Les Mistons

Nota: ★★★☆

Anotação em 2011: É muito impressionante como Les Mistons, o curta-metragem que François Truffaut filmou em 1957, aos 25 ridículos aninhos de idade, dois anos antes de seu primeiro longa, Os Incompreendidos/Les Quatre Cents Coups, já contém vários dos temas, das características que estariam presentes em sua obra espetacular, uma das mais maravilhosas do cinema. Continue lendo “Les Mistons”

Aquele que Sabe Viver / Il Sorpasso

Nota: ★★★½

Anotação em 2011: Il Sorpasso, de Dino Risi, que no Brasil ganhou o título de Aquele que Sabe Viver, é um dos grandes clássicos do início dos anos 60, um daqueles filmes que marcaram toda uma geração mundo afora – a imediatamente anterior à minha, e mesmo as pessoas da minha geração dois ou três anos mais velhas do que eu. Continue lendo “Aquele que Sabe Viver / Il Sorpasso”

Um Amor Tão Frágil / La Dentellière

Nota: ★★★☆

Anotação em 2011: Este Um Amor Tão Frágil, no original La Dentellière, de 1977, foi o filme que consagrou a então muito jovem Isabelle Huppert como grande atriz. Só por isso já teria importância, mas este não é seu único valor. É um belo, fascinante filme, um pequeno estudo psicológico e sociológico – mas feito de forma absoluta, chocantemente simples, despretensiosa. Continue lendo “Um Amor Tão Frágil / La Dentellière”

Jogo de Cena

Nota: ★☆☆☆

Anotação em 2010: Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho, é um filme fascinantemente, arrojadamente único, peculiar, sui generis. É também, ao mesmo tempo, para a imensa maioria dos mortais, um filme desinteressante, danado de chato, sacal, quase insuportável. Continue lendo “Jogo de Cena”

Amantes / Two Lovers


Nota: ★½☆☆

Anotação em 2010: Amantes/Two Lovers é um filme duplamente anacrônico. Em primeiro lugar, é de fato um tanto antiquado. Não são muitas as produções recentes do cinema americano com dois astros de peso que tratam da vida de pessoas comuns, normais – extremamente comuns, extremamente normais, sem glamour algum, sem qualquer charme. Continue lendo “Amantes / Two Lovers”

Belíssima / Bellissima


Nota: ½☆☆☆

Anotação em 2009: Belíssima foi o terceiro filme de Luchino Visconti, um dos maiores cineastas de todos os tempos. Foi feito em 1951, ainda no auge do neo-realismo, com a estrela maior do movimento, Anna Magnani, e com argumento concebido especialmente para ele por Cesare Zavattini, o papa daquele tipo de cinema que os italianos criaram no imediato pós-guerra. Continue lendo “Belíssima / Bellissima”

O Arco do Triunfo / Arch of Triumph


Nota: ★☆☆☆

Anotação em 2008: Quando fez o papel de Joan Madou neste filme, em 1948, Ingrid estava no apogeu, no auge do auge da fama no cinema americano. Vinha de uma fileira de êxitos: Casablanca (1942), Por Quem os Sinos Dobram (1943), À Meia Luz/Gaslight (1944), Quando Fala o Coração/Spellbound (1945), Interlúdio/Notorious (1946). Continue lendo “O Arco do Triunfo / Arch of Triumph”

Nós, as Mulheres / Siamo Donne


Nota: ★★½☆

Anotação em 2005, com acréscimo em 2008: Uma bela pérola do neo-realismo italiano, seguindo a fórmula que seria muito usada nos cinemas italiano e francês dos anos 50 e 60, e depois voltaria a ser feito várias vezes nos anos 2000, como em Paris, Eu Te Amo – uma coleção de pequenos filmes, a rigor curta-metragens, esquetes, cada um dirigido por um cineasta, tendo em comum um tema básico. Continue lendo “Nós, as Mulheres / Siamo Donne”

O Crime do Século / Crime of the Century


Nota: ★★★½

Anotação em 1998, com complemento em 2008: Belo, corajoso filme. Interessante porque tem muito a ver com The Capeman, a peça e disco do Paul Simon, que há dois meses é minha grande paixão: a mídia e a Justiça americanas contra um alien, como eles chamam os imigrantes ilegais – alien, como se fosse um alienígena, um extraterrestre. Continue lendo “O Crime do Século / Crime of the Century”