Nota: 



Extraordinário, brilhante, belíssimo – um filmaço, este Os Descendentes. Ler Mais
Nota: 



Parecia humanamente impossível, mas os caras conseguiram: a segunda temporada de The Good Wife é tão boa quanto a primeira. Ler Mais
Nota: 



O Homem Que Engarrafava Nuvens, o documentário sobre Humberto Teixeira, é grande, belo, fascinante, emocionante. Para quem gosta de cultura, de arte, de história, de Brasil, é imprescindível. Ler Mais
Nota: 



Inquietos/Restless, que Gus Van Sant lançou em 2011, tem sido extremamente badalado, incensado. Sinto que estou chovendo no molhado, no encharcado, mas repito aqui o que muita gente já disse antes de mim, e melhor: o filme é uma maravilha. Ler Mais
Nota: 



Em Busca do Ouro/The Gold Rush, que Charlie Chaplin lançou em 1925, quase 90 anos atrás, são 72 minutos contínuos de inventidade, de criatividade e - perdão pela repetiçao do sufixo –, da mais brilhante genialidade. Ler Mais
Nota: 



Meia-Noite em Paris só poderia se passar em Paris. Não poderia ser Meia-Noite em Londres, ou em Nova York, ou em Moscou, ou em Berlim, ou em Roma, ou em Atenas, ou no Rio de Janeiro. Não apenas porque Paris é extraordinariamente bela. Londres, Roma, Berlim, Moscou, Rio também são belas cidades. Ler Mais
Nota: 



O Último Metrô é uma das mais emocionantemente belas declarações de amor à vida, à arte, ao amor, aos perigos, à resistência contra o mal, qualquer que seja ele. É uma maravilha extraordinária. Ler Mais

Nota: 



Ao rever agora A Fortuna de Cookie, que Robert Altman fez em 1999, fiquei mais uma vez impressionado, é claro, com a beleza, a qualidade do filme. Mas beleza e qualidade numa obra de Altman não chegam a ser surpresa, de forma alguma. O que mais me impressionou foi como o filme é alegre, pra cima, de bem com a vida. Ler Mais
Nota: 



Desafio à Corrupção, no original The Hustler, de Robert Rossen, lançado em 1961, é um grande filme. Mas é mais que um filme: é uma lenda. Ler Mais
Nota: 



Uma maravilha de filme, este Corações Perdidos, no original Welcome to the Rileys. Drama sério, adulto, para público adulto, com interpretações não menos que magníficas de seus três atores principas, James Gandolfini, Melissa Leo e a garota Kristen Stewart. Ler Mais
Nota: 



Mediterrâneo, de Gabriele Salvatores, de 1991, é uma obra-prima. Belíssimo cinema, maravilhosa ode à paz e à alegria de viver, suave – porém firme – panfleto em defesa da tese de que as pessoas são melhores e mais importantes do que as ideologias, os países, os nacionalismos. Ler Mais
Nota: 



Em um Mundo Melhor é uma paulada, um soco no estômago. Expõe, com imenso talento e crueza, a constatação de que vivemos no pior dos mundos. De que acabamos criando, cada um de nós, o pior dos mundos – seja num dos países mais ricos do planeta, seja num dos mais miseráveis. Ler Mais
Nota: 



O Concerto é daquela excelsa, augusta, exclusiva categoria de filmes que fazem você levitar. Você não percebe, mas de repente está levitando, os pés a alguns centímetros do chão. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Marnie – Confissões de uma Ladra, de 1964, é muito possivelmente um dos filmes menos badalados de Alfred Hitchcock. Para Pauline Kael, é o fundo do poço na obra do cineasta. É um dos que mais admiro, desde sempre. Um belíssimo filme, um impressionante mergulho numa mente doentia. Ler Mais