Nota: 



Anotação em 2011: Rififi, que o americano Jules Dassin fez na França em 1955, merece toda a fama que tem, todos os elogios que recebeu. E haja fama e elogios. É um dos policiais mais cultuados, mais respeitados que há. Ler Mais
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Anotação em 2011: Rififi, que o americano Jules Dassin fez na França em 1955, merece toda a fama que tem, todos os elogios que recebeu. E haja fama e elogios. É um dos policiais mais cultuados, mais respeitados que há. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Este Amor por Contrato/The Joneses é um filme surpreendente. E a verdade é que quanto menos o espectador souber previamente sobre ele, melhor será o prazer de vê-lo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Il Sorpasso, de Dino Risi, que no Brasil ganhou o título de Aquele que Sabe Viver, é um dos grandes clássicos do início dos anos 60, um daqueles filmes que marcaram toda uma geração mundo afora – a imediatamente anterior à minha, e mesmo as pessoas da minha geração dois ou três anos mais velhas do que eu. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Um grande filme, este A Informante/The Whisleblower. É, como ele mesmo se define de cara, inspirado em fatos reais – e aborda fatos reais chocantes, apavorantes que, até onde eu saiba, nunca haviam sido mostrados antes pelo cinema: o tráfico e a escravização de jovens mulheres na Bósnia, nos anos 1990, patrocinado e acobertado por membros das forças de paz da ONU. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Aos 75 anos de idade, no seu filme de 2010, Woody Allen mostra que às vezes as ilusões fazem bem. Os autores e adoradores dos livros de auto-ajuda, psiquiatras e psicólogos provavelmente não aprovarão a tese. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Existem filmes que, embora não sejam propriamente grandes, ou sequer muito bons, embora às vezes tenham sido feitos sem muita pretensão, vão adquirindo, com o passar do tempo, um significado maior do que tinham na sua época. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Alguém escreveu que o tema de Jogo de Poder já está um tanto batido, surrado. Todo mundo tem direito à sua opinião, e seguramente a pessoa que escreveu isso tem direito a expressá-la, assim como eu tenho o direito de dizer que é uma opinião idiota. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Este Enigmas de um Crime/The Oxford Murders é um show de talento, inteligência, erudição. Um filme descaradamente pretensioso, metido a besta – e tem motivos para ser, porque é bom mesmo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Uma das muitas qualidades deste ótimo filme do italiano Silvio Soldini é a escolha dos atores, o casting. Todo o elenco está excelente, as interpretações são extraordinárias. Mas, além de serem ótimos, os atores, em especial os três protagonistas, têm uma outra característica em comum: não são especialmente belos. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Nunca tinha visto, mas sempre tinha amado Trinta Anos Esta Noite/Le Feu Follet, um dos primeiros filmes de Louis Malle, com Maurice Ronet como o belo homem que uma manhã, às vésperas de seus 30 anos, anuncia para si mesmo que vai se matar. Ler Mais
[rating;3.5]
Anotação em 2011: Os Sapatinhos Vermelhos é um dos maiores clássicos do cinema inglês, um filme respeitadíssimo – e extremamente respeitável. Feito em 1948 pela dupla Michael Powell e Emeric Pressburger, tem um visual deslumbrante, e números de dança esplendorosos, avançadíssimos, muito à frente do seu tempo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Em Crime em Paris/Quai des Orfèvres, de 1947, Henri-Georges Clouzot faz uma beleza de filme policial, mas vai muito além. Faz uma fascinante descrição do mundo do show business parisiense e dos métodos – muitas vezes brutais – da polícia, e oferece um panorama de vários estratos da sociedade francesa no imediato após-guerra. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Se tivesse sido completado, O Inferno, que Henri-Georges Clouzot deixou inacabado em 1964, seria, muito provavelmente, um dos mais filmes mais belos, mais fascinantes da história. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Tinha muita preguiça de ver A Rede Social. Nem sei muito bem por quê – talvez por não saber da riqueza da história, talvez até por ser uma das poucas pessoas que não usam o Facebook. Grande bobagem. O filme é muito, muito bom. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Elvira Madigan é como um conto de fadas lindo, de cores fortíssimas, feéricas, só que com final profundamente infeliz. Aliás, nem é só o final que é profundamente infeliz. A infelicidade nos é anunciada antes mesmo do início da narrativa. Neste conto de fadas sueco, eles não vivem felizes para sempre. Muitíssimo ao contrário. Ler Mais