Adeus, Lênin! é uma obra-prima. É um dos melhores filmes feitos nos anos 2000.
É daqueles filmes perfeitos, em que tudo se ajusta, tudo dá certo, não sobra nada, não falta nada. Continue lendo “Adeus, Lênin! / Good Bye Lenin!”

Por Sérgio Vaz
Adeus, Lênin! é uma obra-prima. É um dos melhores filmes feitos nos anos 2000.
É daqueles filmes perfeitos, em que tudo se ajusta, tudo dá certo, não sobra nada, não falta nada. Continue lendo “Adeus, Lênin! / Good Bye Lenin!”
Gonzaga – De Pai pra Filho é um filme extraordinário. Continue lendo “Gonzaga – De Pai pra Filho”
A vida, segundo o Bergman de Persona, é um emaranhado de perguntas, questionamentos. De respostas, estamos em falta. Persona não fornece respostas – só perguntas, questionamentos, dúvidas, inquietações. Continue lendo “Persona”
É um filme extraordinário, este O Relutante Fundamentalista, uma co-produção EUA-Inglaterra-Qatar que a indiana radicada nos Estados Unidos Mira Nair lançou em 2012. Um filmaço. Daquelas obras que, além de serem excelentes enquanto arte, são também admiráveis, importantes, pelo que falam, pelo seu significado. Continue lendo “O Relutante Fundamentalista / The Reluctant Fundamentalist”
Dizer “o melhor de todos” é arriscado, perigoso. Até porque não existe fita métrica, balança, escala Richter para medir o que é bom, o que é melhor. O julgamento é absolutamente subjetivo, cada um tem suas opiniões, seus gostos, suas preferências, e gosto não se discute. Continue lendo “Cantando na Chuva / Singin’ in the Rain”
Um dos seis únicos dramas entre os mais de 45 filmes de Woody Allen, A Outra/AnotherWoman, de 1988, é o mais bergmaniano de sua obra majestosa – e um dos melhores. Continue lendo “A Outra / Another Woman”
Se o cinema é a verdade 24 quadros por segundo, como Godard definiu num momento de brilho, Asas do Desejo é poesia 24 quadros por segundo, durante 128 minutos de absoluta beleza. Continue lendo “Asas do Desejo / Der Himmel über Berlin”
É fascinante, espantoso, chocante como Adivinhe Quem Vem para Jantar é um grande filme. Continue lendo “Adivinhe Quem Vem para Jantar / Guess Who’s Coming to Dinner”
Nunca te Vi, Sempre te Amei, no original 84 Charing Cross Road, é um filme feito com profundo amor – o espectador percebe isso com facilidade. Um profundo amor pela história real que conta, pelos personagens que de fato a viveram. Pelos livros, pela literatura. Pelas pessoas, de maneira ampla, geral e irrestrita. Pela vida. Continue lendo “Nunca te Vi, Sempre te Amei / 84 Charing Cross Road”
Intocáveis é uma maravilha, uma beleza, um grande filme. Essa é a verdade dos fatos, é o que importa. Continue lendo “Intocáveis / Intouchables”
“As pernas das mulheres são compassos que circulam pelo globo terrestre em todos os sentidos, dando a ele seu equilíbrio e sua harmonia.” Continue lendo “O Homem Que Amava as Mulheres / L’Homme Qui Aimait Les Femmes”
Downton Abbey é magnífico, grandioso, colossal em todos os aspectos. A reconstituição de época, o cuidado com cada pequeno detalhe de figurino, cada objeto. A fotografia esplendorosa, os movimentos de câmara elegantes, suaves. As atuações britanicamente perfeitas, impecáveis. Continue lendo “Downton Abbey – As três primeiras temporadas”
Se fosse possível fazer uma lista dos dez filmes que mais me dão prazer de rever, The Commitments estaria nela.
Numa lista dos dez filmes mais alegres, mais pra cima, na história do cinema, The Commitments teria que entrar. Continue lendo “The Commitments – Loucos pela Fama / The Commitments”
L’Argent de Poche, no Brasil Na Idade da Inocência, o filme que François Truffaut fez em 1976, é um encanto, uma delícia, uma maravilha, uma obra-prima. Desses que a gente não cansa nunca de rever, que dão imenso prazer a cada nova revisão. Continue lendo “Na Idade da Inocência / L’Argent de Poche”
Das muitas, diversas características impressionantes de A Liberdade é Azul, no original Trois Couleurs: Bleu, duas em especial ficaram me passando pela cabeça enquanto revia o filme agora, exatos 20 anos depois de seu lançamento, em 1993, e nos momentos seguintes, ainda sob o impacto da maravilha que ele é. Continue lendo “A Liberdade é Azul / Trois Couleurs: Bleu”