
2.5 out of 5.0 stars
Anotação em 1995: Um bom thriller. É uma espécie de mistura de Um Corpo que Cai com A Tragédia Americana, do Theodore Dreiser. Continue lendo “Um Beijo Antes de Morrer / A Kiss Before Dying”

Por Sérgio Vaz

2.5 out of 5.0 stars
Anotação em 1995: Um bom thriller. É uma espécie de mistura de Um Corpo que Cai com A Tragédia Americana, do Theodore Dreiser. Continue lendo “Um Beijo Antes de Morrer / A Kiss Before Dying”

3.5 out of 5.0 stars
Anotação em 1995: Um belo filme, inteligente, divertido e ao mesmo tempo emocionante sobre a difícil passagem do comunismo para o capitalismo na Rússia de hoje, com bons comentários sobre consumo, solidariedade e amizade. Continue lendo “Salada Russa em Paris / Salades Russes, ou Okno v Parizh”

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1995: Lento, suavemente pesado, com elenco excepcionalmente bem dirigido e homogenamente excepcional, belíssima fotografia, bela trilha sonora (com músicas africanas em alguns momentos, reflexo da preocupação recorrente do diretor André Téchiné com a imigração). Continue lendo “Minha Estação Preferida / Ma Saison Préferé”

[Rating:3]
Anotação em 1995: O filme se baseia em fatos verídicos – a estranha amizade que surge, numa pequena ilha da Itália, em 1953, entre um carteiro que mal sabe ler e o poeta Pablo Neruda, que o governo italiano aceitou como exilado do Chile desde que ficasse quieto em lugar distante e não perturbasse. Continue lendo “O Carteiro e o Poeta / Il Postino”

[Rating:3]
Anotação em 1995: A idéia em si já é brilhante: Nikita Mikhalkov mostra a evolução de sua filha Anna dos 6 aos 18 anos – e, paralelamente, a história da União Soviética durante esse período. Foram 13 anos, portanto, para completar o filme. Uma vez por ano, ao longo de 12 anos, ele filma a filha e lhe pergunta o que ela mais ama, o que ela mais odeia, o que ela teme. Fez uma história dos últimos anos do império soviético até sua explosão. Continue lendo “Anna dos 6 aos 18 / Anna: Ot shesti do vosemnadtsati”

3.5 out of 5.0 stars
Anotação em 1993, com complemento em 2008: Pesado, triste e muito bom filme do diretor István Szabó sobre a Hungria logo após a queda do comunismo, no momento da passagem de volta para o capitalismo. Continue lendo “Queridas Amigas / Édes Emma, drága Böbe – vázlatok, aktok”

4.0 out of 5.0 stars
Texto publicado na revista Afinal de 19 de janeiro de 1988: O recruta Joker é o único dos membros de sua turma que ousa tentar reagir à enxurrada de ordens e impropérios com que o sargento instrutor se apresenta, logo no início dos treinamentos – mas, até por isso mesmo, é promovido a líder do grupo e, na prática, entrega-se à lavagem cerebral imposta a todos os futuros fuzileiros navais. Mais tarde, no Vietnã, é capaz de manter um aguçado espírito crítico e uma boa dose de humanidade – mas, ao mesmo tempo, se diz entediado quando passa um dia sem ver sangue. Continue lendo “Nascido para Matar / Full Metal Jacket”

3.5 out of 5.0 stars
Texto publicado na revista Afinal de 24 de março de 1987: Poderia perfeitamente passar na TV às 6 da tarde, o horário das novelas ingênuas e adocicadas para velhinhas e crianças. As senhoras de Santana e a afiada tesoura da velhíssima censura não teriam nada a opor. É tudo absolutamente recatado, dentro dos mais rígidos padrões da moral e dos bons costumes. Continue lendo “Uma Janela para o Amor / A Room With a View”

4.0 out of 5.0 stars
Texto para a revista Afinal de 14 de outubro de 1986: Vinte anos atrás era um fiapo de história. Um homem e uma mulher encontravam-se na vida; apaixonavam-se, desencontravam-se na hora da cama, separavam-se, encontravam-se de novo. Vinte anos depois são muitas histórias que se entrecruzam e se modificam. Continue lendo “Um Homem, Uma Mulher Vinte Anos Depois / Un Homme et Une Femme Vingt Ans Déjà”

4.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1983: E a crítica que não toque na poesia, disse Caetano Veloso, o ídolo mais incensado pela crítica deste país. E a crítica que não toque na poesia. Prepotente, dono da verdade, o pavão não quer que ninguém diga que ele tem os pés feios. Ele adora o seu umbigo, os seus pés; que ninguém toque neles. Quem diria. Caetano, o que dizia que é proibido proibir, o que queria derrubar as prateleiras, as estantes, louças, livros, sim. Agora ele diz não a quem diz não a ele. Continue lendo “Retratos da Vida / Les Uns et les Autres”