
Depois de muitos anos de grandes sucessos, tanto Howard Hawks quanto John Wayne haviam enfrentado fracassos, quando se reuniram para fazer Rio Bravo, em 1958. Continue lendo “Onde Começa o Inferno / Rio Bravo”

Por Sérgio Vaz

Depois de muitos anos de grandes sucessos, tanto Howard Hawks quanto John Wayne haviam enfrentado fracassos, quando se reuniram para fazer Rio Bravo, em 1958. Continue lendo “Onde Começa o Inferno / Rio Bravo”

Niagara, no Brasil Torrente de Paixão, de 1953, é muito provavelmente o primeiro filme noir em Technicolor. O primeiro noir com o batom da femme fatale absolutamente vermelho forte, vivo, diferentemente dos grandes noirs que vieram antes, todos em glorioso preto-e-branco, com jogos de luz e sombra, chiaroscuro, herança de uma das suas maiores influências, o expressionismo alemão dos anos 20. Continue lendo “Torrente de Paixão / Niagara”

O título original do filme é o mesmo da canção famosérrima, “Tea for Two”. No Brasil e em outros países, ganhou o título de No, No, Nanette. A Nanette da história é interpretada por Doris Day, em seu primeiro papel como a principal figura do elenco, o primeiro nome a aparecer nos créditos iniciais. Continue lendo “No, No, Nanette / Tea for Two”

April in Paris, musical da Warner Bros. feito para Doris Day brilhar, tem dois pontos em comum com Cantando na Chuva, da MGM. Os dois filmes foram lançados no mesmo ano, 1952. E ambos levam o título de uma canção que foi criada muito antes deles. Continue lendo “Paris em Abril / April in Paris”

Em 1951, o mesmo ano do excelente, maravilhoso Uma Aventura na África/The African Queen, Humphrey Bogart interpretou um tipo raro em sua carreira cheia de papéis de vilão, bandido, aventureiro, solitário: em The Enforcer, no Brasil Um Preço para Cada Crime, ele faz um dedicado homem da lei, o enforcer do título original, um promotor público. Continue lendo “Um Preço para Cada Crime / The Enforcer”

A vida de Joana D’Arc inspirou diversos filmes, e não é de se espantar, já que é uma vida em tudo por tudo absolutamente fascinante, das mais fascinantes histórias da História. Cecil B. DeMille fez Joana D’Arc – A Donzela de Orleans em 1916 – quatro anos antes de o papa Benedito XV a canonizar. Continue lendo “Santa Joana / Saint Joan”

É preciso admitir: história propriamente dita, Núpcias Reais/Royal Wedding (1951) não tem. História, trama, enredo, entrecho, disso estamos em falta. Continue lendo “Núpcias Reais / Royal Wedding”

Na época de seu lançamento, 1958, Another Time, Another Place, no Brasil Vítima de uma Paixão, foi muitíssimo falado. Não tanto por suas qualidades – ou defeitos –, não tanto por ele em si, mas pelas circunstâncias envolvendo sua atriz principal, Lana Turner, então uma das maiores estrelas do cinema mundial. Continue lendo “Vítima de uma Paixão / Another Time, Another Place”

Orson Welles é o diretor mais incensado da História – e A Marca da Maldade/Touch of Evil, que ele lançou em 1958, após oito anos longe de Hollywood, em andanças pela Europa, é um dos filmes mais incensados de todos os tempos. Continue lendo “A Marca da Maldade / Touch of Evil”

Tem uma das mais belas cenas de beijo da História, no meio de uma sequência romântica capaz de derreter o coração de um frade de pedra. Uma série de personagens fascinantes, bem construídos, bem interpretados. Sequências de ação e de lutas para não deixar frustrado nenhum fã de filmes de ação e de lutas. Uma trama com reviravoltas inesperadas. Continue lendo “A Dama e o Vagabundo / Lady and the Tramp”

No começo, e em toda a primeira metade, The Far Country, no Brasil Região de Ódio, que Anthony Mann lançou em 1955, é um western que foge da simplicidade, quase maniqueísmo, que é uma das características do gênero. Quando a ação começa, o personagem interpretado por James Stewart – e, portanto, o herói da história – acabou de matar dois homens. E os homens da lei estão atrás dele. Continue lendo “Região do Ódio / The Far Country”

Uma deliciosa surpresa este Borderline, de 1950, de que eu jamais tinha ouvido falar, não tinha qualquer tipo de referência. Como é gostoso descobrir um filme sobre o qual não sabemos absolutamente nada. Continue lendo “Reinado do Crime / Borderline”

A trama, a história que se conta em O Homem Que Sabia Demais 2.0, a versão americana e colorida de 1956 do filme inglês do mesmo nome de 1934, é, na minha opinião, uma bobagem danada, uma porcaria, um troço que, a rigor, não tem sentido, não se sustenta. Mas é Alfred Hitchcock refazendo Alfred Hitchcock, no auge da criatividade e do bom humor, e tem James Stewart e Doris Day – e então é um filme delicioso de se ver e rever. Continue lendo “O Homem Que Sabia Demais / The Man Who Knew Too Much”

The Furies, que Anthony Mann lançou em 1950, é um filme que mistura gêneros. A princípio, é um western – a ação se passa no Velho Oeste, mais exatamente no Novo México, em algum ponto não explicitado do final do século XIX. Continue lendo “Almas em Fúria / The Furies”

The Big Heat, de 1953, no Brasil Os Corruptos, é um grande filme, uma obra-prima. É um dos melhores filmes da fase americana do austríaco Fritz Lang, um dos maiores realizadores do primeiro século do cinema. Continue lendo “Os Corruptos / The Big Heat”