O filme é de 2011, a ação se passa na época atual, os 2010, mas o paz & amor do título é isso mesmo: remete aos hippies, aos anos 1960, o auge do flower power, o alvorecer da Era de Aquário, a contracultura. Continue lendo “Paz, Amor e Muito Mais / Peace, Love & Misunderstanding”
O Amor é Tudo que Você Precisa / Den skaldede frisør
O Amor é Tudo que Você Precisa (sic) deixa o espectador encantado, fascinado, apaixonado, desde as primeiras maravilhosas sequências. Continue lendo “O Amor é Tudo que Você Precisa / Den skaldede frisør”
Dentro da Casa / Dans la Maison
Com Dentro da Casa, sua obra de 2012, François Ozon comprova mais uma vez algumas verdades. Uma: é um dos realizadores mais fascinantes em ação nos últimos tempos. Outra: é um mestre do estilo, ou melhor, de estilos – cada filme vem em um completamente diferente do anterior. Continue lendo “Dentro da Casa / Dans la Maison”
As Sessões / The Sessions
Um homem com trágicas, absurdas deficiências físicas. Suas sessões com uma terapeuta que o ensina como manter relações sexuais. Os temas abordados em As Sessões tinham tudo para resultar em um filme de um lado deprimente e de outro em algo apelativo, pornografia barata. Continue lendo “As Sessões / The Sessions”
Amigos Inseparáveis / Stand Up Guys
Amigos Inseparáveis, no original Stand Up Guys, produção de 2012, dirigida por um tal de Fischer Stevens, é um filme sobre velhinhos. Continue lendo “Amigos Inseparáveis / Stand Up Guys”
O Amante da Rainha / En kongelig affære
O Amante da Rainha é um filme muito bom, extremamente bem realizado em todos os quesitos. E é fascinante graças à sua trama, riquíssima, uma mistura assim de um pouco de conto de fadas com muito de tragédia shakespeariana. Continue lendo “O Amante da Rainha / En kongelig affære”
A Datilógrafa / Populaire
A Datilógrafa, no original Populaire, é um filme bem sem-vergonha – sem vergonha de ser alegre, pra cima, de ter um gosto de nostalgia, de fugir do realismo como o diabo foge da cruz. É uma absoluta delícia. Continue lendo “A Datilógrafa / Populaire”
Downton Abbey – As três primeiras temporadas
Downton Abbey é magnífico, grandioso, colossal em todos os aspectos. A reconstituição de época, o cuidado com cada pequeno detalhe de figurino, cada objeto. A fotografia esplendorosa, os movimentos de câmara elegantes, suaves. As atuações britanicamente perfeitas, impecáveis. Continue lendo “Downton Abbey – As três primeiras temporadas”
De Coração Aberto / À Coeur Ouvert
De Coração Aberto, da diretora Marion Laine, ela também autora do roteiro, é o retrato de uma folie à deux. O espectador, coitado, que não tem nada a ver com aquilo, é forçado a partilhar da loucura de um casal que se ama mas se destrói. Continue lendo “De Coração Aberto / À Coeur Ouvert”
Barbara
Uma beleza, uma maravilha, um filmaço, este Barbara, que o diretor alemão Christian Petzold escreveu (com a colaboração de Harun Farocki) e dirigiu com a ótima atriz com quem trabalha sempre, Nina Hoss. Continue lendo “Barbara”
A Família Flynn / Being Flynn
Ao longo dos primeiros, digamos, 95 minutos dos 102 que dura A Família Flynn, no original Being Flynn, mostra-se que o jovem Nick teve uma vida duríssima, barra pesada, dramática, apavorante. Continue lendo “A Família Flynn / Being Flynn”
Winter, o Golfinho / Dolphin Tale
No gênero infanto-juvenil, de filmes que podem ser vistos com prazer por toda a família, este Winter, o Golfinho, no original Dolphin Tale, é uma boa pedida. Continue lendo “Winter, o Golfinho / Dolphin Tale”
Ruby Sparks – A Namorada Perfeita / Ruby Sparks
Ruby Sparks foi dirigido por Jonathan Dayton e Valerie Faris. Os atores principais são Paul Dano e Zoe Kazan.
Seguramente não são nomes muito conhecidos por aqui. Continue lendo “Ruby Sparks – A Namorada Perfeita / Ruby Sparks”
A Última Casa da Rua / House at the End of the Street
A Última Casa da Rua é uma porcaria. Não é pouca porcaria, não: é muita. Continue lendo “A Última Casa da Rua / House at the End of the Street”
Hitchcock e Psicose / Psycho
Psicose é um grande filme. Ninguém discutiria isso. Mas é mais, muito mais. Psicose é uma paixão, um fenômeno, uma mania, uma obsessão. Continue lendo “Hitchcock e Psicose / Psycho”
















