O 50 Anos de Filmes chega ao post 2.000.
Cerca de 2.000 filmes comentados! Continue lendo “2.000!”

Por Sérgio Vaz
O 50 Anos de Filmes chega ao post 2.000.
Cerca de 2.000 filmes comentados! Continue lendo “2.000!”
Toda lista é necessariamente imperfeita, tem falhas, erros, omissões – sobretudo omissões. A rigor, a rigor, lista é uma imensa bobagem, uma babaquice – mas a gente adora listas. Isso posto, digo que, na lista dos 20 filmes de que mais gostei na vida, está O Filho da Noiva. Continue lendo “O Filho da Noiva / El Hijo de la Novia”
Enquanto via Take This Waltz, que no Brasil ganhou o título de Entre o Amor e a Paixão, me lembrei de uma frase dita por um personagem de Cerimônia de Casamento/A Wedding, de Robert Altman: “A vida é uma experiência aterrorizante. O amor é pior ainda”. Continue lendo “Entre o Amor e a Paixão / Take This Waltz”
Robert Altman não andava nada contente com a humanidade, quando fez A Wedding, no Brasil Cerimônia de Casamento, de 1978. Pelo menos não estava contente com os americanos ricos. O filme – como tantos outros do grande diretor – tem umas duas dezenas de personagens, e a imensa maioria é hipócrita, sacana, safado, sem caráter. Continue lendo “Cerimônia de Casamento / A Wedding”
Não me pareceu muito feliz a estréia da boa atriz Sylvie Testud na direção. Com boa vontade, seria possível ver que ela tentou levantar temas importantes nesta história que tem um toque de ficção-fantasia. Mas, na minha opinião, ela só tentou – o resultado foi uma comedinha dramática sem muita graça que mais beira a bobagem que qualquer tipo seriedade. Continue lendo “A Vida de Outra Mulher / La Vie d’une Autre”
Em 1962, o Brasil ganhou a Copa do Mundo no Chile e a Palma de Ouro no Festival de Cannes.
A Copa do Mundo, o Brasil ganhou três outras vezes. Jamais voltou a ganhar o principal prêmio de Cannes. Nunca ganhou o Leão de Ouro em Veneza, nem o Oscar. Continue lendo “O Pagador de Promessas”
Mildred Pierce versão 2011 é um deslumbre.
A versão original, feita 66 anos antes, em 1945, é um grande clássico. Continue lendo “Mildred Pierce”
No princípio, Deus criou a mulher. Em 1956, Roger Vadim criou Brigitte Bardot, num filme com o feliz título de E Deus Criou a Mulher/Et Dieu… Créa la Femme. Vinte e seis anos e uma guerra mundial antes de Vadim e BB, Josef von Sternberg criou Marlene Dietrich. Continue lendo “O Anjo Azul / Der Blaue Engel”
Um Doce Olhar, do realizador turco Semih Kaplanoglu, ganhou o Urso de Ouro e o Prêmio do Júri Ecumênico no Festival de Berlim de 2010, ano em que foi lançado. Ganhou outros seis prêmios e teve mais seis indicações. Continue lendo “Um Doce Olhar / Bal”
Foi um baita prazer rever Quatro Casamentos e um Funeral. Que maravilha de filme, meu Deus do céu e também da terra! Continue lendo “Quatro Casamentos e um Funeral / Four Weddings and a Funeral”
Conspiração Xangai, no original só Shanghai (um nome que fica mais sonoro pronunciado em inglês, Shang-rrai, como o Krig-Ha, Bandolo! do Raul Seixas), é uma gigantesca, cara, produção do cinemão comercial. E cinemão comercial é mais ou menos a mesma coisa, seja qual for o país de origem. Continue lendo “Conspiração Xangai / Shanghai”
Philippe Lioret vinha de dois belos filmes – Não se Preocupe, Estou Bem!, de 2006, e Bem-Vindo, de 2009. Conseguiu suplantar-se. Tudo o que Desejamos/Toutes Nos Envies, de 2011, é um espanto, um absurdo, um filme maior, uma obra-prima. Continue lendo “Tudo o que Desejamos / Toutes Nos Envies”
Distribuidores brasileiros e portugueses, que em geral fazem títulos bastante diferentes, optaram pelo mesmo nome para o lançamento nos dois países de In This Our Life (nesta nossa vida, literalmente), de 1942: lá como cá, o filme se chamou Nascida para o Mal. Continue lendo “Nascida para o Mal / In This Our Life”
Martha Marcy May Marlene é um típico filme independente americano. Claramente, evidentemente, não foi feito para fazer sucesso comercial – e sim para agradar à minoria dos espectadores, os que gostam de filmes “de arte”, e também, em especial, aos jurados dos festivais. Continue lendo “Martha Marcy May Marlene”
Ver pela terceira vez Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal confirma: é uma maravilha de filme. Na verdade, faz mais que isso. Surpreende. É ainda melhor do que tinha achado das outras vezes. Dá vontade de ver de novo. Continue lendo “Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal / Midnight in the Garden of Good and Evil”