Dois Homens Contra uma Cidade / Deux Hommes Dans la Ville

Nota: ★★★★

Anotação em 2011: Eis aí um filme extraordinário, excepcional. Um filme maior. E, no entanto, pelo menos que eu saiba, é obscuro, pouco conhecido – ou, no mínimo, muito menos conhecido do que deveria.

Dois Homens Contra uma Cidade/Deux Hommes Dans la Ville (vou falar sobre os títulos, o original e o brasileiro, mais tarde) não é uma distração, um entretenimento, um divertissement. Sim, fala de crimes, criminalidade, criminosos, prisão, presídio – e parece que temos todos uma fascinação enorme por esses temas, e nos divertimos com histórias a respeito deles. Não, não – este não é um filme para adolescentes se divertirem com aventuras de criminosos, para adolescentes suspirarem e dizerem, ah, como são charmosos os fora-da-lei. Não, não – este é um filme sério, para espectadores que queiram pensar.

É um corajoso, vigoroso, violentérrimo panfleto contra o sistema. Especificamente, contra o sistema judiciário francês no início dos anos 1970, mas também contra os sistemas todos inventados pelas nações que fingem acreditar, mas apenas fingem, que presídios podem recuperar os criminosos, torná-los aceitáveis para o convívio na sociedade, após o cumprimento da pena a que foram condenados.

Na verdade – diz o filme –, esses sistemas não funcionam. Não porque os criminosos não possam ser recuperados. Sim, é possível a recuperação – embora não em todos os casos, embora nem mesmo chegue a ser comum –, mas é, sim, possível a recuperação. O problema é que o sistema é fingimento, é hipocrisia; na verdade, nem mesmo o Estado conta com a possibilidade da recuperação, e a sociedade não dá a segunda chance a quem cumpriu a pena, se recuperou, quer mudar de vida. Nem a sociedade, nem as próprias instituições ligadas à Justiça.

Uma vez bandido, sempre bandido – essa é, no fundo, a firme crença da maioria. Na prática, na verdade, a rigor, não existe a possibilidade da segunda chance. A sociedade, o sistema, as instituições simplesmente não estão preparados para admitir que um criminoso possa sair da prisão reabilitado.

          Quem quiser só diversão, que passe longe deste filme

O papo parece sério demais? É, é muito sério, sim. Quem não quiser seriedade, que não passe perto deste filme – que vá ver bobagens como Vida Bandida/Bandits, em que Bruce Willis e Billy Bob Thorton são charmosíssimos foras-da-lei, ou como Vigaristas/The Brothers Bloom, em que Adrien Brody e Mark Ruffalo bolam golpes sensacionais.

          O terceiro encontro do monstro sagrado Gabin com o astro Delon

Uma das muitas coisas fascinantes deste filme é que ele reúne pela terceira vez Jean Gabin e Alain Delon – Jean Gabin, o monstro sagrado, o ator mais respeitado e admirado da França nos anos 40 a 70, e Alain Delon, já então (o filme é de 1973) astro absoluto, um deus, o Apolo em pessoa.

Juntar Gabin e Delon era algo equivalente a juntar Paul Newman e Tom Cruise (como Martin Scorsese fez em A Cor do Dinheiro, de 1986). Ou juntar Clark Gable e Montgomery Clift (como John Huston fez em Os Desajustados, de 1961). Ou juntar Clint Eastwood e Leonardo DiCaprio – algo que, estranhamente, nenhum diretor fez ainda.

Nas duas primeiras vezes em que Gabin, o monstro sagrado, e Delon, o deus Apolo, haviam se encontrado, tinham feito papéis de bandidos. Em Gângsters de Casaca/Mélodie en Sous-Sol, de Henri Verneuil, feito em 1963, Gabin, então com 59 anos, cabeleira toda branca, interpreta o criminoso que sai da prisão direto para planejar novo golpe, para o qual vai treinar o bandidinho jovem, ainda bem aprendiz, interpretado por um Delon aos 28 anos.

Encontraram-se de novo, seis anos depois, em 1969, dirigidos pelo mesmo Verneuil, em Os Sicilianos/Le Clan des Siciliens. Delon faz um bandido já experiente, longa carreira de crimes, que, bem na abertura, consegue uma fuga sensacional de um carro de polícia que o transportava de um tribunal até de volta à prisão. Gabin faz o chefe da clã de bandidos sicilianos, um velho bandido que tem negócios limpos para manter as aparências, mas cuja ambição o leva a tentar um último grande golpe – no qual, a contragosto, inclui o mais jovem recém-fugido do presídio.

Nos dois filmes, Verneuil não pretendeu passar mensagens, fazer considerações sérias a respeito de crime e castigo, falhas do sistema. O primeiro é quase tão respeitoso com os bandidos quanto os dois filmes americanos bobos que citei. Os bandidos são quase mocinhos. No segundo, o diretor fez questão de transcrever uma frase em que Anton Tchecov lava as mãos como Pilatos: “Quando eu desenho ladrões de cavalo, não digo que roubar cavalos é errado. Essa é uma preocupação dos jurados, não minha.”

          “Se você tem uma mensagem a dar, mande pelo Correio”

Na terceira vez em que Gabin e Delon se encontraram, dez anos depois de Gângsters de Casaca, foi num filme que tinha mensagens a passar aos espectadores.

Acho que foi num dos cursos sobre história do cinema que fiz, ainda adolescente, em Belo Horizonte, que ouvi pela primeira vez a bela frase, dita por um daqueles bons críticos mineiros, da grande geração de Ciro Siqueira e Antônio Lima: “Se você tem uma mensagem a dar, mande pelo Correio – não tente botar num filme”.

É uma bela frase. Dá para discuti-la durante um curso inteiro sobre cinema, ou teatro, ou literatura.

Eu, aqui no meu cantinho, acho que um filme, uma peça, um livro não tem necessariamente que ter uma mensagem. Sou fã apaixonado de trocentos filmes que não têm mensagem alguma, são apenas e tão somente pura diversão.

Desgosto profundamente de filmes – ou qualquer obra – que façam a apologia de valores ruins, errados. E a verdade é que não há muitos filmes defendendo o racismo, o ódio entre as pessoas, a roubalheira, os assassinatos, as guerras. Ainda bem, é claro.

Respeito profundamente os filmes “com mensagem”, os filmes que dizem coisas importantes, sérias, corretas, que precisam ser ditas.

          Um bandido que pagou pelos crimes, aprendeu um ofício, quer recomeçar

Em Dois Homens Contra uma Cidade, Delon faz o papel de um bandido que já cumpriu boa parte de sua pena. Gabin interpreta um “educador”. Não conhecia esse tipo de designação – é algo que não existe no Brasil, nem, que eu saiba, em outros países, Estados Unidos, Inglaterra. É mais que um assistente social. É uma espécie de mistura de assistente social com terapeuta, funcionário público, pago pelo governo, que se dedica a manter diálogo permanente com os presos, a tentar ajudá-los, a tentar incutir neles a noção de que podem e devem mudar de vida, aproveitar a estadia nos presídios para rever seus princípios, abandonar a criminalidade, procurar – na hora em que sua pena chegar ao fim – um trabalho honesto.

Gino Strabiggli, o personagem de Delon, era chefe de uma quadrilha de assaltantes. Criminoso experiente, inteligente, esperto, tarimbado. Foi condenado a 12 anos. Na prisão, aprendeu um ofício, tornou-se um bom gráfico. Germain Cazeneuve, o personagem de Gabin, gosta dele; tem a firme convicção de que Gino se reabilitou para a vida honesta. Luta na Justiça para que Gino obtenha liberdade condicional após dez anos de prisão. Consegue.

São demais os perigos desta vida, sabemos todos – e enfrentar a vida de trabalhador, depois de ter tido sucesso como assaltante, não é nada fácil. É mais ou menos como sair de uma reunião dos AA e se encontrar com a velha turma de bebuns no mesmo velho e bom bar.

Gino tem uma grande sorte na vida, além do fato de ter a confiança de Cazeneuve: tem uma mulher linda e apaixonada, Sophie (Ilaria Occhini) que o recebe de volta com um amor intocado pela passagem do tempo.

São as únicas sortes que tem na vida. Tudo o mais conspira contra ele. Pouco depois que é solto, recebe a visita de velhos companheiros do bando – agora acrescido de um jovenzinho insolente, um babaquinha, interpretado por um ator então jovem, quase iniciante, chamado Gérard Depardieu.

Mas o convite eterno dos velhos amigos para roubar mais uma vez é apenas um dos tormentos que perseguirão Gino. Haverá tormentos muito piores.

          Em 1981, o Estado francês ainda assassinava com a guilhotina

O cinema está em geral à frente da sociedade. Quem faz cinema está adiante da maioria, em termos morais, comportamentais; é muito mais progressista. (A palavra ainda tem sentido, apesar de todo o esforço dos blogueiros dito progressistas para desmerecê-la.) A comunidade hollywoodiana, por exemplo – embora alvo de críticas eternas dos esquerdiotas do terceiro mundo –, está sempre muito adiante da média dos cidadãos americanos; é muito mais progressista do que a média, ou o conjunto, da sociedade.

Há muitos bons filmes que fazem a defesa firme da segunda chance que a sociedade teima, na prática, em não conceder a quem cometeu crimes, desvios, no passado. Depois de ver este filme, me lembrei de alguns. Há um belo filme independente americano, que não ficou tão conhecido quanto merecia, Spitfire Grill – O Recomeço. Há um filme ousado, que fala de um criminoso da pior espécie que pode haver, um pedófilo, O Lenhador/The Woodsman, com o bom casal Kevin Bacon-Kyra Sedgwick. Há muitos outros – e todos são bons. Todas as obras que defendem a segunda chance são boas, são bem-vindas.

Há um grande número de filmes americanos que são violentos panfletos contra a pena de morte – e diversos deles são grandes, belíssimos, obras-primas. A Sangue Frio, a adaptação de Richard Brooks para o livro de Truman Capote, é um deles. A Vida de David Gale é tão excepcional, mas tão virulento, que foi um fracasso comercial.

Na França, a pena de morte só foi abolida em 1981. A grande pátria da liberdade igualdade fraternidade, a nação dos direitos humanos, o farol da luta pela dignidade nos lugares mais atrasados do planeta, o ícone da defesa do pobre Tiers Monde, foi o último país da Comunidade Européia a abolir o assassinato patrocinado, decidido, decretado e executado pelo Estado.

E, na França, até 1981 – 1981, 192 dois anos após a Revolução Francesa, 33 anos depois da Declaração Universal dos Direitos Humanos, 13 anos depois do maio de 1968 que teoricamente mudou o mundo –, o Estado francês assassinava com a guilhotina.

Verdade que não há assim propriamente uma grande diferença entre forca, cadeira elétrica e injeção letal. Mas a guilhotina…

Na rodada dos anos 60 para 70, babei com um panfleto contra a pena de morte do em geral apolítico (e politicamente ingênuo, quando resolve abordar esses temas) Claude Lelouch. Seu A Vida, o Amor, A Morte, de 1969, foi o filme que me tornou definitivamente fã de carteirinha do diretor que 12 em cada 11 críticos chama de vazio, raso, sentimentalóide.

La Vie, l’Amour, La Mort é um filme hoje obscuro. Ninguém fala dele. Este Dois Homens Contra uma Cidade é – creio – tão obscuro quanto o filme de Lelouch. E é um brilho de filme.

          Tiro meu chapéu para José Giovanni, para Alain Delon

Conheço um pouquinho a respeito de filmes, mas o cinema é grande demais, e a gente a cada momento percebe que conhece menos do que pensa. Jamais tinha ouvido falar em José Giovanni.

José Giovanni, né Joseph Damiani (por que raios um sujeito que se chama Joseph Damiani mudaria seu nome para José Giovanni??), 1923-2004, filho de família da Córsega, teve extensíssima carreira, que inclui 33 títulos como roteirista e 19 como diretor. Foi um dos autores dos diálogos do segundo filme com Gabin-Delon, Os Sicilianos. Quanto mais as pessoas acham que conhecem as pessoas do cinema, menos elas sabem.

Tiro meu chapéu para José Giovanni.

Tiro meu chapéu para Alain Delon. O cara é um bom ator, trabalhou com alguns dos maiores cineastas da história, fez alguns dos filmes mais importantes do cinema – Rocco e Seus Irmãos e O Leopardo, para mencionar só dois – e ainda por cima é bonito pra cacete, e foi casado com Romy Schneider.

Me lembrava, vagamente, que Alain Delon era tido como reacionário. O povo dos Cahiers de Cinéma não babava por Alain Delon porque ele não era socialista, comunista, nos anos 60, quando todo mundo, absolutamente todo mundo de bem era socialista, comunista.

Aos 38 anos de idade, no auge da popularidade, da fama, do endeusamento, da beleza, Alain Delon produziu um panfleto contra o Sistema que nega a segunda chance aos ex-criminosos, um panfletaço contra a pena de morte que a grande liberal pra-frentex França ainda executava em 1973.

Tiro meu chapéu para Alain Delon.

          Obra séria e boa nem sempre dá certo

A anotação está imensa, e desde que a internet existe os papas da comunicação ensinam que na internet ninguém lê mais do que 10 linhas. Como tenho profundo respeito pelos papas da comunicação, mas não dou a mínima bola para as regras que eles ditam, vou em frente.

Rapidinho, sobre o título do filme, o original e o brasileiro.

Deux Hommes Dans la Ville me parece um bom título. Vago, mas bom. Se fosse Deux Hommes Dans le Pays, ou Dans la Societé, seria metido, presunçoso – embora seja isso que se queira dizer. Dois homens dentro do seu meio social.

Dois Homens Contra uma Cidade me parece exatamente metido, presunçoso, pretensioso. Parece western – embora a vida em Montpellier, tal como descrita no filme, não seja muito diferente daquela em Tumbstone, ou Kansas City, no Velho Oeste.

Difícil tentar dar um título atraente, marqueteiro, para uma obra séria, e boa.

Obra séria, e boa, nem sempre dá certo.

Paul Simon, um dos maiores artistas dos últimos cem anos, amargou um fracasso gigantesco quando fez uma obra séria, e boa, defendendo o direito à segunda chance. Empenhou seu prestígio, e boa parte de sua grana, para montar na Broadway The Capeman, um musical baseado em um caso real, de um garoto porto-riquenho que assassinou um branco de gangue adversária, foi condenado a pena longa, se reinventou na prisão, se arrependeu do crime, se refez – mas não teve a segunda chance.

Numa das mais trágicas estrofes que já escreveu, Simon disse, na voz do já então velho porto-riquenho que lá atrás na juventude havia cometido um crime, pelo qual pagou anos e anos de sua vida:

“Vou pegar o mal que existe em mim

E transformá-lo em bem,

Embora todas as suas instituições

Jamais tenham imaginado que eu poderia.”

Poeta maior, Simon resumiu em poucas palavras o que este belíssimo filme mostra: as instituições do Sistema jamais imaginaram que alguém pudesse sair de um presídio melhor do que entrou.

O porto-riquenho Salvador Agron conseguiu fazer o que o Sistema achava que não poderia existir. Gino, o personagem de Delon, também.

Então, para que servem todas as instituições?        

Dois Homens Contra uma Cidade/Deux Hommes Dans la Ville

De José Giovanni, França-Itália, 1973

Com Jean Gabin (Germain Cazeneuve), Alain Delon (Gino Strabliggi), Mimsy Farmer (Lucie, a namorada), Victor Lanoux (Marcel, um ladrão), Cécile Vassort (Évelyne, filha de Cazeneuve), Ilaria Occhini (a mulher de Gino), Guido Alberti (o dono da gráfica), Malka Ribowska (a advogada de defesa), Christine Fabréga (Geneviève Cazeneuve), Gérard Depardieu (o jovem ladrão)

Fotografia Jean-Jacques Tarbès

Música Philippe Sarde

Produção Alain Delon, Adel Productions, Medusa Produzione. DVD CinemaX/Continental.

Cor, 100 min

****

Título em inglês: Two Men in Town

4 Comentários

  1. Danilo Vicente
    Postado em 5 Março 2011 às 1:35 am | Permalink

    Sergio, li mais que 10 linhas. Li tudo. Resolvi assistir ao filme após seu texto. O filme é muito bom. As cenas finais sao incríveis, marcantes, acachapantes. Bela obra.

  2. Marcos Guimaraes
    Postado em 15 junho 2011 às 2:34 am | Permalink

    Assisti no cinema, que em plena Sampa ficou pouquíssimo tempo em cartaz e foi um filme marcante que gostaria de revê-lo, assim como revi “Pappilon” (Steve McQueen & Dustin Hofman). Este último foi fácil encontrá-lo, no entanto “Dois Homens contra uma Cidade” não o será. Existe algum site que indica locadoras que possam ter esse filme em catálogo? Atte. (M.)

  3. Pedro Oliveira
    Postado em 7 novembro 2012 às 9:37 am | Permalink

    Caro Sérgio,

    É sempre com muito gosto que leio as suas resenhas sobre os filmes que compõem parte da minha vida. Neste momento estou a fazer uma visita pelas obras protagonizadas por Delon e, paralelamente pelo cinema francófono.

    Concordo plenamente com a sua leitura da obra. Neste filme, produzido pelo próprio Delon, há uma gritante crítica contra o sistema presidiário gaulês, em toda a sua extensão. Longe de ceder à sedução do ambiente político francês, dominado pelo partido socialista, Delon sempre se afirmou como um convicto homem de direita,o que dá uma ideia sobre o seu carácter de verdadeira contra-corrente. Ter-lhe-ia sido mais fácil abraçar o poder e conseguir financiamentos estatais para os seus filmes por exemplo.

    Curiosamente li algumas críticas que vêem este filme como oco, em particular por apontarem a Giovanni uma inépcia para dar profundidade psicológica às suas personagens. Discordo com essa ideia porque, pelo menos em mim, muitos momentos deixaram transparecer a inquietação das personagens, os seus sonhos, a injustiça.

    Por um último uma palavra sobre o Sr. Gabim. Que categoria! Foi o parceiro perfeito para Delon, um pai que tanto no filme como na vida real do astro sempre lhe fez falta.

    Concordo também com um certo paralelismo psicológico com outra obra menosprezada – The Woodsman. E dou também uma dica, já que falamos de criminais e de filmes “underrated”. Não lhe parece que Clooney em The American consegue também uma aproximação a este universo, do homem solitário que luta contra os seus demónios?

    Um abraço

  4. Ary
    Postado em 20 dezembro 2013 às 8:24 am | Permalink

    Sensacional o seu ensaio. Este filme é realmente um soco no estômago do sistema prisional e da hipocrisia social que o guia. Filmaço!

5 Trackbacks

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