
Nota: 



Anotação em 2009: Uma família passa férias de verão em sua casa na praia; a casa é confortável, e é pé na areia – tem a casa, tem o gramado e começa a areia. E no entanto são todos tremendamente infelizes. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Uma família passa férias de verão em sua casa na praia; a casa é confortável, e é pé na areia – tem a casa, tem o gramado e começa a areia. E no entanto são todos tremendamente infelizes. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Em 1977, quando fez este filme, aos 33 anos de idade, o australiano Peter Weir já demonstrava ser um cineasta de grande talento. Demonstrava também ser um artista sério, dedicado aos temas mais importantes e difíceis que há na vida, os grandes e básicos questionamentos – quem somos, o que somos, para onde vamos. O filme, no entanto, que começa muito bem, acaba virando uma decepção. Ler Mais

Anotação em julho de 2009: Vejo filmes demais, muito deles ruins, alguns abaixo do péssimo. Costumo ter uma paciência de Jó com porcarias. Mas algumas conseguem me derrubar, e desisto no meio.

Nota: 



Anotação em 2008: É, de fato, uma produção extremamente caprichada; a diretora australiana Gillian Armstrong reuniu dinheiro de vários países (Inglaterra, Austrália, apoio do Banco da Irlanda) e atores idem (da Austrália, País de Gales, Estados Unidos, Inglaterra) para fazer um filme de época (a década de 1920) suntuoso em diversos aspectos – visual caprichadíssimo, exuberante, reconstituição perfeita, figurinos cuidadíssimos, boa música. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: O pano de fundo é a Nova Zelândia de meados do século XIX, as lutas eternas entre os colonizadores ingleses e irlandeses contra os nativos, os maoris, o embate de civilizações, o branco dito civilizado com todas as aspas possíveis contra os nativos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: La Kidman tinha apenas 22 anos de idade, mas já seis de carreira, quando estrelou este filme dirigido pelo australiano Phillip Noyce. A beleza da menina é luminosa, resplandescente. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Uma total surpresa que vem da Austrália – e é um belo filme, que merece revisão. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Este thriller é extremamente bem feito e muito bem interpretado. O duro é que não dá para acreditar no que dizem Neil Jordan e Jodie Foster – dois artistas com belíssimos currículos – quando negam que o filme seja uma defesa pura e simples da justiça com as próprias mãos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Eis aí um grande filme. E um filme egípcio – não me lembro de ter visto outro filme produzido lá. E é um filme que em tudo parece vir de uma cinematografia madura, sólida. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Ainda outro filme sobre o apartheid. Poucas semanas antes de ver este aqui, tínhamos visto o de Philip Noyce, Em Nome da Honra/Catch a Fire. Repito o que falei: que venham mais filmes sobre o apartheid, quantos vierem. Todos são bem-vindos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Mais um filme sobre o apartheid – e que venham mais, que venham quantos vierem. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Não entendi o que esse filme sobre marginalidade e descaminho de jovens na sociedade australiana pretende dizer. Devo ser um imbecil, porque o Australian Film Institute indicou o filme em 14 categorias, e o premiou em cinco. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: O diretor francês Régis Wargnier gosta de histórias de personagens que mostrem por trás o desenrolar da grande História. Fez isso sobre a colonização francesa no Vietnã em Indochina, de 1992, e sobre a escalada totalitária na União Soviética sob a ditadura de Stálin, em Leste-Oeste, de 1999. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006: Não anotei sobre este filme na hora, logo depois de vê-lo, e agora, sete meses depois, a única coisa de que consigo me lembrar é que ele tem um visual de fato muito interessante, fantástico – e um bom elenco. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: Interessante filme sobre a África do Sul pós-queda do regime racista, no início dos anos 90. Focaliza os tribunais que examinam denúncias de crimes ocorridos durante o apartheid, e discute a questão importantíssima da justiça pós um processo de anistia. Ler Mais