Arquivos do Rótulo: Drama

O Rei da Comédia / The King of Comedy

Nota: ★★★☆

O Rei da Comédia, que Martin Scorsese lançou em 1983, é seguramente o único filme da longa carreira de Jerry Lewis em que ele não provoca sequer uma risada na audiência. E o único em que ele – conhecido pelo epíteto de Rei da Comédia –  ri e sorri muito, muito pouco.  Ler Mais »

A Criada / Ah-ga-ssi

Nota: ★★★½

A Criada, produção sul-coreana de 2016, é estupidamente bem realizado, em todos os quesitos, das interpretações magníficas ao visual primoroso, requintado, da direção de arte à bela trilha sonora. Ler Mais »

O Vento Será Tua Herança / Inherit the Wind

Nota: ★★★★

O Vento Será Tua Herança, no original Inherit the Wind, é um daqueles grandes clássicos indispensáveis, fundamentais do cinema americano dos anos 40 até meados dos 60. Ler Mais »

Anestesia / Anesthesia

Nota: ★★★☆

Anestesia é um belo, sensível drama sobre opções, as escolhas que podemos fazer – e sobre como a vida a cada momento passa por cima de nós e de nossos planos, sem que possamos fazer nada para evitar isso. Ler Mais »

Paixão Proibida / Onegin

Nota: ★★★☆

Há carradas de histórias de amor trágicas, na arte e na vida real, e sempre houve, desde os clássicos gregos, 400 anos antes de Cristo, até os jornais de hoje ou ontem: amor que rima com extrema dor, morte, horror. Ler Mais »

A Professora / Ucitelka

Nota: ★★★★

A Professora, do checo Jan Hrebejk, é um filmaço, uma obra-prima, um brilho, 102 minutos de primoroso cinema. É também um contundente, forte, violento, bem documentado libelo contra os totalitarismos, um minucioso estudo de como o autoritarismo vai se enraizando em absolutamente tudo, em cada detalhe da vida das pessoas que vivem sob uma ditadura. Ler Mais »

Os Amores de Maria / Maria’s Lovers

Nota: ★★★☆

Maria’s Lovers, de 1984, foi o primeiro filme de Andrei Konchalovsky nos Estados Unidos. Bem mais do que isso, foi – creio – o primeiro filme americano de um cineasta soviético, algo que dá a ele uma grande importância histórica. Ler Mais »

O Apartamento / Forushande

Nota: ★★★½

O Apartamento, de 2016, veio para reafirmar uma vez mais: o realizador iraniano Asghar Farhadi é um fenômeno, um talento extraordinário. Ler Mais »

Águas Rasas / The Shallows

Nota: ★★★½

Águas Rasas/The Shallows, co-produção EUA-Austrália-Espanha de 2016 dirigida pelo espanhol Jaume Collet-Serra, é uma impressionante mistura de dor e beleza. É um filme de uma excelência plástica, visual, absolutamente admirável, esplendorosa – e, ao mesmo tempo, um filme difícil de se ver, porque é doloroso demais, angustiante demais. Ler Mais »

Mulheres e Luzes / Luci del Varietà

Nota: ★★★☆

É muito impressionante como Luci del Varietà, no Brasil Mulheres e Luzes, comprova que tudo, tudo, tudo muda – e demonstra como, fora do âmbito específico da Matemática, a ordem dos fatores altera, sim, o produto. Ler Mais »

Verónica

Nota: ★★☆☆

A direção de Verónica, produção mexicana de 2017, é assinada, nos bem cuidados créditos iniciais, por Los Visualistas. Assim: uma entidade, um grupo. Se a reunião de músicos tem nome – Los Hermanos, The Beatles, Les Luthiers -, por que um conjunto de diretores de cinema não pode ter também? Ler Mais »

O Bar / El Bar

Nota: ★★½☆

O Bar, do realizador basco Álex de la Iglesia, tem muito de O Anjo Exterminador, a ópera surrealista que o iconoclasta profissional Luís Buñuel cometeu no México em 1962. Isso é óbvio demais, salta aos olhos. Mas tem também, na minha opinião, uma boa pitada de Os Pássaros (1963), de Alfred Hitchcock, e um tanto do odor de A Comilança (1973), de Marco Ferreri. Ler Mais »

Sob o Signo de Capricórnio / Under Capricorn

Nota: ½☆☆☆

Under Capricorn, no Brasil Sob o Signo de Capricórnio, o longa-metragem número 35 de Alfred Hitchcock, lançado em 1949, logo após o grande clássico Festim Diabólico/Rope, o tour-de-force de um único plano-sequência de 80 minutos, é assustador, apavorante. Ler Mais »

Nossas Noites / Our Souls at Night

Nota: ★★★☆

Ao trabalharem juntos pela quarta vez, em 2017, 51 anos depois da primeira, 38 anos depois da mais recente, Robert Redford e Jane Fonda, gloriosamente belos na velhice, fizeram o que deveríamos mesmo esperar deles: uma beleza de filme. Ler Mais »

Amigos Para Sempre / Four Friends

Nota: ★★★½

Amigos Para Sempre/Four Friends, que o grande Arthur Penn lançou em 1981, é daquela nobre linhagem de filmes que, como o título indica, fala de um grupo de amigos, de uma geração – e, ao falar da vida desse microcosmo, faz um amplo painel de um período da sociedade como um todo, um afresco sobre um momento da Grande História. Ler Mais »