
Nota: 



Anotação em 2010: Pessoas saudáveis, sem atração particular por loucuras, obsessões, perversões, profundas e irreprimíveis infelicidades, não deveriam nem chegar perto deste Distúrbios do Prazer. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Pessoas saudáveis, sem atração particular por loucuras, obsessões, perversões, profundas e irreprimíveis infelicidades, não deveriam nem chegar perto deste Distúrbios do Prazer. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Jogando com Prazer aborda um tema não muito usual: o mundo dos garotos (e garotas) de programa, jovens bonitos que vivem de vender sexo para mulheres e homens ricos – no caso específico, em Los Angeles, a cidade dos sonhos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Embora com o risco de deixar chocadíssimos os eventuais leitores, a verdade é que, para mim, Vestida para Matar, o Psicose de Brian De Palma, é tão bom quanto o original do mestre Hitchcock que seu seguidor homenageia. Ou melhor. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: A impressão que eu tive foi de que a diretora italiana Liliana Cavani colocou para si mesma um desafio: fazer um dos filmes mais nojentos, asquerosos, porcos, abjetos, degradantes, aviltantes da história. Conseguiu. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Êxtase, feito em 1933, entrou para a história por causa do escândalo: foi o primeiro filme exibido no circuito comercial normal a mostrar um nu frontal. Um precursor, assim, dos filmes que muito mais tarde mostrariam cenas de sexo explícito, ou quase. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: E Sua Mãe Também foi um tremendo sucesso de crítica. Ganhou 33 prêmios ao redor do mundo e teve 28 indicações, inclusive ao Oscar de roteiro original e aos Baftas de roteiro original e melhor filme em língua não inglesa. Merece o sucesso que conquistou. É um belo filme – forte, pesado, denso, desconcertante. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Apesar da abertura que promete – Charles Trenet cantando Que Reste-t-il de Nos Amours, belíssima paisagem de uma cidadezinha francesa à beira-mar, em 1938, às vésperas da Segunda Guerra -, este filme é uma tremenda, gigantesca, absurda porcaria. Mas tem duas coisas interessantes: Gabrielle Anwar, esplendorosa, filmada por um diretor voyeur e taradão, e Keira Knightley ainda garotinha, aos dez anos de idade. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Eis aí uma história muito, mas muito doidona, sobre o encontro de dois personagens esquisitérrimos e antípodas, num lugarejo perdido no interiorzão do Tennessee (ou seria Mississippi?; tanto faz; o que importa é que interiorzão do Sul profundo). Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Bola preta. Eis aqui um filme de sacanagem travestido como coisa pretensamente séria. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Há um tanto de abuso na mistura de P&B e cor. Há um tanto de abuso de criativol no roteiro. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Eis aí um filme impressionante – e que achei nojento, abjeto. Impressionante: ele é praticamente todo em cima de apenas uma dupla de atores, um tour-de-force, portanto. A atriz, Ellen Page, em especial, é extraordinária. E quase todo o filme é feito em close-ups. Um imenso tour-de-force. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Eis aí um filme bem impressionante, fascinante, que dá vontade de rever. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: Dois amigos disputam e dividem o amor de uma mulher na miséria festiva da Cidade Baixa de São Salvador, Bahia. Muito sexo, muita miséria, muita violência, muita falta de perspectiva. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: Este é um daqueles filmes que não têm qualquer real importância na ordem das coisas – mas é muito interessante de se ver. A trama é boa – uma detetive durona da polícia investiga o desaparecimento de uma mulher e vai desvelando uma trama que envolve, além de vários crimes, lesbianismo e sadomasoquista na alta sociedade. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2005: O filme é calcado no personagem de Linda Fiorentino, e, mais do que isso, o filme é Linda Fiorentino. Ela faz uma espécie de mulher fatal dos filmes noir, apesar de não ser loura – é ambiciosa, fria, calculista, capaz de tudo. O problema é que ela é tudo isso demais, tudo isso exagerado, à enésima potência. Ler Mais