A Missão / The Mission

Nota: ★★★★

Anotação em 2010: A Missão, Palma de Ouro em Cannes em 1986, é um filme em tudo e por tudo espetacular, nas diversas acepções do termo – notável, que chama a atenção, grandioso, de grandes proporções, extraordinário, muito intenso, estrondoso. Espetacular – como as cataratas do Iguaçu, que aparecem na tela, majestosas, impressionantes.

É uma das mais espetaculares narrativas de como (e uso a imagem de Caetano) os homens são capazes de criar coisas belas – e destruir coisas belas.

É uma superprodução, um épico, um grande afresco, com centenas e centenas e centenas de figurantes, e grandes tomadas em plano geral para caber essa horda de pessoas, a floresta, as quedas d’água monumentais.

É uma trama arrojada, pretensiosa. O roteirista Robert Bolt pretendeu mostrar, através de personagens de ficção, um evento histórico complexo, difícil – a formação e a destruição das grandes missões dos jesuítas no século XVIII (a ação se passa na década de 1750) na região em torno do que é hoje a tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. No pano de fundo estão os interesses da alta hierarquia da Igreja Católica e de duas monarquias colonialistas, Portugal e Espanha, e seus administradores e membros da elite econômica no Novo Mundo.

         Um mestre do roteiro, dois grandes atores, um fotógrafo exepcional

Robert Bolt (1924-1995), é preciso lembrar, é escritor dado a grandes histórias, afrescos, épicos, sempre sobre eventos históricos importantes. É o autor da peça e depois do roteiro do filme O Homem que Não Vendeu Sua Alma/A Man for All Seasons, sobre a vida do filósofo inglês Thomas More; foi o autor do roteiro de Lawrence da Arábia, Doutor Jivago e A Filha de Ryan, todos eles dirigidos por Sir David Lean, O Grande.

Para representar os dois protagonistas, foram reunidos dois grandes atores e astros dos cinemas americano e inglês, Robert De Niro e Jeremy Irons. Em papéis bem menores estão atores então em início de carreira, e que depois se tornariam respeitadíssimos, o irlandês Liam Neeson e o americano Aidan Quinn.

A fotografia é de um dos maiores mestres dessa arte, Chris Menges, dois Oscars, outros 18 prêmios e 18 indicações, ele mesmo diretor de alguns filmes de respeito, como Um Mundo à Parte/A World Apart, de 1988, sobre o apartheid, passado em Johanesburgo nos anos 60. Em A Missão, Chris Menges alterna os magníficos planos gerais com grande close-ups dos rostos dos personagens. O visual é um deslumbre – o filme foi rodado nas selvas da Colômbia e na Argentina, na região próxima às cataratas do Iguaçu.

O diretor Roland Joffe vinha de uma estréia no cinema que foi grande sucesso de público e crítica, Gritos do Silêncio/The Killing Fields, sobre os massacres do Khmer Rouge no Camboja nos anos 80 – sete indicações ao Oscar, três prêmios. Antes, Joffe tinha firmado uma boa reputação como diretor de filmes para a TV inglesa com claras simpatias pela esquerda. Era uma espécie assim de um discípulo de Ken Loach.

Em Gritos do Silêncio, Joffe tinha contado, para compor a trilha sonora, com o compositor inglês Mike Oldfield, autor do ótimo (e extremamente bem sucedido comercialmente) disco instrumental Tubular Bells. Para seu segundo longa-metragem, o diretor teve a trilha sonora de um compositor ainda maior, o legendário Ennio Morricone. A trilha que o maestro italiano compôs para A Missão é uma das mais belas de sua extraordinária carreira de mais de 500 obras, e uma das mais belas de toda a história do cinema.

         Um texto rico, elegante, mordaz, brilhante

O visual suntuoso, a música extraordinariamente bela e um texto rico, elegante, mordaz, brilhante, estão juntos na abertura do filme. A primeira imagem que vemos é um rosto em close-up de um homem que está suando muito no calor tropical, e ditando uma carta:

– “Vossa Santidade, a questão que me trouxe aqui está agora resolvida. E os índios estão de novo livres para serem escravizados por portugueses ou espanhóis. (Uma pausa.) Acho que não me expressei bem. Comecemos de novo.”

E em seguida temos uma série de planos gerais com a selva, os índios. Um missionário que tentou se aproximar de um grupo de guaranis que vive acima das quedas (o filme usa o tempo todo essa expressão, the falls, as quedas d’água) é amarrado a uma cruz de madeira e jogado num grande rio; vai sendo levado pela correnteza, até cair de uma catarata imensa, gigantesca – não se identifica hora nenhuma que aquelas são as cataratas do Iguaçu, mas é aquela região mesmo.

Temos então que a história nos está sendo narrada por um cardeal, Altamirano (Ray McAnally, em grande atuação), que foi enviado pelo papa àquela região perdida no fim de mundo (ele faz sua base em Assunção) para examinar de perto a situação das missões indígenas organizadas pelos jesuítas, que incomodam profundamente os colonizadores portugueses e espanhóis.

O cardeal Altamirano é um belo personagem. É inteligente, sagaz, curioso, quer ouvir as versões de todos os envolvidos; mas, à medida em que a narrativa avança, veremos que, por mais preparado e bem intencionado que seja, ele chegou àquela terra perdida no meio do nada com a decisão já tomada pelo Vaticano. É um homem justo que vai se torturar profundamente ao perceber a imensa injustiça que veio da Europa aos confins do mundo para anunciar e implementar.

         Dois seres pleonásticos – um santo e um sanguinário

Mas o cardeal Altamirano é apenas o terceiro personagem mais importante da história criada por Robert Bolt. No centro da narrativa estão um jesuíta espanhol puro, firme, uma fortaleza de fé, quase um santo, o padre Gabriel (o papel de Jeremy Irons), e um espanhol que é seu oposto – um caçador de escravos implacável, sanguinário: Rodrigo Mendoza (o papel de Robert De Niro), de família rica, nobre, caça índios na selva e os vende para os grandes fazendeiros, que os transformarão em escravos em suas plantações.

Bem no seu início, nos 20 primeiros minutos de ação, o filme mostra, em seqüências com pouquíssimos diálogos, as ações antípodas do padre Gabriel e de Rodrigo. Munido de um oboé, o padre Gabriel escala as cataratas para atingir a região dos guaranis que já haviam matado antes um outro religioso. Conquista os índios com a beleza da música que tira do pequeno instrumento – e, a partir daí, vai desenvolver maior e maior amizade com o grupo, e fundará ali, no alto do platô, acima das quedas, uma nova missão, a de São Carlos.

Ao mesmo tempo, Rodrigo está promovendo uma de suas caçadas para transformar índios em escravos. De volta à sua cidade (presumivelmente Assunção, embora isso não seja dito com todas as letras), vende o produto de sua caçada a um dos homens mais ricos do lugar, Don Cabeza (Charles Low), e reencontra o irmão Felipe (Aidan Quinn) e a namorada Carlotta (Cherie Lunghi).

Ainda estamos com menos de 20 minutos de filme, mas o ritmo aqui se acelera. Carlota confessa a Rodrigo que está apaixonada por Felipe; ensandecido pelo ciúme, Rodrigo mata o próprio irmão num duelo.

Um brusco corte no tempo – seis meses depois, Rodrigo está um caco, um lixo, destruído pelo arrependimento e pela culpa, vegetando entre jesuítas, à espera de uma morte por inanição e apatia. De volta de sua Missão de São Carlos, o Padre Gabriel é chamado para tentar conversar com Rodrigo. Desafia-o a enfrentar a culpa, a fazer penitência e tocar a vida. Ganha um cristão convertido.

         Os críticos americanos fizeram duros ataques ao filme

A imensa quantidade de informações, o ritmo rápido com que o padre Gabriel conquista a amizade dos guaranis e com que Rodrigo mata o irmão, mergulha na culpa, depois aceita o desafio de enfrentar de novo a vida, mais a complexa trama política envolvendo os impérios português e espanhol e a interferência do Vaticano – tudo isso mostrado na primeira meia hora de um filme de 125 minutos de duração – parecem ter assustado alguns críticos americanos.

Apesar de o filme ter levado a Palma de Ouro em Cannes, e ter tido sete indicações ao Oscar, incluindo os de melhor filme, direção e trilha sonora (levou só o de fotografia para Chris Menges), e 11 indicações ao Bafta (levou os prêmios de montagem, ator coadjuvante para Ray McAnally e trilha sonora para Morricone), Leonard Maltin e Roger Ebert, dois dos mais badalados críticos americanos, deram apenas 2.5 estrelas em 4, e fizeram duros ataques à obra.

Maltin falou da beleza visual do filme e do Oscar pela fotografia de Chris Menges, da riqueza das imagens, mas disse que a narrativa se prolonga tanto até chegar à conclusão inevitável que seu poder dramático vai pelo ralo. Admite, porém, que o roteiro é literário, erudito, e que Iron e De Niro têm grandes atuações.

Roger Ebert foi fundo: “Ficamos curiosos em saber por que tantas pessoas talentosas foram tão longe para fazer um filme difícil e belo – sem que qualquer uma delas, com base na evidência disponível, tivesse a menor noção de sobre que é o filme. Não há um momento em The Mission que não seja observável, mas os momentos não se somam em uma narrativa coerente. Ao final, podemos tentar juntar algumas coisas, mas o filme nunca de fato nos pegou.”

Todo mundo tem direito à sua opinião, é claro. E todo mundo tem direito a discordar da opinião dos outros. Acho que aqui Ebert pisou no tomate.

         Um parênteses rápido

Me lembro de ter levado minha filha, jovem demais na época, para ver A Missão, acho que no antigo Cine Liberty, no Center 3, na Paulista. Fernanda sempre foi muito precoce na relação dela com filmes, mas naturalmente não dava para ela compreender toda a complexa história com seus 11, 12 anos de então. Mas gostou do filme, tanto que o reviu algumas vezes. Viu de novo alguns meses atrás, quando este site, criado para mim pelo Carlos Bêla, já existia. Ela me contou que, depois de rever, foi procurar minha anotação sobre o filme no 50 Anos, e ficou desapontada por não encontrá-la.

A Missão era uma das muitas lacunas graves deste site. Bem, agora não é mais. A anotação pode ser ruim, mas enfim está aí. Espero que Fernanda goste.

         A narrativa é coerente, lógica, clara, contudente

A narrativa é lógica, é coerente, é compreensível. Complexa, sim, difícil. Mas compreensível, clara, forte, contundente.

Os acontecimentos históricos que serviram como pano de fundo para a trama criada por Robert Bolt foram o Tratado de Madri, assinado em 1750, a existência das missões jesuítas em si, na Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil – e o fato de que elas eram extremamente produtivas, e faziam dura concorrência com as fazendas dos colonizadores da região, portugueses ou espanhóis.

O que é tão simples quanto entender que 1 mais 1 são dois: as fazendas dos colonizadores usavam índios transformados em escravos, tratados com chicote. Nas missões boa parte da produção revertia para os próprios índios libertos, em troca apenas de seguir os rituais católicos ensinados pelos jesuítas. É óbvio que pessoas livres trabalham melhor do que escravos.

Tudo isso é mostrado no filme com a maior clareza.

Tá certo que para os americanos tratados como o de Tordesilhas e de Madri são mais esquisitos que os aliens do filme MIB. Mas não são difíceis assim de entender. O Tratado de Tordesinhas, de 1534, dividia a América no meridiano 46 – o que estava a Leste era português, o que estava a Oeste era espanhol. Em 1750, o Tratado de Madri cancelou a linha reta, fixa, imaginária, que havia sido derrubada na prática pelo avanço dos portugueses e seus descendentes bandeirantes; as fronteiras da parte portuguesa avançaram rumo a Oeste, formando praticamente o que são as fronteiras atuais entre o Brasil e seus vizinhos colonizados pela Espanha.

Os dois tratados foram mediados pela Igreja. A época que o filme retrata é a da implementação das novas fronteiras. As missões jesuíticas dos guaranis, antes em território do império espanhol, passariam a pertencer ao império português; os portugueses eram mais lenientes com a existência de índios escravizados.

Portugal, governado na prática pelo Marquês de Pombal, exigia que os jesuítas se desfizessem das missões, e as entregasse ao jugo do império português. Se isso não fosse feito, os jesuítas seriam banidos de Portugal e de todas as suas colônias.

Isso é mostrado no filme com a maior clareza – com personagens fictícios, é claro, com belíssimas imagens, a música extraordinária de Morricone, e um texto de fazer inveja a qualquer pessoa que admire uma frase bem feita.

         A procura de um paraíso na Terra ofende

Enquanto o espectador vê imagens dos índios nas missões construídas no meio da selva, ouve a voz em off de Ray McAnally como o infeliz cardeal Altamirano, em suas tentativas de escrever ao papa, remoendo-se em culpas tanto quanto Rodrigo, o ex-caçador de escravos e fratricida arrependido:

- “Essa procura pela criação de um paraíso na terra, como é fácil que isso provoque ofensas. Vossa Santidade se ofende porque esse paraíso pode distrair as pessoas daquele paraíso que deverá vir depois. Suas majestades de Espanha e Portugal são ofendidas porque o paraíso dos pobres raramente agrada a quem os governa. E os colonizadores aqui se ofendem pela mesma razão. Então este é o fardo que carreguei até a América do Sul. Satisfazer os portugueses, que queriam alargar seu império. Satisfazer o desejo espanhol de que isso fosse feito sem prejuízo para eles. Satisfazer Vossa Santidade, para que esses monarcas de Portugal e Espanha não ameacem o poder da Igreja. E para assegurar a todos que os jesuítas aqui não poderiam mais continuar a negar essas satisfações.”

Mais para a frente, quando a narrativa começa a se aproximar do desfecho, o cardeal Altamirano fica conhecendo mais e mais maravilhas das missões que jesuítas e índios construíram, o paraíso na terra, no Novo Mundo, belas igrejas, belas oficinas de criação de instrumentos musicais, coro e orquestra apresentando músicas sacras de fazer inveja mesmo a quem chegava do Vaticano. E ouvimos sua voz torturada em off:

– “Vossa Santidade, um cirurgião, para salvar um corpo, muitas vezes deve decepar um membro. Mas, na verdade, nada poderia ter me preparado para a beleza e o poder do membro que vim aqui amputar.”

A Missão/The Mission

De Roland Joffe, Inglaterra, 1986

Com Robert De Niro (Mendoza), Jeremy Irons (Gabriel), Ray McAnally (Altamirano), Liam Neeson (Fielding), Aidan Quinn (Felipe), Ronald Pickup (Hontar), Charles Low (Cabeza), Cherie Lunghi (Carlotta)

Argumento e roteiro Robert Bolt

Fotografia Chris Menges

Música Ennio Morricone

Montagem Jim Clark

Produção Fernando Ghia e David Puttnam

Cor, 125 min

R, ****

12 Comentários

  1. Postado em 20 setembro 2010 às 9:58 am | Permalink

    Tenho que comentar que concordo com os “detratores” deste filme, pois possuo ele em VHS e até o momento já tentei vê-lo duas vezes, acho muito belo, mas sem uma unidade que mecative e faça mergulhar na história, que concordo, é realmente profunda e complexa!

  2. Postado em 20 setembro 2010 às 10:37 am | Permalink

    Esse é um dos filmes mais lindos, impactantes e dolorosos a que já assisti. Simplesmente ler sobre ele já faz minha respiração falhar e os pelinhos do braço ficarem ouriçados. É forte, é duro, é brusco. É pleno. A música, as imagens, as interpretações, tudo me agrada. Antes que isso fique maior do que um comentário deve ser, só quero dizer que era uma lacuna quase imperdoável. Obrigada pelo post.

  3. Sérgio Vaz
    Postado em 20 setembro 2010 às 6:06 pm | Permalink

    Renan e Luciana, obrigado pelos comentários. Muito legal os dois terem chegado praticamente juntos – a opinião de quem não gostou e de quem gostou muito. É tão saudável quando há espaço para o dissenso, o contraditório. Espero que o país não mergulhe novamente num período de trevas em que só a camarilha instalada no poder tem direito a falar.

  4. José Luís
    Postado em 20 setembro 2010 às 11:54 pm | Permalink

    Adorei ler sobre este filme que não voltei a ver; tenho de ir procurar o DVD,talvez exista por aqui em Portugal.
    Muitos parabéns por seu trabalho neste site que já está nos “favoritos”.

  5. Sérgio Vaz
    Postado em 21 setembro 2010 às 9:16 pm | Permalink

    Caro José Luís,
    Muito obrigado pela sua mensagem.
    Fico extremamente feliz ao ver, pelo Google Analytics, que este site tem sido bastante acessado por leitores de Portugal.
    Tenho tentado, sempre que possível, dar, na ficha técnica, o título que os filmes receberam em Portugal, de maneira
    a permitir que, nas buscas no Google e outras ferramentas, eventuais leitores de Portugal cheguem a minhas anotações.
    Seu elogio me deixa muito, mas muito contente.
    Obrigado, e um abraço.
    Sérgio

  6. Postado em 11 novembro 2010 às 2:14 pm | Permalink

    Cara melhor filme que ja vi, pois morro mais ou menos aonde aconteceu o filme e fico muito feliz de ver a beleza que aki existia, mas agora nada se resta por causa da polica EUROPEIA. xD NOTA 10

    Alexandro 15anos

  7. caroline casagrande
    Postado em 31 maio 2011 às 9:26 pm | Permalink

    adorei tudo!assisti esse filme foi otimo rever essas imagens.

  8. Postado em 11 junho 2011 às 7:29 pm | Permalink

    O filme é de uma beleza indescritível. Esse Diretor Joffe e o de Fotografia Mneges, operam momentos extasiantes do cinema – basta rever a entrada do Cardeal Altamirano na Igreja – camera num excelente ângulo, os indios catequisados (isso aí tem implicações ou devem suportar criticas politico-religiosas, sem duvida) cantando as musicas sacras num coro da melhor qualidade – o enquadramento é qualquer coisa de se admirar, qunado o cardeal, e focalizado com a nave da igreja, e a uma aproximação, se nota o seu brilho compromentedor e contido dos olhos – a seguir seguindo o término do coro, ha um corte admirável morrendo a musica e coro na mata ou cerrado na parte externa – belo momento de um cinema de mestre!

  9. kéliton rosa ferreir
    Postado em 14 agosto 2011 às 9:18 pm | Permalink

    Tenho somente pena de quem por algum motivo não tnha tido a humildade e prazer em assistir um da mais espetaculares obras da sete arte. rs

  10. Isabel A. A.Garcia
    Postado em 13 setembro 2011 às 2:24 pm | Permalink

    Este filme, foi o que mais mem chocou. pela crueldade, maldade e friesa dos nossos descendentes. OS atores como ja forão citados são estrêlas. Adorei

  11. José Luís
    Postado em 1 julho 2012 às 3:10 pm | Permalink

    Bem, já tenho o DVD do filme, e só posso dizer que adorei, ou melhor, voltei a adorar.
    E o que disse esse Roger Ebert é uma opinião de um crítico (penso que é crítico do jornal Sun-Times). E eu de críticos profissionais estou mais do que farto há muitos anos.

  12. Sérgio Vaz
    Postado em 2 julho 2012 às 6:57 pm | Permalink

    Concordo com você, amigo José Luís: em geral, crítico profissional de cinema é muito chato. Mas, gozado, eu gosto muito do Roger Ebert. Nesse caso específico, ele errou, e errou feio!
    Grande abraço!
    Sérgio

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