Nota: 



Anotação em 2011: Este Na Trilha do Assassino, no original Tenderness, ternura, traz uma galeria de personagens infelizes, miseravelmente infelizes. É um daqueles filmes com uma visão de mundo profundamente desesperançada. Ler Mais
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Anotação em 2011: Este Na Trilha do Assassino, no original Tenderness, ternura, traz uma galeria de personagens infelizes, miseravelmente infelizes. É um daqueles filmes com uma visão de mundo profundamente desesperançada. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Para mim, este A Vida Durante a Guerra, de Todd Solondz, é um seriíssimo candidato ao prêmio de filme mais chato de toda a história. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Este Tabu, no original Towelhead, é barra pesadíssima. Trata de abuso sexual contra uma adolescente de apenas 13 anos – e mais racismo, choque cultural, negligência e incompetência de pai e mãe. Uma gigantesca concentração de dramas, problemas, erros. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em janeiro de 2011): Corações em Conflito/Mammoth é uma co-produção de Suécia-Alemanha-Dinamarca, estrelada por um ator mexicano e uma atriz americana, passada em Nova York, Bangcoc e uma praia da Tailândia, e em uma cidade não identificada das Filipinas, que tem uma série de lições a dar ao espectador. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Uma beleza de filme, este thriller sueco baseado no primeiro livro da trilogia de Stieg Larsson que tem sido um imenso sucesso em todo o mundo. A trama é absolutamente fascinante, assim como os personagens centrais. Estupidamente bem feito, é daqueles filmes em que a gente vê talento sobrando, saindo pelo ladrão. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Um bom filme, sem dúvida alguma. Corajoso, forte, violento, apavorante: um mergulho no mais profundo mundo cão em plena ilha de Manhattan, o umbigo do capitalismo, a capital do mundo. Ler Mais
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Anotação em 2010: A Vida no Paraíso – o filme sueco de 2004 que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro – me pareceu um tanto estranho. E no adjetivo não vai qualquer julgamento de valor; o estranho aí significa apenas esquisito, incomum, inesperado. Ler Mais
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Anotação em 2010: A diretora Danièle Thompson é muito competente no drama (como prova em Três Irmãs/La Büche), assim como em obra de tom bem leve, suave (como demonstra em Um Lugar na Platéia/Fateuils d’Orchestre). Neste Fuso Horário do Amor/Décalage Horaire, de 2002, mostra que é muito competente na comédia romântica. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Este filme dirigido pelo inglês Michael Apted, que tem bons filmes no currículo, com Jennifer Lopez como a grande estrela, começa como um conto de fadas que vira um pesadelo. Aborda um tema sério, pesado, importante, a violência doméstica – para, a partir da metade final, desandar irremediavelmente num kung fu. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Continua tão delicioso de se ver quanto na época em que foi feito, quase 20 anos atrás, este Tomates Verdes Fritos. É uma beleza de filme, sensível, caloroso, com um tom melancólico bem temperado por momentos leves, bem humorados. Uma pequena ode à vida e à amizade – suave, não uma sinfonia, mas um quarteto de cordas. Ler Mais
Anotação em 2010: Pelos Meus Olhos, filme espanhol de 2003, me pegou como uma completa surpresa: não me lembro de ter ouvido falar nada dele. E as boas surpresas são muito agradáveis. Mas o filme é muito mais que uma boa surpresa. É uma obra excepcional. Encara de frente um dos temas mais duros que há: a violência doméstica. Encara de frente – e de forma brilhante. É um filme soberbo. Duríssimo, mas extraordinário. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Gostei bastante deste filme. São dois personagens interessantes, bem construídos, bem interpretados por Jennifer Lopez e Jim Caviezel. Muita gente detesta J.-Lo, e Jim Caviezel nunca chegou a virar um astro – mas acho que eles estão muito bem. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Pessoas saudáveis, sem atração particular por loucuras, obsessões, perversões, profundas e irreprimíveis infelicidades, não deveriam nem chegar perto deste Distúrbios do Prazer. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Dexter é uma maravilha. Brilhante, extremamente bem feito, com talento saindo pelo ladrão, ou, no caso específico, pelo assassino – sobra talento em tudo, desde a concepção da história até todos os detalhes da realização. Os personagens são interessantíssimos, fascinantes, os atores estão nada menos que perfeitos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Não consigo me lembrar de outro filme mais apavorante, aterrorizante, chocante do que este aqui. Acho que pode haver outros tão brutais quanto ele, mas não há nenhum mais brutal. Nem O Iluminado, de Kubrick, nem O Inquilino, de Polanski. Ler Mais