Esse Mundo é dos Loucos / Le Roi de Coeur

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4.0 out of 5.0 stars

Le Roi de Coeur, no Brasil Esse Mundo é dos Loucos, de 1966, é um dos filmes mais encantadores e mais belos dos agitados, vulcânicos, loucos anos 60. Em termos pessoais, é um dos filmes mais marcantes, mais memoráveis que vi naqueles anos da adolescência, os anos em que estava descobrindo a vida. Continue lendo “Esse Mundo é dos Loucos / Le Roi de Coeur”

Cold Mountain

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4.0 out of 5.0 stars

Que beleza, que maravilha, que filmaço é Cold Mountain. É um grande filme anti-guerras, com extraordinárias sequências de batalhas. É violento, forte, poderoso, na exibição de tanta violência, dor e miséria, física e espiritual, que acompanham a insensatez de uma guerra. E é uma belíssima história de amor. Continue lendo “Cold Mountain”

O Homem Errado / The Wrong Man

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4.0 out of 5.0 stars

O Homem Errado (1956) é um dos filmes mais sérios, pesados, densos e realistas de todos os do mestre Alfred Hitchcock – ao lado de Lifeboat, no Brasil Um Barco e Nove Destinos. É também, seguramente (isso é um pequeno detalhe, mas é interessante), o filme de Hitch com o maior número de palavras escritas na tela. Continue lendo “O Homem Errado / The Wrong Man”

Mad Men – A Sexta e a Sétima Temporadas

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4.0 out of 5.0 stars

Ver o fim de Mad Men é triste pra caramba. É duro saber que acabou. Os grandes filmes acabam (e acabam depressa demais); os bons livros acabam, tudo acaba, tudo na vida é passageiro, menos o cobrador e o motorneiro. Mas saber da inevitabilidade não impede que seja triste a despedida. Continue lendo “Mad Men – A Sexta e a Sétima Temporadas”

O Casamento de May / May in the Summer

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4.0 out of 5.0 stars

O Casamento de May, no original inglês May in the Summer, belo jogo de palavras, é uma absoluta maravilha de filme, um encanto, uma preciosidade. Para mim, o filme, uma co-produção Jordânia-Catar-EUA, revelou uma autora e diretora de imenso talento, Cherien Dabis. Continue lendo “O Casamento de May / May in the Summer”

Beijos Proibidos / Baisers Volés

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4.0 out of 5.0 stars

No final de Antoine et Colette, de 1962, o segundo volume de suas aventuras, Antoine Doinel está com 18 anos, vive sozinho e trabalha na fábrica de discos da Philips. Quando começa este Baisers Volés, de 1968, haviam-se passado, portanto, seis anos, Antoine está com 24, e há nada menos de três anos serve como soldado raso no exército francês. Continue lendo “Beijos Proibidos / Baisers Volés”