
Safe, minissérie inglesa de oito episódios da Netflix que estreou simultaneamente em 190 países em maio de 2018, é uma bem balanceada mistura de thriller, mistério, policial, com drama familiar. É sua melhor qualidade. Continue lendo “Safe”

Por Sérgio Vaz

Safe, minissérie inglesa de oito episódios da Netflix que estreou simultaneamente em 190 países em maio de 2018, é uma bem balanceada mistura de thriller, mistério, policial, com drama familiar. É sua melhor qualidade. Continue lendo “Safe”

O crime é especialmente bárbaro, medonho, horroroso. Lissette (Mariam Hernández), jovem, bonita, professora de cursinho pré-universitário, é morta em seu próprio apartamento, depois de ser duramente espancada. Havia feito sexo com dois homens diferentes, segundo revela a autópsia. Na casa, são encontrados restos de maconha e anfetaminas. Continue lendo “Quatro Estações em Havana – Ventos de Havana”

A Noiva Estava de Preto (1968) é muito provavelmente um dos mais hitchcockianos de todos os filmes que não foram feitos por Alfred Hitchcock. É Hitchcock puro, até a medula – François Truffaut estava no auge de sua paixão pelo mestre inglês quando fez o filme. Continue lendo “A Noiva Estava de Preto / La Mariée Était en Noir”

Lançado exatos dez anos antes de Sob o Signo de Capricórnio/Under Capricorn, este A Estalagem Maldita/Jamaica Inn, de 1939, tem alguns pontos de contato com aquele que Alfred Hitchcock faria em 1949. São, os dois, assustadores, apavorantes. Assustam, apavoram o pobre espectador de tão ruins que são. Continue lendo “A Estalagem Maldita / Jamaica Inn”

A Face de um Anjo (2014), do incansável realizador inglês Michael Winterbottom, trata de um crime real: o assassinato, a facadas e por asfixia, de uma jovem e bela estudante inglesa na Itália, em 2007. Mas não pretende, de forma alguma, reconstituir o crime, mostrar como aconteceu, quem matou. Passa longe, muito longe disso. Continue lendo “A Face de um Anjo / The Face of an Angel”

A Morte Espera no 322, no original Pushover, de 1954, é muito menos conhecido, falado, lembrado do que deveria. Jamais tinha ouvido falar dele, apesar de gostar especialmente do cinema americano dos anos 30 a 60, e tenha uma predileção pelo film noir. Continue lendo “A Morte Espera no 322 / Pushover”

Já foram feitos bons filmes sobre o trabalho dos britânicos decifradores de códigos durante a Segunda Guerra Mundial, e seria bom que outros ainda sejam feitos, porque é tema é importante – e também fascinante, apaixonante, glamouroso. Continue lendo “The Bletchley Circle”

The Spiral Staircase, no Brasil Silêncio das Trevas, thriller de Robert Siodmak lançado em 1946, começa de forma espetacular, brilhante, coisa que dá vontade de aplaudir de pé como na ópera. Continue lendo “Silêncio nas Trevas / The Spiral Staircase”

Em Blood Work, no Brasil Dívida de Sangue, de 2002, seu 23º filme como diretor, Clint Eastwood interpreta um policial bem diferente de Harry Callahan, o inspetor de polícia de San Francisco que parece ter prazer em matar bandidos. Continue lendo “Dívida de Sangue / Blood Work”

Eis aí um bom filme de ação. Sim, tem muitas cenas de ação e sequências de lutas, mas são extremamente bem realizadas e não ocupam a maior parte do filme. Além delas, há uma bela trama, inteligente, bem engendrada, com personagens interessantes e atores em boas interpretações. Continue lendo “Atentado em Paris / Bastille Day / The Attack”

Tem uma trama muito boa, inteligente, envolvente, este suspense francês de 2016 – um polar, a palavra deles para thriller. Começa contando uma mentira para o espectador – e logo, logo mostra uma surpresa, que será a primeira de muitas. Continue lendo “Iris”

O Rei da Comédia, que Martin Scorsese lançou em 1983, é seguramente o único filme da longa carreira de Jerry Lewis em que ele não provoca sequer uma risada na audiência. E o único em que ele – conhecido pelo epíteto de Rei da Comédia – ri e sorri muito, muito pouco. Continue lendo “O Rei da Comédia / The King of Comedy”

A Criada, produção sul-coreana de 2016, é estupidamente bem realizado, em todos os quesitos, das interpretações magníficas ao visual primoroso, requintado, da direção de arte à bela trilha sonora. Continue lendo “A Criada / Ah-ga-ssi”

O diretor Lee Daniels usou sexo, violência, neuroses, psicoses, repressão e racismo, tudo em doses paquidérmicas, amazônicas, num coquetel explosivo – e muito frequentemente doentio, nojento, abjeto – como a base do roteiro de The Paperboy, no Brasil Obsessão. Continue lendo “Obsessão / The Paperboy”

O Homem Irracional, o Woody Allen safra 2015, tem muito, mas muito a ver com Crimes e Pecados, de 1989, e Match Point, de 2005. E, naturalmente, assim como os dois anteriores, tem tudo a ver com Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski. Continue lendo “O Homem Irracional / Irrational Man”