
Depois de muitos anos de grandes sucessos, tanto Howard Hawks quanto John Wayne haviam enfrentado fracassos, quando se reuniram para fazer Rio Bravo, em 1958. Continue lendo “Onde Começa o Inferno / Rio Bravo”

Por Sérgio Vaz

Depois de muitos anos de grandes sucessos, tanto Howard Hawks quanto John Wayne haviam enfrentado fracassos, quando se reuniram para fazer Rio Bravo, em 1958. Continue lendo “Onde Começa o Inferno / Rio Bravo”

Para fazer seu filme de número 52 (e que acabaria sendo seu penúltimo), Frenesi, lançado em 1972, Alfred Hitchcock voltou à capital de seu país natal, que havia abandonado três décadas antes para se instalar em Hollywood, a Meca da gente de cinema. Continue lendo “Frenesi / Frenzy”

Várias, muitas, numerosas vezes o cinema, a arte das imagens em movimento, prestou homenagens à literatura, a arte das palavras. Eu diria que Genius, a co-produção EUA-Inglaterra de 2016, no Brasil O Mestre dos Gênios, é uma das mais belas de todas. Continue lendo “O Mestre dos Gênios / Genius”

Em O Leopardo, seu único livro, o príncipe Giuseppe Tomasi Lampedusa colocou na boca de Tancredi Falconeri, o sobrinho predileto do protagonista, o príncipe de Salina, don Fabrizio Corbera, a frase que se tornou histórica: “Se quisermos que tudo permaneça como está, é preciso que tudo mude”. Continue lendo “Downton Abbey – A Sexta Temporada”

Andrew Niccol é um dos mais extraordinários escritores e diretores do cinema mundial nas últimas décadas. As histórias que cria são brilhantes, sérias, profundas, e com grande originalidade; trazem discussões fascinantes sobre algumas das questões mais importantes com que a humanidade se defronta. Gattaca (1997), o primeiro dos oito filmes que escreveu ao longo dos últimos quase 20 anos, já era uma prova disso. Continue lendo “Gattaca, Uma Experiência Genética / Gattaca”

Truman, do diretor catalão Cesc Gay, co-produção Espanha-Argentina de 2015, tem sido elogiado por onde passa. Ganhou 28 prêmios, fora outras 29 indicações. Foi o grande vencedor do Goya, o troféu da Academia Espanhola, e do Gaudí, seu correspondente catalão. Merece todos os elogios, todos os prêmios. É uma obra-prima. Um filmaço. Continue lendo “Truman”

Depois de tantas conquistas das mulheres, ao longo dos últimos 100 anos ou mais, na luta pela igualdade de direitos, oportunidades, empregos, salários, tudo, como ficaram os homens? Pós-feminismo, pós os feminismos todos, como anda o Planeta Homem? Continue lendo “O Que os Homens Falam / Una Pistola en Cada Mano”

A Noite Americana (1973) é uma das mais belas declarações de amor ao cinema que já foram feitas. É alegre (e às vezes triste), envolvente, simpático, agradável, engraçado (e às vezes sério), gostoso, inteligente, terno, apaixonado, apaixonante. Continue lendo “A Noite Americana / La Nuit Américaine”

Les Innocentes, que no Brasil e também em outros países ganhou o título de Agnus Dei, mostra, da maneira crua com que um professor de anatomia exibe para os alunos as vísceras de uma pessoa, como o ser humano pode ser vil, brutal, cruel, abjeto, desumano. E também demonstra como o ser humano é capaz dos gestos mais nobres, mais solidários, mais belos que um criador poderia pedir às criaturas feitas à sua imagem e semelhança. Continue lendo “Agnus Dei / Les Innocentes”

Tem uma das mais belas cenas de beijo da História, no meio de uma sequência romântica capaz de derreter o coração de um frade de pedra. Uma série de personagens fascinantes, bem construídos, bem interpretados. Sequências de ação e de lutas para não deixar frustrado nenhum fã de filmes de ação e de lutas. Uma trama com reviravoltas inesperadas. Continue lendo “A Dama e o Vagabundo / Lady and the Tramp”

4.0 out of 5.0 stars
Obra-prima. Brilhante, emocionante, de fazer pensar e chorar. Desses filmes que fazem a vida valer a pena. Continue lendo “Terra e Liberdade / Land and Freedom”

Uma das muitas coisas que me impressionaram, ao rever Blow-up agora, exatos 49 anos depois de ter visto duas vezes quase em seguida, com poucos dias de diferença, em 1967, foi: mas que antena fantástica tinham mestre Michelangelo Antonioni e seus colaboradores para escolher as pessoas nesta sua primeira aventura fora da Itália, em língua estrangeira. Continue lendo “Blow-up”

O Julgamento de Viviane Amsalem é um filmaço, uma obra-prima. Duro, pesado, denso, claustrofóbico – toda a ação se passa numa sala de um tribunal e na sua ante-sala; não há uma única tomada externa –, mexe profundamente com as emoções do espectador. Continue lendo “O Julgamento de Viviane Amsalem / Gett / Le Procès de Viviane Amsalem”

The Crown é um brilho, uma maravilha, um primor. Embora não tenha passado em sala de cinema, nas telas gigantescas – é uma produção original da Netflix, para distribuição via streaming, essa absoluta modernidade que pula portanto as salas e até mesmo os meios físicos, DVD e Blu-ray –, é cinema da melhor qualidade. Cinema para cinéfilo nenhum botar defeito. Continue lendo “The Crown – A Primeira Temporada”

Deus existe. Vive em Bruxelas, trancado num apartamento; não sai nunca à rua. Passa a maior parte do tempo em seu escritório, onde ninguém – nem sua mulher, nem sua filha de uns 12 anos – pode entrar. Fica ali trabalhando no computador, e seu trabalho consiste basicamente em fazer a humanidade infeliz. Continue lendo “O Novíssimo Testamento / Le Tout Noveau Testament”