
Não são nada comuns filmes sobre o tema que Lore aborda: o dia a dia de famílias de alemães logo após o final da Segunda Guerra Mundial na Europa, em maio de 1945, mostrado do ponto de vista alemão. Continue lendo “Lore”

Por Sérgio Vaz

Não são nada comuns filmes sobre o tema que Lore aborda: o dia a dia de famílias de alemães logo após o final da Segunda Guerra Mundial na Europa, em maio de 1945, mostrado do ponto de vista alemão. Continue lendo “Lore”

Enquanto via O Enigma Chinês/Casse-Tête Chinois, e já começava a me sentir um tanto melancólico porque ele se encaminhava para o final – quando o filme é bom, a gente não quer que ele acabe –, me lembrei de uma frase pândega que um amigo gostava de repetir: “A vida é bela, nóis é que estraguêla.” Continue lendo “O Enigma Chinês / Casse-Tête Chinois”

Em seu terceiro filme, o autor e realizador Philippe Claudel confirma que tem talento e sensibilidade de sobra. Sabe criar personagens bem delineados, complexos, retrata o dia-a-dia deles e suas relações afetivas com esmero e é um excelente diretor de atores. Continue lendo “Antes do Inverno / Avant l’hiver”

O livro é um sucesso extraordinário. A sexta edição brasileira, da Editora Record, de 2010, trazia na capa o aviso: mais de 2 milhões de exemplares vendidos no mundo. Um número impressionante para um romance filosófico, como foi chamado. Continue lendo “Trem Noturno para Lisboa / Night Train to Lisbon”

Os contos de fada não têm muita lógica mesmo. Trafegam em uma outra realidade, uma outra sintonia. Este é um fato incontestável. Mas Pele de Asno exagera, excede demais nesse quesito. É uma história louquíssima, com diversos elementos completamente sem nexo. Continue lendo “Pele de Asno / Peau d’Âne”

Chico & Rita conta uma história de amor fascinante, riquíssima, dessas que são epopéias, que atravessam décadas e revoluções e se estendem por várias cidades, vários países. Continue lendo “Chico & Rita”

Com O Passado, de 2013, o iraniano Asghar Farhadi confirma ser um dos mais brilhantes, mais talentosos realizadores em atividade. Continue lendo “O Passado / Le Passé”

Tudo, absolutamente tudo, indicava que seria dificílimo, se não impossível, que conseguissem criar uma quarta temporada de Downton Abbey à altura das três primeiras. Em primeiro lugar, porque manter o nível altíssimo, o nível mais alto que uma série pode atingir, já é mesmo uma tarefa sobre-humana. Continue lendo “Downton Abbey – A Quarta Temporada”

Philomena, de Stephen Frears (2013) é um brilho, uma pérola, um filmaço. É absolutamente tudo o que se pode esperar de um grande filme: uma história belíssima, fascinante, maravilhosamente contada, maravilhosamente interpretada. Continue lendo “Philomena”

Vinicius de Moraes escreveu que são demais os perigos nesta vida. Tinha carradas de razão. Mas é impressionante como os perigos têm a capacidade de se acumular na adolescência. Atravessar a adolescência é como percorrer um campo cheio de minas terrestres. Continue lendo “Meninas Não Choram / Große Mädchen weinen nicht”

Consta que Orson Welles viu The Lady Vanishes (no Brasil A Dama Oculta) 11 vezes. E que o escritor James Thurber, autor do conto “The Secret Life of Walter Mitty”, viu mais de 20 vezes. Continue lendo “A Dama Oculta / The Lady Vanishes”

O Palácio Francês do título escolhido pelos exibidores brasileiros é o Quai d’Orsay do título original – o Itamaraty deles, a sede do Ministério de Relações Exteriores da França. E o filme O Palácio Francês/Quai d’Orsay, do competente veterano Bertrand Tavernier, é uma tremenda gozação da diplomacia francesa. Continue lendo “O Palácio Francês / Quai d’Orsay”

Diana, que narra os dois últimos anos de vida da princesa mais amada das últimas muitas décadas, é um belo filme. Belo e triste. Muito belo, muito triste. Continue lendo “Diana”

Um sincero pedido aos jovens com menos de uns 25 anos que adoraram este filme e chegaram até aqui através de pesquisa no Google: melhor vocês não lerem o texto abaixo. Ler meu comentário sobre o filme só vai deixá-los irritados. Muito irritados. Continue lendo “A Menina que Roubava Livros / The Book Thief”

Emma, co-produção Inglaterra-EUA de 1996, adaptação do romance de 1815 de Jane Austen, é uma absoluta gracinha, uma delícia, uma coisa fofa, delicada, meiga. Continue lendo “Emma”