos, outros que sei que são no máximo diversão. É tudo aleatório.
    E Pretty Woman simplesmente tinha me escapado.
    Talvez eu devesse me organizar – fazer uma lista das piores lacunas do site e ir atrás desses filmes importantes que não estão aqui. Mas até agora, pelo menos, não consegui fazer nada parecido com uma organização. É tudo shuffle, que nem no meu iPod – nunca sei a música que virá em seguida.

  3. José Luís
    Postado em 21 dezembro 2011 às 8:45 pm | Permalink

    Detesto este filme, é mesmo o género de cinema de que fujo a sete pés.
    Comédia romântica, Deus me livre!

  4. Sérgio Vaz
    Postado em 21 dezembro 2011 às 11:01 pm | Permalink

    Caríssimo José Luís, este aqui é um território em que nós – que concordamos em tantas coisas – nos afastamos como se houvesse um Atlântico entre nós. Eu adoro uma comédia romântica!
    Grande abraço!

  5. Carlos Noronha
    Postado em 6 janeiro 2012 às 5:54 pm | Permalink

    “Uma Linda Mulher” é um filme bonito, agradável, com uma beleza e elegância dignas dos grandes clássicos. O elenco, além de bonito, tem uma química que parece ir além das câmeras. A Julia Roberts está na sua melhor fase e o Richard Gere, perfeito. O filme tem todos os ingredientes para satisfazer um bom e inesquecível entretenimento. Até mais…!

  6. Elena
    Postado em 9 março 2012 às 2:20 pm | Permalink

    Olha, gosto muito desse site e das críticas, acompanho sempre, nunca comento,mas dvo dizer que me incomoda, e muito, certo moralismo implícito,e muitas vezes EXPLÍCITO em algumas dessas críticas. Lendo a critica de flores de aço vi o comentario sobre julia roberts fazer a “puta” que casa com o milionario, e chegando aqui, vejo mais uma serie de comentarios como esse, machistas ao extremo. fora alguns em outras críticas sobre “homos”. acho isso tão desnecessario. oc inema está aó justamente pra romper pré julgamentos que temos cristalizados em nossa mente, seja atraves de um tema e historia seria, seja atraves de fantasia, “conto de fadas”.

    mas resumir a uma puta e um milionario= contos de fadas. serio?

    ontem foi dia internacional da mulher. acho que TODAS as mulheres do mundo, com suas historias, merecem respeito. Inclusive as pretty woman.

    causou incomodo. a bunda e bla bla da julia tb. acho q a ATRIZ merece mais né? independente de tres gostado ou nao do filme.

    abçs

  7. Sérgio Vaz
    Postado em 9 março 2012 às 11:11 pm | Permalink

    Cara Elena,
    Sua mensagem me surpreendeu, me deixou perplexo, atônito.
    Jamais me julguei moralista, anti-homossexuais, e menos ainda machista.
    Na verdade, sempre me considerei exatamente o contrário de tudo isso. Exatamente o contrário.
    Tenho algumas amigas (seria presunçoso se dissesse que tenho muitas, e não sou nem quero parecer presunçoso) que me conhecem muito bem e que gostam da minha visão pró-feminista. Na verdade, algumas amigas acham que tenho uma alma quase feminina.
    Uma das experiências mais gratificantes que tive na vida foi trabalhar, sob a direção de minha ex-mulher, numa revista feminina, a Marie Claire, no começo de sua existência, numa redação formada quase exclusivamente por mulheres. Cheguei na redação sendo olhado com reserva pelas colegas, que não me conheciam – e acho qaue não seria presunçoso dizer que saí de lá, dois anos depois, sendo respeitado e gostado pela maioria delas. Não creio que isso pudesse acontecer com um machista, moralista.
    Talvez eu esteja profundamente enganado a respeito de mim mesmo.
    Mas existe também a possibilidade de você não ter compreendido bem o que escrevi nas minhas anotações sobre os filmes.
    De qualquer forma, muito obrigado por expressar sua opinião.
    Um abraço.
    Sérgio

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