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Anotação em 2009: Feito em 1989, Além da Eternidade/Always é do tempo em que ainda se dizia que Steven Spielberg, como Peter Pan, se recusava a crescer, virar adulto; preferia a fantasia, o escapismo, à dura realidade da vida. Ler Mais

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Anotação em 2009: Feito em 1989, Além da Eternidade/Always é do tempo em que ainda se dizia que Steven Spielberg, como Peter Pan, se recusava a crescer, virar adulto; preferia a fantasia, o escapismo, à dura realidade da vida. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Uma imensa, gigantesca bobagem, uma bela, deliciosa, engraçadíssima diversão – até mesmo para quem, como eu, não viu nada da série original de TV, criada por Mel Brooks e Buck Henry em 1965. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: É uma experiência interessante – e engraçada – ver hoje, mais de 70 anos depois de sua época, este filme de 1938. É um grande clássico, uma bela produção, bem cuidada, bem feita. Ao mesmo tempo (não dá para evitar a sensação), é também bastante ridículo, risível. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Um filme bem feito: boas atuações, ótima fotografia, ótimos figurinos, direção de arte (a reconstituição de época é brilhante), tudo corretíssimo. Menos que um filme, no entanto, isto aqui é um panfleto. Ou, mais exatamente, e pior ainda, um peça didática. É tudo tão feito em nome de uma causa que fica maçante, chato. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Como é bem realizado, como é impressionantemente bem feito este grande clássico francês de 1962, com certeza um dos melhores filmes sobre a infância – e um dos grandes panfletos pacifistas – da história do cinema. Ler Mais

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Anotação em 2009: Uma comédia escrachada sobre gente que gosta de filmes, sobre filmes, locadora de vídeo, o VHS e o DVD, dirigido por Michel Gondry, o autor do excelente Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças/Eternal Sunshine of the Spotless Mind. Garantia de ótimos serviços prestados, certo? É, mas… Ler Mais

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Anotação em 2009: Este filme é uma daquelas gigantescas bobagens gostosas, agradáveis. Foi a estréia de Gene Wilder na direção, depois de fazer muito sucesso em três comédias de Mel Brooks, Primavera para Hitler/The Producers, de 1968, Banzé no Oeste/Blazing Saddles, de 1974, Jovem Frankenstein/Young Frankenstein, também de 1974 – neste último, ele foi co-roteirista, junto com Brooks. Ler Mais

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Anotação em 2009: Tadinha da Susan Sarandon, essa ótima atriz, mulher maravilhosa. Devia estar precisando demais de dinheiro, devia estar com a hipoteca da casa bem atrasada, para se sujeitar a trabalhar neste abacaxi azedo. Ler Mais

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Anotação em 2009: Depois do Vendaval é daquele tipo raro, especialíssimo de filme que a gente não cansa nunca de rever. Não fica velho, não prescreve, não perde o brilho. Ao contrário, dá imenso e renovado prazer a cada nova revisão, sejam quantas forem. Ler Mais

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Anotação em 2009: O Castelo de Minha Mãe é um filme assustadora e deliciosamente anacrônico. Feito em 1990, parece vir de um outro universo, muito diferente deste em que vivemos e em que são produzidos os filmes retratando um mundo violento, cruel, sanguinário, duro, cínico. Ler Mais

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Anotação em 2009: Uma das coisas que mais impressionam, quando se revê Contatos Imediatos agora, mais de 30 anos depois – o filme é de 1977 – é a modernidade, a atualidade do visual. O tempo costuma ser muito traiçoeiro com filmes de ficção científica, e o que era a previsão de futuro muitas vezes vira simplesmente ridículo com o passar do tempo. Ler Mais

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Anotação em 2009: Uma das coisas impressionantes deste filme divertido, gostoso e bem feitíssimo são os movimentos de câmara. Cada vez mais, me parece, os filmes de animação estão ficando, nos recursos do uso da câmara, parecidos com os filmes com seres humanos no papel de seres humanos. Ler Mais

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Anotação em 2008: Não sei como as pessoas classificam o estilo de Tim Burton, mas o que me ocorreu, logo depois de ver Beetlejuice pela primeira vez, numa sessão da tarde, 20 anos depois que o filme foi feito, é que o visual dele é surreal-psicodélico-gótico. Ler Mais

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Anotação em 2008: É, de fato, uma produção extremamente caprichada; a diretora australiana Gillian Armstrong reuniu dinheiro de vários países (Inglaterra, Austrália, apoio do Banco da Irlanda) e atores idem (da Austrália, País de Gales, Estados Unidos, Inglaterra) para fazer um filme de época (a década de 1920) suntuoso em diversos aspectos – visual caprichadíssimo, exuberante, reconstituição perfeita, figurinos cuidadíssimos, boa música. Ler Mais

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Anotação em 2008: Esta comédia é uma daquelas bobagens totais, mas que a gente acaba vendo, rindo e se divertindo. Como mostra o título, é uma comédia com coisas de ficção científica - Mike Nichols faria uma brincadeira parecida, De Que Planeta Você Veio?/What Planet Are You From? , 12 anos mais tarde, em 2000. Ler Mais