Silver Bells


Nota: ★☆☆☆

Anotação em 2007, com complemento em 2008: Tentaram fazer um filme de Natal, cheio de problemas que depois se resolvem no clima de companheirismo, solidariedade, bondade, algo assim como os de Frank Capra – e inventaram uma trama completamente sem sentido, sem lógica.

A história gira em torno de duas pessoas que perderam seus parceiros na vida – ela uma nova-iorquina chique que trabalha num museu, ele um fazendeiro que planta pinheiros e os leva para vender em Nova York na época do Natal. O filho do fazendeiro, garoto de 16 anos, briga com o pai e some na cidade grande, porque quer viver ali e não na fazenda gelada upstate. É apaixonado por fotografia, e cai nas graças da moça do museu.

E dá-lhe clichê – a começar, claro, pelo fato de a ação se passar sempre na época do Natal, jingle bells, jingle bells, jingle all the way, passando pelo casal dispare, ela urbanóide metropolitana, ele fazendeirão, o casal mais improvável que é claro vai se encontrar.  

Uma bobagem infinita, em que a única coisa que presta é a gracinha da Anne Heche, a – como alguém já disse – mais sensual lésbica do cinema americano.

Silver Bells

De Dick Lowry, EUA, 2005. Feito para a TV.

Com Anne Heche, Tate Donovan, Victoria Justice

Roteiro Jim McGrath

Baseado em novela de Luanne Rice

Produção CBS Television

Cor, 120 min

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