Nota: 



Anotação em 2011: Para algum douto historiador, seja dos importantes fatos políticos e sociais, seja do cinema, este Sangue Sobre o Sol, um perfeito espelho da Grande História, pode ter algum interesse. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Para algum douto historiador, seja dos importantes fatos políticos e sociais, seja do cinema, este Sangue Sobre o Sol, um perfeito espelho da Grande História, pode ter algum interesse. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Tempestade Sobre Washington, de Otto Preminger, é um filme tão poderoso, forte, sério, hoje, quanto era quando foi feito quase meio século atrás, em 1962. É um belo filme sobre política, sobre como funcionam as instituições americanas, o relacionamento entre Executivo e Legislativo, o jogo de forças, de interesses, de visões de mundo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Uma absoluta maravilha. São 130 minutos de puro brilho, encantamento, belo cinema.
Confesso que não me lembrava de que Amor na Tarde é tão superlativo. Claro: sabia que era ótimo, tinha a melhor lembrança dele – mas revê-lo agora me surpreendeu. Gostei mais ainda do filme do que nas vezes anteriores. Ler Mais
[rating;3]
Anotação em 2011: Jantar às Oito é uma bela surpresa. Com um elenco estelar, dirigido por George Cukor em 1933, época em que Hollywood produzia às dezenas comedinhas escapistas para um país afundado na Grande Depressão, o filme ousa misturar o tom de comedinha escapista com temas dramáticos, pesados – inclusive a própria Depressão. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Olivia de Havilland nos dá uma das mais brilhantes interpretações do cinema. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Não adianta a gente achar que conhece um pouco de cinema, que já viu muitos filmes – há sempre muito mais surpresas do que se pode imaginar. Este Monstros/Freaks, que Tod Browning dirigiu em 1932, apenas cinco anos depois que o cinema aprendeu a falar, é muito surpreendente. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Não resultou em um grande filme, na minha opinião, o encontro de dois dos maiores nomes da cultura alemã do século XX, o cineasta Fritz Lang (1890-1976) e o poeta, dramaturgo e ensaísta Bertolt Brecht (1898-1956). Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Persépolis é uma paulada. E não poderia ser diferente, já que é um filme que fala sobre uma mulher iraniana. Barra pesada, assustador, apavorante. Um grande filme, que todas as pessoas de bem que ainda não viram deveriam ver. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: A Fita Branca, do alemão de origem austríaca Michael Haneke, é um dos filmes mais premiados e incensados dos últimos anos – talvez de toda a história do cinema. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em fevereiro de 2011): Acorrentados, produzido e dirigido em 1958 por Stanley Kramer, mantém sua força, seu vigor, mais de meio século depois. É um filme corajoso, violento, brutal, capaz de deixar o espectador agoniado. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em janeiro de 2011): Gângsters de Casaca, feito por Henri Verneuil em 1963, é um fascinante filme sobre um grande roubo com algumas características que o diferenciam bastante dos vários outros filmes sobre um grande roubo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em janeiro de 2011): Inferno nº 17 é muito possivelmente um dos filmes mais amargos que já foram feitos. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em janeiro de 2011): O problema, com toda certeza, é meu, não é do filme. Mas achei Armadilha do Destino/Cul-de-Sac um horror. Uma idiotice total e assombrosa, uma brincadeira de péssimo gosto, intragável, interminável. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Ann Vickers é um filme fascinante, avançadíssimo, muito, muito à frente de seu tempo – foi feito em 1933, por John Cromwell, com os grandes astros Irene Dunne e Walter Huston. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Este Martin Roumagnac – Mulher Perversa é um filme bem fraquinho, bem ruinzinho. Mas tem um ponto de interesse: é o único filme em que Marlene Dietrich trabalhou ao lado de Jean Gabin. Ler Mais