Istambul / Istanbul e Cingapura / Singapore


3.5 out of 5.0 stars

 Anotação em 2009: Eis aí dois filmes da época de ouro de Hollywood, um de 1947, o outro de 1956, que aparentemente são bem pouco conhecidos, e no entanto são muito interessantes. Reúnem romance, aventura, mistério, crime – e tentam recriar o clima de Casablanca. Continue lendo “Istambul / Istanbul e Cingapura / Singapore”

Uma Jovem Tão Bela Como Eu / Une Belle Fille Comme Moi


3.5 out of 5.0 stars

Anotação em 2009: Esta comédia de François Truffaut continua tão absolutamente deliciosa de se ver hoje, 37 anos depois que foi feita, quanto da primeira vez que vi, décadas atrás. É uma história cruel, cheia de ironia, esta que o diretor mais terno do cinema escolheu para contar. Continue lendo “Uma Jovem Tão Bela Como Eu / Une Belle Fille Comme Moi”

A Troca / Changeling


4.0 out of 5.0 stars

Anotação em 2009: Não precisava, já estava muito claro, mas, com A Troca/Changeling, o primeiro dos dois filmes que fez em 2008, Clint Eastwood comprova mais uma vez, como vem fazendo sempre, no mínimo desde Os Imperdoáveis/Unforgiven, de 1992 , que é um dos melhores, mais completos, mais sensíveis cineastas da história.

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O Silêncio de Lorna / Le Silence de Lorna


3.0 out of 5.0 stars

Anotação em 2009: Um filme duro, cru, sobre a vida de imigrantes na Bélgica de hoje, e sobre dilemas morais, feito pelos irmãos Dardenne, que se tornaram absolutos queridinhos dos críticos e dos festivais do mundo inteiro. Continue lendo “O Silêncio de Lorna / Le Silence de Lorna”

O Crime Sem Perdão, Tony Rome e A Mulher de Pedra


3.0 out of 5.0 stars

Anotação em 2007, com complemento em 2009: Em 1967 e 1968, Frank Sinatra interpretou detetives em três filmes feitos pelo mesmo diretor, Gordon Dougas, pela mesma empresa, a Arcola-Millfield, com o mesmo produtor, Aaron Rosenberg, distribuídos pelo mesmo estúdio, a 20th Century Fox. E são dois detetives absolutamente distintos, diferentes, dessemelhantes, em dois tipos de filme.   Continue lendo “O Crime Sem Perdão, Tony Rome e A Mulher de Pedra”

Sob Controle / Surveillance


2.0 out of 5.0 stars

Anotação em 2009: Tal pai, tal filha. Ou: filha de Lynch, Lynchinha é. Em seu segundo longa-metragem, Jennifer Lynch, a filha de David, demonstra, da maneira mais cabal possível, que é talentosa, sabe fazer cinema – e seu cinema é apavorantemente violento, sanguinolento, nauseante, e insano, insano até a medula. Continue lendo “Sob Controle / Surveillance”

Homicídio / Homicide


3.5 out of 5.0 stars

 Anotação em 2009: Um belíssimo thriller, impressionante em tudo por tudo – até por ir muito além do gênero. Faz um belo estudo psicológico dos personagens, e discute o nada simples tema da identidade social e de grupo étnico e religioso em uma sociedade complexa – especificamente, um judeu vivendo numa grande cidade americana em meio ao caldeirão de etnias. Continue lendo “Homicídio / Homicide”

Melodia Fatal / Dressed to Kill


2.5 out of 5.0 stars

Anotação em 2009: Como muitos dos filmes com aventuras de Sherlock Holmes e do dr. Watson, este aqui não conta uma história escrita pelo escocês Arthur Conan Doyle (1859-1930), o criador dos imortais personagens. Nos créditos iniciais, se diz que é uma adaptação de uma história de Conan Doyle, mas acredito que não haja nada do autor a não ser os personagens. Continue lendo “Melodia Fatal / Dressed to Kill”

Vítimas de uma Paixão / Sea of Love


3.0 out of 5.0 stars

Anotação em 2009: Na terceira vez que vejo este filme, concluo que ele é um dos melhores thrillers dos anos 80. Como eu tinha escrito quando vi pela segunda vez, em 1999: Um bom filme, muito bom filme. É um daqueles policiais bem feitos, onde tudo funciona, e o espectador acompanha não apenas a história do crime que se apura, mas também, e tão importante quanto, a vida dos policiais, suas misérias, as pequenas alegrias, os dramas. Continue lendo “Vítimas de uma Paixão / Sea of Love”

O Sonho de Cassandra / Cassandra’s Dream


3.5 out of 5.0 stars

Anotação em 2009: Primeiro, alguns números. O Sonho de Cassandra é o terceiro filme da fase inglesa de Woody Allen, depois de Match Point e Scoop – O Grande Furo/Scoop, e o primeiro que não tem sequer um ator americano entre os protagonistas. Que eu me lembre, é o segundo filme dele que usa diretamente elementos da mitologia grega, depois de Poderosa Afrodite/Mighty Aphrodite. E é apenas o sexto dos seus 36 longa-metragens (se minha conta estiver certa) que é absolutamente sério, dramático, sem uma piada sequer. Continue lendo “O Sonho de Cassandra / Cassandra’s Dream”