Um espanto, um encanto, uma beleza absurda, forte, acachapante. El Baile de la Victoria, no Brasil A Dançarina e o Ladrão, é um brilho, uma obra-prima. Continue lendo “A Dançarina e o Ladrão / El Baile de la Victoria”
O Passageiro da Chuva / Le Passager de la Pluie
Quarenta e dois anos e 30 mil thrillers depois, O Passageiro da Chuva, que René Clément lançou em 1970, continua um belo filme. Não envelheceu nada. Continue lendo “O Passageiro da Chuva / Le Passager de la Pluie”
Albert Nobbs
Albert Nobbs me pareceu, antes de mais nada, um exercício de ourivesaria na recriação do visual de uma época – o final do século XIX em Dublin. Continue lendo “Albert Nobbs”
O Selvagem / Le Sauvage
O filme se chama O Selvagem, Le Sauvage. Nunca tinha ouvido falar dele, mas é com Yves Montand e Catherine Deneuve. Não me lembrava que os dois gigantes haviam trabalhado juntos. Coisa não muito recente, de quando estavam jovens – depois veria que é de 1975. Continue lendo “O Selvagem / Le Sauvage”
Esses Amores / Ces Amours-là…
É sabido: com Lelouch, não tem meio termo. Ou se ama ou se odeia – profundamente. Eu sou do primeiro time, mas, mesmo assim, tenho que admitir: em Esses Amores, o cara exagerou. Continue lendo “Esses Amores / Ces Amours-là…”
Sete Dias com Marilyn e O Príncipe Encantado
Para contar como foi feito um filme fraco, bobo, menor, fizeram um filme espetacular. Continue lendo “Sete Dias com Marilyn e O Príncipe Encantado”
Ó Jerusalém / O Jerusalem
Ó Jerusalém é um filme raro, singular. Não tanto por suas qualidades especificamente cinematográficas, mas pelo que diz, e como diz. É uma obra extraordinária por causa das idéias, da postura política. Continue lendo “Ó Jerusalém / O Jerusalem”
Um Condenado à Morte Escapou / Un Condamné à Mort s’est Échappé
O jovem crítico François Truffaut escreveu em 1956: “Em minha opinião, Um Condenado à Morte Escapou não apenas é o mais belo filme de Robert Bresson como também é o filme francês mais importante dos últimos dez anos”. Continue lendo “Um Condenado à Morte Escapou / Un Condamné à Mort s’est Échappé”
Cirkus Columbia
Uma beleza, uma maravilha, um filmaço, este Cirkus Columbia, feito em 2010 na Bósnia e Herzegovina em co-produção com diversos países, França, Inglaterra, Alemanha, Eslovênia, Bélgica e a vizinha Sérvia. Continue lendo “Cirkus Columbia”
Electra / Ilektra
Cerca de 2.370 anos depois que o grego Eurípedes escreveu Electra, seu conterrâneo Michael Cacoyannis transformou a tragédia em um filme de imagens tão belas, fortes, poderosas, que muito possivelmente elas ainda terão admiradores daqui a outros 2.370 anos – se a humanidade não se destruir antes disso, claro. Continue lendo “Electra / Ilektra”
A Viúva / La Veuve Couderc
Dois atores soberbos, Simone Signoret e Alain Delon. Uma adaptação de obra de Georges Simenon. A Viúva/La Veuve Couderc, de 1971, prometia. Ficou na promessa. Continue lendo “A Viúva / La Veuve Couderc”
Um Herói do Nosso Tempo / Va, vis et deviens
Não dá para saber de onde os distribuidores brasileiros tiraram o título Um Herói do Nosso Tempo para o filme que Radu Mihaileanu lançou em 2005, Va, vis et deviens, uma co-produção de França, Israel, Bélgica e Itália. Continue lendo “Um Herói do Nosso Tempo / Va, vis et deviens”
Um Sonho de Amor / Io Sonno l’Amore
Um Sonho de Amor, no original Io Sonno l’Amore, eu sou o amor, focaliza uma família da altíssima burguesia de Milão. Demora bastante para dizer a que vem. Demora exatamente 58 dos seus longos 120 minutos. Continue lendo “Um Sonho de Amor / Io Sonno l’Amore”
Potiche – Esposa Troféu / Potiche
Potiche é uma deliciosa gozação com um monte de temas sérios: capitalismo, luta de classes, patrões x trabalhadores, política partidária, machismo, dominação das mulheres pelos homens, vida em família, infidelidade conjugal. É um filme que definitivamente não leva nada a sério – muito menos a si próprio. Continue lendo “Potiche – Esposa Troféu / Potiche”
A Mão do Homem sem Cabeça / Où est la main de l’homme sans tête
O começo é espetacular. Tomadas esplêndidas de dois pés pisando perigosamente na murada do alto de uma gigantesca catedral, a de Koekelberg, em Bruxelas. Uma pessoa vista de costas, na murada, os jardins magníficos lá embaixo, em segundo plano. Continue lendo “A Mão do Homem sem Cabeça / Où est la main de l’homme sans tête”
















