Nota: 



Anatomia de um Crime é um filmaço. Daquela excelsa categoria dos filmes perfeitos, em que não falta nada, não sobra nada, tudo se encaixa milimetricamente. É um dos melhores thrillers de tribunal que já foram feitos. Ler Mais
Nota: 



Anatomia de um Crime é um filmaço. Daquela excelsa categoria dos filmes perfeitos, em que não falta nada, não sobra nada, tudo se encaixa milimetricamente. É um dos melhores thrillers de tribunal que já foram feitos. Ler Mais
Nota: 



O Fio da Suspeita/Jagged Edge é, na minha opinião, um dos melhores thrillers dos anos 80. É bem feitíssimo – e com uma narrativa clássica, sem modismos, maneirismos, e que portanto não envelhece. Tem grandes atuações dos protagonistas, Jeff Bridges e Glenn Close. E a trama é estupenda. Ler Mais
Nota: 



O sonho dourado de muito diretor é recriar, em seus thrillers, o clima noir das novelas policiais de Dashiell Hammett e Raymond Chandler, dos anos 1930, 1940. Esse Brad Furman, de quem nunca tinha ouvido falar, um fedelho, mal saído dos cueiros, como se dizia em Minas, conseguiu. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Muito Mais Que um Crime/Music Box é brilhante em absolutamente todos os quesitos. Filme maior, é destes que a gente deveria rever de vez em quando. A cada revisão, ele se mostra ainda melhor, revela novas qualidades. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: The Good Wife supera tudo o que de melhor se poderia esperar de uma série feita para a TV. É um show de talento, inteligência, criatividade, sensibilidade. Se fosse um livro, poderia rivalizar com a Trilogia Millennium, do sueco Stieg Larsson, o Guerra e Paz da literatura de lazer. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Rever Perigosamente Juntos/Legal Eagles, depois de vários anos, foi um imenso prazer. O filme, feito por Ivan Reitman em 1986, com o charme e a beleza de Robert Redford, Debra Winger e Daryl Hannah, é uma delícia, bem-humoradíssimo, uma bela junção de aventura, romance e comédia com um pouco de tribunal. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Este Martin Roumagnac – Mulher Perversa é um filme bem fraquinho, bem ruinzinho. Mas tem um ponto de interesse: é o único filme em que Marlene Dietrich trabalhou ao lado de Jean Gabin. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: O Veredito, que Sidney Lumet fez em 1982, é um dos melhores filmes de tribunal que já foram feitos, mas não é só. É um dos melhores filmes que já foram feitos. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Chicago é um belíssimo filme. Um musical primoroso, dos melhores que já foram feitos. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Testemunha de Acusação é o máximo. É uma obra-prima, uma perfeição. A gente não cansa de ver – cada vez que vê, é de novo um prazer imenso, renovado. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Seria bom se todo mundo revisse Julgamento em Nuremberg de tempos em tempos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: A maior qualidade deste Amor Extremo é a beleza das duas jovens atrizes, Keira Knightley e Sienna Miller. As duas estão deslumbrantes, o diretor tinha plena consciência disso e encheu o filme de belos close-ups dos rostos delas. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Um excelente, um grande filme, este, de Nick Cassavetes. Mas é um daqueles filmes que não são indicados para todos os tipos de platéia. É um sério, pesado, dolorosíssimo drama que envolve doença terminal, entra bem fundo nas conseqüências que isso acarreta para todos os membros da família – e ainda vai além disso. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: A Garota de Mônaco é um daqueles filmes que vão mudando de tom ao longo da narrativa. Começa como uma comédia social, uma sátira de costumes. Lá pelo meio, beira o nonsense, o absurdo. Depois vai ficando amargo, amargo que nem jiló, que nem abacaxi quando não está bom, que nem fase dura da vida. Deixa um gosto ruim. Ler Mais